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As despesas com juros do cheque especial podem ser reduzidas em R$ 7,2 bilhões, em 12 meses, em razão de mudanças na modalidade de crédito. Esse valor representa 24% das despesas com juros dessa modalidade. A simulação foi feita pelo Banco Central (BC), no Relatório de Economia Bancária, divulgado hoje (4), em Brasília.

O BC lembra que o Conselho Monetário Nacional (CMN), por meio da Resolução 4.765, de 27 de novembro de 2019, redesenhou o cheque especial.

A resolução estabeleceu limite para taxa de juros (8% ao mês) e facultou a cobrança de tarifa de até 0,25% sobre o valor disponibilizado para crédito que ultrapasse R$500,00. As regras começaram a valer neste ano.

De acordo com o documento, as faixas mais baixas de renda serão mais beneficiadas com as novas medidas.

A faixa de renda até R$ 1,5 mil terá redução de até 116 pontos percentuais no Custo Efetivo Total (CET – soma de todos os custos dos empréstimos, como juros e tarifas), “refletindo majoritariamente a diminuição na taxa de juros”.

“O contrário ocorre na faixa mais alta de renda (acima de R$ 10 mil), na qual haverá elevação no CET, que passará a ser superior ao da faixa mais baixa de renda em ambos cenários contrafactuais”, disse o BC.

A cobrança de tarifas mais do que compensa a queda de juros para indivíduos de renda elevada, e, por isso, o custo aumenta. Em média, indivíduos de renda mais elevada pagam taxas de juros menores, refletindo menor risco de crédito.

“Em contrapartida, também possuem limites superiores de cheque especial; logo, pagarão valor maior em tarifas sobre esses limites”, explicou o Banco Central.

“Já para indivíduos mais pobres, a redução na taxa de juros supera o valor que passará a ser cobrado pela tarifa”, acrescentou.

Simulação

Em dezembro de 2019, os juros efetivos médios do cheque especial estavam em 275% ao ano para indivíduos com renda abaixo de R$ 1,5 mil e, em 234% ao ano, para pessoas com renda acima de R$ 10 mil.

No mesmo período, os limites médios de crédito para cheque especial foram de R$1.693,00 e R$ 21.422,00 para a menor e a maior faixa de renda, respectivamente.

Ao simular o uso de R$ 1 mil do cheque especial por um mês, sob a regra antiga, o custo com juros do cheque especial é de R$ 106 (taxa de 10,6% ao mês) para a pessoa de maior renda e de R$ 116 para o indivíduo de menor renda (taxa de 11,6% ao mês).

Sob a simulação feita a partir da regra nova, no mês de utilização do cheque especial, o custo é de R$ 132 para quem tem maior renda (custo efetivo de 13,2% ao mês) e de R$ 83,00 para clientes de menor renda (custo efetivo de 8,3% ao mês).

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
 

É com muito sentimento que o GRUPO FATO VERDADE comunica hoje (02/04/2020), o falecimento de Antônio Paulo Lima dos Santos de 55 anos, mais conhecido com Toni Paulo, o radialista que trabalhava na radio Líder FM chegou a ser internado na UPA da gleba A em Camaçari, foi transferido na segunda-feira, 30, para hospital Couto Mais em Salvador, onde foi diagnosticado com pneumonia bacteriana a qual foi o motivo do falecimento.

Os beneficiários do Bolsa Família começarão a receber nesta terça-feira (10) o abono natalino, equivalente ao décimo terceiro do benefício. Instituído pela Medida Provisória 898, editada em outubro, o abono consiste no benefício pago em dobro em dezembro.

Segundo a Caixa Econômica Federal, que administra os pagamentos, 13,1 milhões de famílias estão sendo atendidas pelo Bolsa Família em dezembro. Neste mês, o governo desembolsará R$ 2,5 bilhões com o pagamento do benefício deste mês, mais R$ 2,5 bilhões com o décimo terceiro.

O benefício extra será pago com o mesmo cartão, nas mesmas datas e por meio dos mesmos canais pelos quais os beneficiários recebem as parcelas regulares do Bolsa Família. Os beneficiários que recebem por meio de crédito em conta poupança ou na conta Caixa Fácil terão o valor do abono natalino creditado nas mesmas contas.

O calendário de pagamentos seguirá o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) do responsável familiar apresentado no cartão do programa.

