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A dona de um bar de 48 anos foi morta a tiros, na Rua Recanto das Mangueiras, no bairro de Pau da Lima, localidade da Portelinha, em Salvador, na terça-feira (6).

De acordo com reportagem da RecordTV Itapoan, a vítima foi identificada como Kátia Silene da Silva, conhecida no bairro como “D. Kinha”. 

Segundo relato de populares, os suspeitos chegaram armados ao bar e chamaram a vítima pelo apelido. A mulher atendeu ao chamado e foi atingida por vários disparos à queima roupa. 

O crime será investigado pela 2ª Delegacia de Homicídios Central. 

FONTE: BNEWS

Policiais estão organizando uma carreata para esta quarta-feira (31) em memória do soldado Wesley Soares, que morreu no Farol da Barra após "surtar" e disparar contra os colegas.

De acordo com informações que circulam nas redes sociais, o grupo tem como ponto de partida a Balança do CAB, na Avenida Paralela, às 9h.

Na manhã de segunda-feira (29), um grupo de policiais fez um protesto na região do Farol da Barra, local onde Wesley morreu no último domingo (28). Os manifestantes chegaram a escrever o nome de Wesley Góes no chão do local e alegam que o PM foi executado.

O caso

O policial militar Wesley Soares trabalhava na 72ª CIPM, em Itacaré. Na tarde de domingo, ele foi até a companhia, buscou um fuzil e partiu para o Farol da Barra, em Salvador. Policiais já tinham percebido que ele estava descontrolado e o seguiram.

Assim que chegou ao ponto turístico, fez disparos para o alto e gritou palavras de ordem. Ele estava com o rosto pintado de verde e amarelo. A polícia isolou o local e iniciou uma negociação que durou mais de três horas.

Por volta das 18h30, o soldado fez uma contagem regressiva e atirou ao menos dez vezes contra o Bope, que atirou de volta e baleou o soldado. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu às 23h.

FONTE: ASCOM CAMAÇARI

A operação de contenção do soldado Wesley Góes, morto após efetuar disparos contra guarnições da PM durante um surto no último domingo, 28, foi classificada como "necessária" pelo comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, Paulo Coutinho.

Em coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira, 29, o comandante rebateu as críticas recebidas por diversos políticos e setores de que a operação teria sido conduzida de forma "desproporcional" e afirmou que os policiais envolvidos só efetuaram os disparos quando tiveram suas vidas postas em risco pela ação do soldado Wesley.

"Enquanto os disparos não estavam oferecendo riscos para a tropa e para as pessoas que circulavam, protegemos a integridade do soldado. Sempre temos esse cuidado, temos expertise de atender ocorrência dessa natureza. Foram utilizadas outras alternativas porém ele estava com uma arma de grande poder de letalidade e em determinado momento todos os recursos de isolamento e proteção foram esgotados", avaliou.

De acordo com o comandante, um inquérito policial será instaurado nas próximas semanas para averiguar o desenrolar dos fatos durante a ação e os procedimentos adotados pela corporação na contenção do PM.

"Ocorrências críticas possuem muitas motivações e só podem ser esclarecidas após a abertura do processo investigativo. Mas ali foi um típico caso de um individuo que estava passando por um transtorno mental e estava desconectado da realidade. As imagens falam por si só", disse.

Ainda de acordo com o comandante, apesar da grande movimentação de entidades ligadas ao corpo policial, não existe qualquer possibilidade de que a categoria se mobilize para uma paralisação geral.

"Temos que deixar bem claro que a PM é bem maior do que isso. Estamos com o alto comando da corporação em funcionamento para servir e proteger o cidadão. Qualquer manifestação de ordem política não cabe nesse momento".

FONTE: A TARDE

A Polícia Civil do Paraná realizou, nesta sexta-feira, dia 26, a maior apreensão de cocaína na história da corporação. Foram contabilizados 472 quilos deste entorpecente. Na mesma operação, deflagrada em Santa Fé, foram encontradas 2.790 ampolas de maconha líquida. De acordo com a PCPR, as drogas foram avaliadas em mais de R$ 40 milhões, sendo só a maconha equivalente a R$ 560 mil.

 

Três armas foram apreendidas, além do material entorpecente
Três armas foram apreendidas, além do material entorpecente Foto: Polícia Civil do Paraná

 

— Essa investigação começou na noite de ontem (quinta-feira, 25), quando o setor de inteligência recebeu uma denúncia de que um ônibus seria utilizado para o transporte de drogas. Ele sairia de Foz do Iguaçu e teria como destino o estado de São Paulo — afirmou o delegado Thiago Teixeira, acrescentando que o motorista ainda vai ser interrogado.

