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Polícia

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Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, morreu após ter seu carro atingido por pelo menos 80 tiros de fuzil disparados por militares do Exército, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, nesse domingo (7/4). Evaldo estava acompanhado da esposa, filho de 7 anos, sogro e uma mulher. Todos iam para um chá de bebê.

Segundo a primeira nota divulgada pelo Comando Militar do Leste (CML), os militares foram atacados por criminosos que estavam realizando um assalto e, por isso, atiraram contra eles matando um cidadão que seria um assaltante, mas na verdade era um músico e segurança pai de família.

Os disparos ainda deixaram dois feridos, o sogro da vítima e um pedestre. Após realizar uma perícia no local, a Polícia Civil informou que não havia assaltantes no carro.

O novo diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Adriano Furtado, avisou na quarta-feira (6/12) durante coletiva que haverá foco da instituição na repressão ao crime organizado.

Adriano será responsável pela agenda de modernização e reorientação do policiamento ostensivo.

Policiais e traficantes entraram em confronto dentro da comunidade Fallet Fogueteiro em Santa Teresa e no Morro dos Prazeres, no Catumbi, na manhã desta sexta-feira (8). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a intensa ação policial resultou em 14 criminosos mortos.

Durante a operação foram apreendidos: três fuzis, 12 pistolas, carregadores e granadas dentro das favelas.

A PM informou que todos os bandidos abatidos tinham envolvimento com o tráfico de drogas.

Superintendente da Polícia Federal (PF) no Paraná, o delegado Luciano Flores criticou a repercussão em torno da negativa do pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que ele pudesse acompanhar o velório de seu irmão Vavá, em São Bernardo do Campo (SP). De acordo com Flores, o pedido foi negado apenas por "razões logísticas".

"Eu não entendi a polêmica. Não entendi qual foi a parte que não entenderam que simplesmente não era possível e não dependia da boa vontade de ninguém. Apenas não havia condições logísticas e policiais suficientes para garantir a segurança do próprio conduzido e dos agentes empregados numa grande operação policial que seria para efetivar um pedido como esse", justificou o delegado. Segundo informações do UOL, a declaração de Flores foi feita na manhã desta quinta-feira (31), em coletiva da força-tarefa da Lava Jato sobre a 59ª fase da operação (saiba mais aqui).

Genival Inácio da Silva, o Vavá, faleceu na terça (29), vítima de um câncer no pulmão. Os advogados do ex-presidente, então, pediram autorização para que ele pudesse sair da sala especial, onde está preso desde abril do ano passado, e pudesse assistir ao velório, mas a PF negou o pedido.

De acordo com o UOL, Flores explicou que os helicópteros que poderiam ser utilizados na transferência do ex-presidente foram deslocados para atender as vítimas da tragédia de Brumadinho, em Minas Gerais — o rompimento de uma barragem da empresa Vale, na última sexta (25), provocou a morte de pelo menos 99 pessoas e 252 estão desaparecidas.

"Imagine se nós usássemos uma aeronave particular, emprestada por alguém não se sabe quem, conduzida por um piloto que não se sabe quem ou o que está passando pela cabeça, conduzindo um ex-presidente da República com policiais federais armados", disse Flores. "Quem garante que ele vá para o destino que ele deveria ir?", completou o delegado.

Outra preocupação apontada por ele era a provável concentração de manifestantes, pró e contra Lula, em torno do cemitério no município paulista.

Após a negativa da PF, a defesa do petista entrou com um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF), que foi aceito pelo presidente da corte. No entanto, já não havia tempo hábil de Lula se deslocar de um lugar a outro a tempo de se despedir do irmão. Com isso, ele também preferiu não viajar para se encontrar com o resto da família.

Após ser condenado em primeira e segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o ex-presidente cumpre pena de 12 anos e um mês na prisão em Curitiba.

O Globo teve acesso a uma série de ameaças enviadas a Jean Wyllys pelas redes sociais, no e-mail e telefone do gabinete em Brasília ou no e-mail pessoal do deputado do PSOL. As ameaças, relata o jornal carioca, fizeram a PF abrir cinco investigações e obrigaram Wyllys a andar com escolta policial desde março de 2018.

O psolista – que na sexta-feira (25) disse que não voltará ao país para cumprir seu novo mandato– era acompanhado o tempo todo por três agentes e transportado por dois carros blindados.