Beneficiários com o final 1 serão pagos nesta terça-feira. O cronograma segue com o pagamento aos beneficiários com final 2 na quarta (11); final 3, dia 12; final 4, dia 13; final 5, dia 16; final 6, dia 17; final 7, dia 18; final 8, dia 19; final 9, dia 20, e final 0, dia 23.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

O presidente da Ford América do Sul, Lyle Watters, se reuniu nessa segunda-feira (2) com cerca de 500 funcionários e fornecedores da Ford de Camaçari. No encontro, falou da necessidade urgente de reduzir custos em várias áreas da empresa e, assim, garantir maior competitividade da unidade. A mensagem dura foi acompanhada de uma outra bem mais animadora: se a lição de casa for feita, a montadora irá iniciar, em breve, um novo ciclo de investimentos na Bahia.

Em entrevista exclusiva ao CORREIO, Watters se mostrou otimista com os negócios da companhia no país. "Se esses ajustes forem feitos, eu vejo um futuro brilhante para esta planta", afirmou o executivo.    

O senhor esteve hoje (ontem) em Camaçari para uma importante reunião com empregados, fornecedores, sistemistas e representantes da comissão de fábrica. Que mensagem veio transmitir? 
Nós temos aqui em Camaçari pessoas incríveis. Mas nós temos um problema muito grande: a nossa base de custos não é competitiva no longo prazo. Decisões e medidas urgentes precisam ser tomadas. Vim a Camaçari para falar também sobre a possibilidade de um novo ciclo de investimentos aqui. Minha intenção foi fazer isso olhando nos olhos de todos. Desta forma, todos os envolvidos - funcionários, fornecedores, representantes de sindicatos e gerentes - ouvem a mesma mensagem ao mesmo tempo. É muito interessante e animador ter esta oportunidade. Por outro lado, é uma mensagem difícil. A minha mensagem principal é a seguinte: estou determinado a tomar todas as medidas necessárias para ajustar os negócios da empresa na América do Sul, e daí colocá-la num caminho que seja viável, que seja saudável no futuro. Caso contrário, as consequências são realmente muito significativas em termos de novos investimentos. 

De imediato, o que é preciso ser feito para aumentar a competitividade da planta da Ford em Camaçari? 
Temos grandes desafios de custos aqui. É preciso fazer uma reestruturação de custos com mão de obra. Na área de engenharia, tem a questão logística, a necessidade de aumentar a produtividade da unidade. Vamos trabalhar em conjuntos com fornecedores e funcionários para fazer isto acontecer. O lado bom é que se nós conseguirmos fazer estas melhorias em Camaçari eu vejo um futuro brilhante para esta planta. Foi aqui que o projeto Amazon nasceu. Aqui há muita criatividade e eu consigo perceber a garra das pessoas, o desejo de vencer. Porém, precisamos de mais que isso, precisamos fazer acontecer esta reestruturação. 

Existe algum prazo para que este processo de redução de custos aconteça? E quando seriam anunciados os novos investimentos? 
A primeira coisa que a gente precisa é desse compromisso com a redução de custos, que precisa acontecer muito rapidamente. Daí, na sequência, a gente consegue as aprovações dos investimentos para os novos produtos.  Acho que é possível que isto [reestruturação dos custos] aconteça em algumas semanas. Se isso acontecer, aí, então, no meio do ano que vem estaremos prontos para este novo ciclo de investimentos. 

O que significa este novo ciclo de investimentos?
Seria a utilização plena da fábrica de Camaçari. Não estamos falando do lançamento de um produto só. Seria mais de um. Alguma coisa que tenha um design lindo e uma conectividade excelente. Nós temos no papel um plano incrível. Um novo portfólio de produtos que pode ocupar esta planta, que eu tenho certeza que os nossos clientes vão adorar, e eu serei o maior defensor da Ford no Brasil, da Ford em Camaçari. Mas, para isso, precisamos ser mais competitivos. No primeiro trimestre do ano que vem eu estarei muito ativo nas minhas conversas e discussões com Detroit [matriz da Ford] a respeito de futuros investimentos.

O senhor poderia dar exemplo do impacto dos custos de produção na unidade baiana em relação ao estado de São Paulo?
Eu sei que existem incentivos fiscais para a produção aqui em Camaçari, eu sei bem disso, mas quando você pensa na montagem de um carro aqui, em Camaçari, é bom lembrar que 80% dos consumidores desses produtos estão em São Paulo, 60% dos fornecedores para esta produção estão também lá em São Paulo. Se a gente pensar na distância média, lá em São Paulo são 180 km da fábrica até o principal centro de consumo. De Camaçari, são 2.500 km. O custo de frete logístico de um fornecedor para Camaçari é 150% mais alto do que para São Paulo. Outro exemplo: o custo de uma tonelada de aço da Usiminas para São Paulo é de US$ 150 (R$ 632), para o estado da Bahia, esta despesa dobra (US$ 300).