Os agentes também apreenderam três pistolas calibre 9 mm, que estavam dentro de um ônibus estacionado em um posto de combustíveis. Um homem foi preso em flagrante. O material a ser traficado estava escondido em um fundo falso e foi localizado com a ajuda de um cão farejador.

— Conseguimos no dia de hoje (sexta-feira, 26) localizar esse ônibus em Santa Fé, próximo a Maringá. Foi realizada a abordagem. O condutor do ônibus inicialmente relatou que teria vendido esse ônibus e o levaria para São Paulo para entregar para o proprietário — disse Teixeira, frisando que, a princípio, mais detalhes não serão fornecidos.

 

Operação contou com apoio de cão farejador da Polícia Civil

A ação teve o apoio da Polícia Rodoviária Federal e da Operação Hórus coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

 

Droga estava escondida em fundo falso dentro de ônibus

FONTE: EXTRA

Uma operação da Polícia Militar prendeu em três dias nove suspeitos de tráfico e apreendeu armas e drogas em Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros de Salvador. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), a ação que também cumpriu três mandados de prisão por homicídio aconteceu nos dias 12, 13 e 14 deste mês.

Ainda segundo a SSP-BA, ao todo foram apreendidos oito veículos roubados, 598 porções de maconha, 12 pedras e seis pinos de cocaína e 26 pedras de crack. 

A operação aconteceu nos bairros Tomba, Liberdade, Mangabeira, Gabriela, Lagoa Grande, Campo Limpo e Queimadinha. 

Os suspeitos e os materiais apreendidos foram encaminhados para o Complexo de Delegacias do Sobradinho, em Feira de Santana.

FONTE: BNEWS

A Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) instaurou inquérito para investigar as circunstâncias que ocorreram na realização de um show do cantor Belo no Ciep do Parque União, no Complexo da Maré, no sábado (13). Nas redes sociais, fãs postaram vídeos em cima do palco na hora do show, onde é possível ver uma grande aglomeração.

De acordo com a polícia, todas as pessoas envolvidas no evento serão ouvidas, inclusive o cantor, que será intimado para esclarecer quem pagou o cachê do show.

Às 6h de sábado imagens mostram a quadra lotada diante de um palco com luzes e amplificadores de som.

A assessoria de Belo argumentou: “Fizemos o show seguindo todos os protocolos. Não temos controle do geral. Isso nem os governantes têm. As praias estão lotadas, transportes públicos, e só quem sofre as consequências são os artistas. Que foi o primeiro segmento a parar, e até agora não temos apoio de ninguém sobre a nossa retomada. Sustentamos mais de 50 famílias.”

FONTE: G1

O empresário Eike Batista foi condenado pela 3a Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro a uma pena de 11 anos e 8 meses de prisão por crimes contra o mercado de capitais. A juíza Rosália Monteiro Figueira condenou-o ainda a pagar uma multa de R$ 871 milhões pelos crimes de insider trading (uso de informação privilegiada) e de manipulação de mercado.

Eike foi denunciado em 2014 sob a acusação de ter lucrado com a venda de ações de sua empresa OGX, através da ocultação, ao mercado, de informações negativas sobre a companhia.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o empresário teria simulado a injeção de até US$ 1 bilhão na OGX para atrair investidores, incorrendo no crime de manipulação de mercado. 

Injeção de dinheiro

A injeção do dinheiro foi anunciada pela empresa, mas, segundo o MPF, o empresário sabia da inviabilidade financeira de ativos importantes da empresa e não tinha real interesse em fazer o aporte.

O MPF também acusou Eike de usar informações privilegiadas para lucrar com a venda de ações em 2013. Segundo o MPF, o empresário teria vendido as ações da OGX em um momento em que ele possuía informações que ainda não tinham sido divulgadas para o mercado.

No processo, a defesa de Eike Batista negou que o empresário tenha feito uso de informações privilegiadas ou que tenha tentado manipular o mercado.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciou hoje (12) à 0h a Operação Carnaval 2021, que seguirá até a meia-noite da quarta-feira de cinzas (17) nas rodovias federais do país. A atividade tem como objetivo conscientizar os motoristas para que dirijam com atenção e não cometam infrações e, consequentemente, diminuir o número de acidentes graves, feridos e mortos durante o período carnavalesco.

Mesmo com a pandemia, a PRF tem a expectativa de aumento no fluxo rodoviário em comparação aos dias comuns. Entre as ações da operação, estão a realização de blitz, principalmente, nos pontos com maiores índices de acidentese nos horários de maior fluxo de veículos, e ações de educação dos condutores.