No início de 2017, o deputado recebeu mensagem de outro autor ameaçando atacá-lo com explosivos. Meses depois, o psolista recebeu mais um e-mail contendo vários de seus dados pessoais, como endereço, placas de seu veículo e nomes de seus familiares.

“Vamos sequestrar a sua mãe, estuprá-la, e vamos desmembrá-la em vários pedaços que vamos te enviar pelo Correio pelos próximos meses. Matar você seria um presente, pois aliviaria a sua existência tão medíocre. Por isso vamos pegar sua mãe, aí você vai sofrer”, dizia a mensagem.

Segundo postagem no Facebook do governador do Ceará, Camilo Santana, até sexta-feira (11/1), a crise de violência alcançou a marca de 309 presos.

A onda de ataques começou na madrugada de 3 de janeiro e colocou todo estado em alerta. Entre os dias 3 e 11, foram registrados 202 ataques de facções criminosas.

Prédios públicos, viadutos, estradas, ônibus e locais com veículos foram incendiados ou atingidos de alguma forma pelos grupos.

Militares da Força Nacional policiam as ruas, prédios e pontos de ônibus de Fortaleza visando garantir a ordem.

A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do estado disponibilizou o número 181, o Disque Denúncia do órgão, e um número de WhatsApp (98969-0182) para receber denúncias de atos criminosos ou atitudes suspeitas.

O governador do Ceará, Camilo Santana, informou terça-feira (8/1) em uma rede social, que a força policial já prendeu 215 criminosos desde o início da onda de violência no estado.

A crise de segurança do estado completou uma semana.

Houve redução significativa das ações criminosas na capital e [no] interior, mas o trabalho dos nossos profissionais de segurança seguirá no mesmo ritmo para garantir a ordem e proteger a nossa população. Todos unidos contra o crime!“, postou o governador.

A Polícia Civil do DF prendeu na terça-feira (1/1) três pessoas suspeitas do atentado terrorista à igreja na noite de Natal em Brazlândia, DF. Sete mandados de busca e apreensão foram executados na virada do ano (31/12), as prisões foram efetuadas no dia seguinte.

A ação policial foi comandada pela Polícia Civil do DF e contou com colaboração da Polícia Federal em Brasília, Goiânia e São Paulo. As autoridades suspeitam que os três detidos façam parte de uma organização criminosa.

Na noite de 24 de dezembro uma mochila com explosivos armados foi encontrada na entrada do Santuário Menino Jesus, em Brazlândia, DF. O Santuário é a maior igreja católica do DF. Um homem encontrou a mochila, achou suspeito e acionou a polícia. A bomba foi desarmada na madrugada de Natal (25/12) pelo BOPE (Batalhão de Operações Especiais).

O Terça Livre noticiou na última quarta-feira do ano (26/12) a ação policial que detonou a bomba após denúncia popular.

O ex-governador do Espírito Santo, Gerson Camata (MDB), foi assassinado a tiros em frente a um restaurante na Praia do Canto, em Vitória, na tarde desta quarta-feira (26). De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública, Camata foi alvejado por vários tiros.

O autor dos disparos é Marcos Venicio Moreira Andrade, ex-assessor do político, que foi detido pela polícia e encaminhado para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Segundo as autoridades, a motivação do crime foi uma ação judicial movida pelo ex-governador contra o ex-assessor, que resultou no bloqueio de R$ 60 mil da conta de Andrade.

Camata foi governador do Espírito Santo entre 83 e 86, além de ter exercido três mandatos como senador do Estado. Incluindo dois mandatos de deputado federal, passou mais de 30 anos no Congresso Nacional

O presidente Michel Temer lamentou o assassinato em suas redes sociais.

“Lamento a morte do grande político, ex-jornalista, deputado estadual, deputado federal, senador constituinte, governador do Espírito Santo e meu amigo, Gerson Camata. Envio meus sentimentos de sincero pesar à esposa, ex-deputada Rita Camata, e aos filhos”, disse o presidente em seu twitter.

A Polícia Federal cumpriu hoje (20/12) mandados de busca e apreensão em três endereços em Belo Horizonte, ligados ao senador Aecio Neves. Os agentes da PF foram aos endereços por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, para recolher documentos em papel e arquivos digitais.

Trata-se da segunda fase da Operação Ross que investiga o recebimento de ilícitos do grupo J&F entre 2014 e 2017: lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

Os endereços visitados pela PF foram a casa dele, a casa da mãe dele, e uma empresa de comunicação que seria da irmã dele, a jornalista Andrea Neves.

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