E em relação à mão de obra?
Eu sei que este é um assunto sensível, mas que precisa ser dito. Só para citar um exemplo: o valor da participação nos lucros de um funcionário da planta de Camaçari é 33% mais alto do que a média do país. Os funcionários de fornecedores conseguiram este benefício no mesmo nível dos colaboradores da Ford. Para os empregados dos fornecedores, a divisão de lucro é 350% mais elevado do que a média dos outros fornecedores localizados no restante do país. Outro dado: a média deste bônus anual no país é de  R$ 4 mil.  Os fornecedores que estão dentro da fábrica de Camaçari pagam R$ 19 mil e que os estão no entorno, R$ 13 mil.  

E as concorrentes da Ford?
As outras montadoras instaladas no Brasil pagam, em média, R$ 14 mil de PLR. Nosso último pagamento foi de R$ 19,6 mil. Uma coisa muito importante e que eu faço questão de enfatizar: eu quero que os meus funcionários e os funcionários de nossos fornecedores tenham um bom padrão de vida. Eu sei que isto é importante, e é importante para mim que seja assim. É assim que a gente cria um mundo melhor para os nossos clientes e funcionários. Mas eu deixaria de cumprir as minhas funções, deixaria de fazer o meu trabalho, se eu não tratasse destas questões tão fundamentais. A sobrevivência do negócio no longo prazo passa pela necessidade de ser sustentável. 

Na questão logística, o que pode ser melhorado?
Vou dar um exemplo em relação ao frete, que é um elemento muito significativo. Ele basicamente se dá hoje pelo modo rodoviário, que é muito ineficiente. A gente tem rede ferroviária a três quilômetros de distância da fábrica. Este é um foco: trabalhar com os fornecedores para que a gente possa otimizar a utilização da via ferroviária. Em relação à engenharia é importante pensar como é possível reutilizar as instalações existentes, os investimentos existentes, e a gente está falando de bilhões de dólares para novos projetos. O lado bom disso é que hoje a gente na América do Sul tem uma autonomia que jamais teve antes. 

Este processo de elevar a competitividade da unidade também passa pela atração de novos fornecedores?
Certamente precisamos de novos fornecedores locais  e eles virão para cá quando formos mais competitivos. Já há conversas para a atração de novas empresas. Essas discussões já existem, e estamos em diálogo com estas partes.

A Ford tem acumulado, nos últimos anos, prejuízos em suas operações na América do Sul. O que tem sido feito para estancar essas perdas?
Assumi a presidência da Ford na América do Sul em 2016. Naquele ano. as perdas somaram US$ 1,2 bilhão. No ano passado, tivemos perdas de US$ 680 milhões na região. Este ano estamos caminhando para ficar mais ou menos igual a 2018. Estamos trabalhando muito na reestruturação dos nossos negócios na região.  Nós tivemos que tomar a dolorosa decisão de encerrar nossas operações com caminhões pesados em São Bernardo do Campo (SP).  Nós também saímos das linhas de veículos que nós não conseguíamos enxergar que tivesse um futuro economicamente viável, como é o caso do Fiesta e do Focus. Na Venezuela, a fábrica está parada por falta de demanda. Nós agora estamos trabalhando no projeto de modernização do campo de provas de Tatuí (SP) para que também possa ser mais competitivo e ágil.

E como compatibilizar essas perdas com novos investimentos na região?
O volume de investimentos de uma empresa global como a Ford cresceu brutalmente com as novas tecnologias. Este volume de capital gigante que se demanda agora não tem como se compatibilizar isso, fazer esses investimentos, com esse nível de perdas que nós temos na região. É uma questão de viabilidade econômica do negócio. Ou seja, se nós queremos crescer, ter produtos, um novo ciclo de investimentos, obviamente que eles têm que ser algo que gere recursos, contribuindo para este investimento, e não drene esse capital. Enfatizando: nós temos questões aqui de competitividade que precisamos resolver.

Até que ponto a instabilidade política em vários países da América do Sul interfere nos negócios da Ford?
A América do Sul é uma região muito volátil. O Brasil está se estabilizando, saindo agora da pior recessão que se tem notícia, mas está saindo mais lentamente do que se imaginava. Na Argentina, o mercado de veículos que era de um milhão de unidade por ano, caiu para 350 mil. Sobre o Chile, Equador, Colômbia e Venezuela não preciso nem falar. É uma região volátil e, por conta disso, o capital é mais caro. Falando do capital vindo de Detroit, o nosso planejamento precisa considerar esta volatilidade e precisa que essa base de custos seja competitiva, sustentável, ao longo deste ciclo, incluindo o fator volatilidade. Ou seja, a redução de custo de nossas operações nesta região tem que ser maior.