Para os motoristas que vão pegar a estrada, a PRF orienta fazer uma revisão preventiva no veículo, com checagem dos pneus, dos sistemas de iluminação e suspensão, assim como dos equipamentos obrigatórios.

Além disso, a polícia lembra que também é necessário respeitar os limites de velocidade e a sinalização das rodovias, evitar a ingestão de bebidas alcoólicas e manter distância de segurança em relação aos demais veículos.

De acordo com a PRF, este ano, a operação contará também com uma campanha voltada para discutir a “responsabilização dos causadores dos acidentes como forma de reduzir a violência no trânsito e os custos sociais decorrentes.”

A ideia é sensibilizar motoristas e pedestres a respeito do seu papel, das suas obrigações e dos cuidados necessários para proteger a vida.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Policiais civis fazem hoje (24) uma operação contra a milícia que atua em Gardênia Azul, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. O objetivo é combater ocupação irregular de terreno e construções ilegais na região.

Estão sendo cumpridos mandados em 22 endereços residenciais e comerciais de suspeitos de fazer as construções ilegais e lavar dinheiro.

Segundo investigações da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, o grupo criminoso usa "laranjas" como responsáveis pelas construções. Com os edifícios concluídos, as unidades são vendidas por R$ 150 mil, garantindo lucro estimado de R$ 3,6 milhões ao grupo.

As investigações identificaram ocupações irregulares em uma área de 10 mil metros quadrados (m²), das quais 7 mil m² eram em áreas florestadas.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 

A partir de amanhã (24), a Polícia Federal volta a ouvir depoimentos de testemunhas do incêndio que atingiu o prédio 1 do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), na zona norte do Rio, no dia 27 de outubro.

Nesta semana, devem ser ouvidos nove brigadistas que são funcionários terceirizados da unidade hospitalar e atuaram no combate ao fogo. Os depoimentos serão tomados na Superintendência da Polícia Federal do Rio, na Praça Mauá, região portuária da cidade.

No dia último dia 10, após o escoramento da estrutura do prédio 1, feito por empresa especializada, os peritos criminais federais iniciaram trabalho interno de busca de vestígios no local. O objetivo era evitar o risco de desabamento causado pelo incêndio e dar segurança ao trabalho dos peritos federais que, a partir dessa data, passou a ser realizado de forma efetiva na área do incêndio.

Também no dia 10, foram ouvidos dois funcionários terceirizados contratados pelo HFB. Um deles foi o primeiro a ver os sinais de fogo do incêndio e o segundo foi o chefe da Segurança da unidade.

No dia seguinte, mais duas testemunhas foram ouvidas. O chefe dos Almoxarifados do Hospital, que é servidor público, e o funcionário terceirizado contratado como brigadista, que foi o primeiro bombeiro civil a entrar no local para enfrentar o incêndio.

O prédio que pegou fogo abrigava a emergência, as enfermarias, o Centro de Tratamento Intensivo (CTI) e o Centro de Exames de Imagem. Pouco tempo após o início do incêndio, 192 pacientes que estavam nos prédios 1 e 2 começaram a ser transferidos para outros blocos do complexo e outros hospitais do Rio. Depois do incêndio, tiveram alta 37 pacientes que estavam internados e três pessoas morreram.

Atividades retomadas

Depois que a Defesa Civil interditou o prédio 1, o atendimento em todo o complexo foi suspenso.

Em resposta à Agência Brasil, a Superintendência Estadual do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro (SEMS-RJ) informou que as atividades dos prédios 3, 4, 5 e 6 do HFB foram retomadas no dia 4 deste mês, com os serviços de consultas ambulatoriais, sessões de quimioterapia, entrega de medicamentos oncológicos, realização de exames laboratoriais e retirada de resultados e doação de sangue.

O Prédio 2, que passou por uma revisão da parte elétrica, está oferecendo atendimento ambulatorial de ginecologia, pré-natal e ultrassonografia para pré-natal.

Perícia

No Prédio 1, onde houve o incêndio, peritos da Polícia Federal continuam trabalhando no local atingido. “Tão logo esteja liberado, serão realizadas obras para o restabelecimento pleno do prédio e estruturas afetadas, obedecendo a rígidos critérios de segurança”, informou a superintendência.

“Reiteramos que o Ministério da Saúde, a SEMS-RJ e a Direção-Geral do HFB estão empenhados para retomada plena do complexo hospitalar”, acrescentou.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 

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