Esta reestruturação também foi feita em outras regiões do mundo?
Sim. Ações de reestruturação foram feitas em cinco ou seis plantas na Europa. No ano passado, houve um corte  de 10% no número de funcionários, reestruturação das gerências com o corte de 10%, e isto trouxe uma redução de gastos de US$ 600 milhões. E esta reestruturação não se limita só a cortes de pessoal. Há toda uma forma de repensar o trabalho, o que deve ser interrompido, onde  nós conseguimos eliminar burocracia. É importante que as pessoas entendam porque estamos fazendo isto agora. Não existem recursos ilimitados, intermináveis nas empresas, e todas as partes do negócio estão competindo atrás deste capital. E para você conseguir esses recursos, precisa mostrar que está firme, forte, ajustado e competitivo. O que a gente está fazendo é trabalhar firmemente na reestruturação da empresa para que ela possa ser mais enxuta, ajustada e, assim, ser mais competitiva e ágil no futuro. Estamos trabalhando e avançando em parcerias que façam sentido. 

Como vê o momento da indústria automobilística no mundo?
O cenário global está mudando e é geral. Não falo apenas sobre o setor automotivo. As empresas vão precisar compreender profundamente quais são os fatores que estão determinando essas mudanças para que elas possam então agir e sobreviver no futuro. Eu digo isto porque no setor automotivo, entre os próximos 5 e 10 anos, nós vamos testemunhar mais mudanças do que ocorreram até hoje desde que Henry Ford inventou a produção em larga escala. Estas grandes mudanças que eu mencionei irão ocorrer em várias frentes, como, por exemplo, a eletrificação de veículos, veículos autônomos, conectividade dos automóveis e  mudanças nas próprias  cidades. O cenário da nossa concorrência também mudou muito. Hoje, além das outras montadoras, nossos concorrentes  são empresas que atuam nas áreas de eletrificação, de direção autônoma, de conectividade, etc.

FONTE: CORREIO

O motorista de um ônibus da empresa Cooperunião bateu em um carro, perdeu o controle do veículo e invadiu uma casa, no conjunto habitacional São Vicente, em Camaçari, região metropolitana de Salvador, na manhã desta terça-feira (19).

Segundo moradores, no momento acidente, o coletivo estava ocupado somente pelo motorista, e na residência atingida ninguém estava no cômodo que foi parcialmente destruído pelo ônibus.

Apesar do susto ninguém ficou ferido. Ainda não foi informado a causa do acidente.

FONTE: BNEWS

Quatro pessoas foram presas em flagrantes por tráfico de drogas em dois bairros de Camaçari, nesta segunda-feira (4/11).

De acordo com informações da polícia, dois homens foram encontrados com cocaína e aproximadamente 1kg de maconha no bairro Parque Verde III. A dupla estava a bordo de uma motocicleta Honda CB 300 azul.

As outras prisões foram feitas no residencial Praia do Mutá, no Ponto Certo. Segundo a polícia, uma mulher estava envolvida. Ela e um homem estavam portando um saco contendo maconha. Todos os suspeitos estão custodiados na 18ª Delegacia Territorial de Camaçari, onde permanecem à disposição da justiça.

FONTE: CAMAÇARI NOTICIAS

Um policial militar morreu após reagir a um assalto em Camaçari, região metropolitana de Salvador, no início da tarde desta segunda-feira (4).

Conforme a Polícia Militar, dois homens armados entraram no restaurante, que fica no bairro Gleba C, e anunciaram o assalto.

No momento do ocorrido, o policial estava de folga e, segundo testemunhas, foi atingido quando reagiu ao assalto e trocou tiros com os criminosos, que fugiram em seguida. Em nota, a PM informou que as circunstâncias do ocorrido ainda serão esclarecidas.

O restaurante onde ocorreu o assalto não tem câmeras de segurança. Sandálias dos assaltantes foram encontradas no local do crime.

O cabo Renato Santana Medeiros, 46 anos, foi socorrido para o Hospital Geral de Camaçari, onde não resistiu aos ferimentos e morreu.

Policiais militares socorrem a vítima para Hospital Geral de Camaçari — Foto: Giana Matiazzi/TV Bahia

Em 2019, a Bahia registrou oito PMs assassinados. Um estava de serviço, cinco de folga e dois da reserva. No dia 29 de outubro, o policial militar Tiago Ribeiro Santos foi morto durante um assalto a uma joalheria, ele também estava de folga no dia do crime.

De acordo com a PM, a vítima era do 12º Batalhão da Polícia Militar (BPM) e integrava há 20 anos o quadro funcional da corporação. Segundo o comandante do 12ª Batalhão de Polícia Militar (Camaçari), Antônio Sampaio Souza Júnior, o policial morava no mesmo bairro onde foi morto.

O comandante ainda detalhou que cerca de 50 policiais militares realizam rondas e diligências para tentar capturar os suspeitos. A cidade da região metropolitana de Salvador recebeu o reforço da Rondesp, da Companhia Especializada do Pólo de Camaçari e do helicóptero do grupamento aéreo da PM.

As testemunhas do crime ainda estão sendo ouvidas na delegacia de Camaçari e a partir desses depoimentos poderá surgir informações que possam levar até os suspeitos de matar o cabo Medeiros.

O corpo do cabo Renato foi encaminhado para Instituto Médico Legal (IML) e ainda não há informação sobre horário e local do sepultamento. Ele deixa esposa e uma filha.

Policial militar morre após reagir a assalto em Camaçari, na Bahia — Foto: Giana Matiazzi/TV Bahia

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Neste domingo duas pessoas deram entrada no Hospital Geral de Camaçari (HGC) após serem feridas. Um homem de 34 anos, morador do bairro Nova Vitória, foi atingido com golpes de faca nas costas e na mão. Ele foi encaminhado para o HGC, onde permanece internado.

Já um idoso de 70 anos, foi baleado no braço. Não há informações sobre as circunstâncias que levaram ao ferimento. A vítima também permanece internada na unidade hospitalar. A autoria e motivação dos casos ainda são desconhecidas.

FONTE: CAMAÇARI NOTICIAS

Na manhã desta quinta-feira (24), um homem foi morto a tiros no cemitério Jardim da Eternidade, na Gleba H, em Camaçari. Segundo informações preliminares, um indivíduo teria chegado ao local, onde ocorria o velório do músico que morreu em um acidente, e efetuado diversos disparos contra um homem de prenome Gabriel.

A ação causou pânico nas pessoas que estavam presentes e uma mulher acabou se ferindo nos estilhaços de vidro de uma porta que se quebrou. Ainda de acordo com informações, Gabriel era parente do músico.

FONTE: CAMAÇARI NOTICIAS

Investir, fomentar o turismo e fortalecer a economia local são algumas das ações que fazem parte do planejamento da administração pública na sede e Costa de Camaçari. Por isso, atendendo a uma reivindicação antiga da população de Barra do Jacuípe, na manhã desta quarta-feira (23/10), o prefeito Elinaldo Araújo participou de uma reunião, no gabinete da Secretaria de Governo (Segov), com os permissionários que serão contemplados com seis quiosques na nova praça que será entregue à população da comunidade.

Durante o encontro, foram abordadas questões sobre os procedimentos para a utilização do espaço, bem como sobre a implantação de placas de sinalização e fiscalização relacionadas ao uso dos sons automotivos nos ambientes públicos na localidade. Moradora de Barra do Jacuípe há 23 anos, Zélia Oliveira, será contemplada com um box. Ela conta que a construção da praça e dos quiosques é um anseio antigo da população. “Me candidatei para ser representante da Associação de Moradores e me uni com a comunidade para que o nosso pedido fosse atendido. Essa contemplação veio em uma boa hora”, pontuou.

Na oportunidade, o gestor aproveitou para falar sobre o termo de compromisso que deverá ser assinado pelos permissionários que ficarão responsáveis pela manutenção e conservação do espaço. O documento será elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Sedur).

“Ouvir as demandas da população e os seus interesses é um compromisso que assumi enquanto gestor. E essa reunião nada mais é que o reflexo da sensibilidade e preocupação para com as pessoas que vivem na nossa cidade. Eu compreendo a importância dos permissionários terem um espaço como fonte de geração de emprego e renda, principalmente na época de alta estação que é o verão”, destacou o chefe do Executivo ao longo da discussão.

O permissionário Aluísio Victorino, que trabalha há 22 anos na comunidade, é um dos barraqueiros que também receberá o quiosque. “Não vamos ficar desamparados, pelo menos estaremos em um lugar fixo”, comentou, ao falar sobre a importância de ter um ponto para comercializar os seus produtos.

O vereador Flávio Matos também participou do encontro. A cerimônia de inauguração da Praça de Barra do Jacuípe está prevista para ser realizada no dia 22 de novembro.

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