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Polícia

Polícia (176)

O FBI está investigando as gigantes corporativas Johnson & Johnson, Siemens, General Electric e Philips por supostamente terem pago propina como parte de um esquema envolvendo vendas de equipamentos médicos no Brasil, de acordo com dois investigadores brasileiros à Reuters. As empresas são suspeitas de realizar pagamentos ilegais para funcionários do Governo para garantir contratos com programas de saúde pública em todo o país nas últimas duas décadas.

Autoridades brasileiras dizem que mais de 20 empresas podem ter sido parte de um “cartel” que pagou suborno e cobrou do Governo preços inflacionados por equipamentos médicos, como máquinas de ressonância magnética e próteses. Além de pagar comissões através de intermediários para garantir contratos, alguns fornecedores cobraram até oito vezes o preço de mercado para ajudar a cobrir o custo de seus subornos, segundo documentos judiciais e depoimentos obtidos por promotores.

As quatro multinacionais, com valor de mercado combinado de quase 600 bilhões de dólares, são as maiores empresas estrangeiras a serem investigadas em um esforço anticorrupção sem precedentes no Brasil nos últimos anos.

Grandes empresas norte-americanas e europeias que se engajaram em irregularidades no Brasil também podem enfrentar pesadas multas e outras punições sob a Lei Americana Anti-Corrupção no Exterior (FCPA na sigla em inglês). Desde 1977, esta lei tornou ilegal para cidadãos norte-americanos, empresas dos EUA ou empresas estrangeiras cujos valores mobiliários estejam listados no país pagar funcionários estrangeiros para ganhar negócios.

Empresas estrangeiras são os mais recentes alvos das investigações de corrupção no Governo no Brasil. Nos últimos cinco anos, promotores descobriram corrupção generalizada entre instituições estatais e empresas do setor privado na realização de negócios.

Amplas investigações dos promotores e da Polícia Federal, incluindo a famosa Operação Lava Jato, centrada na estatal Petrobras, derrubaram líderes empresariais e políticos em toda a América Latina.

Autoridades dizem que delações premiadas obtidas de suspeitos os alertaram para outros esquemas possíveis, incluindo supostos subornos pagos por multinacionais para obter contratos públicos no Brasil.

 
“Compartilhamento constante”
 
A procuradora da República Marisa Ferrari confirmou em entrevista à Reuters que as autoridades americanas do Departamento de Justiça e da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos estavam ajudando na investigação brasileira de equipamentos médicos, que ela ajuda a liderar.

Em 2016, promotores norte-americanos e brasileiros negociaram conjuntamente a maior multa administrativa do mundo, no valor de 3,5 bilhões de dólares, contra o conglomerado brasileiro de construção Odebrecht por sua participação no escândalo da Lava Jato.

“Estamos constantemente compartilhando informações com o FBI sobre esse caso (equipamento médico). Eles pedem documentos e os enviamos e, em troca, eles estão ajudando nossa investigação”, disse Ferrari. Além disso, a procuradora afirma que recebe “muito material do Departamento de Justiça e da SEC”.

Ela se recusou a nomear as empresas que as agências de segurança dos EUA estavam investigando.

Dois investigadores brasileiros com conhecimento direto do assunto confirmaram à Reuters que a Johnson & Johnson, a Siemens AG, a General Electric Co e a Koninklijke Philips NV eram alvos do FBI por suposto suborno no Brasil. Eles pediram anonimato porque não estavam autorizadas a discutir o lado norte-americano da investigação.

O FBI não confirmou ou negou a existência de qualquer investigação. A SEC, que também investiga alegações de práticas de corrupção no exterior, informou por e-mail que não vai comentar.

A GE, com sede em Boston, se recusou a comentar qualquer investigação relacionada a seus negócios no Brasil. Por e-mail, informou: “estamos comprometidos com a integridade, a conformidade e o estado de direito no Brasil e em todos os outros países nos quais fazemos negócios”.

A Siemens, sediada em Munique, disse em uma declaração por e-mail que a empresa “não tem conhecimento de qualquer investigação da empresa relacionada à atividade de cartel no Brasil”. O grupo afirma que sua política é a de sempre cooperar com investigações policiais quando ocorrerem.

A Philips, com sede em Amsterdã, confirmou em um e-mail que está sob investigação no Brasil. Em seu relatório anual de 2018, a Philips reconheceu que “também recebeu questionamentos de certas autoridades dos EUA a respeito deste assunto”.

Em sua resposta por e-mail à Reuters, a Philips disse que “não é incomum que as autoridades dos EUA demonstrem interesse por essas questões e ainda é cedo para tirar quaisquer conclusões”.

A Johnson & Johnson, sediada em New Brunswick, Nova Jersey, disse em uma resposta por e-mail que o Departamento de Justiça e a SEC “fizeram questionamentos preliminares à empresa” a respeito de uma batida da Polícia Federal brasileira em seus escritórios em São Paulo no ano passado, e que a empresa está cooperando.

“Verdadeiramente massivo”

Ferrari, a promotora brasileira, disse que a investigação sobre equipamentos médicos está em seus estágios iniciais. Ainda assim, ela disse que as evidências apontam para o suborno generalizado e a extorsão de preços pelas empresas que buscam explorar o sistema de saúde pública do Brasil, um dos maiores do mundo, atendendo a 210 milhões de pessoas.

“Como o orçamento de saúde do Governo brasileiro é gigante, esse esquema é realmente massivo”, disse Ferrari. “Este primeiro caso é apenas uma pequena parte do que está por vir.”

O ex-CEO da GE para a América Latina, Daurio Speranzini, e outros 22 executivos foram acusados no ano passado no primeiro caso ligado ao suposto esquema.

Os promotores dizem que o caso, focado no Estado do Rio de Janeiro, mostra que foram desviados pelo menos 600 milhões de reais entre 2007 e 2018 através de contratos superfaturados concedidos a fornecedores de equipamentos médicos.

Advogados de Speranzini, que deixou a GE em novembro, disseram por e-mail que ele é inocente.

Promotores alegam que Speranzini participou pela primeira vez do cartel como chefe da operação Philips Healthcare na América Latina de 2004 até o final de 2010. Um denunciante informou ao escritório de compliance da Philips sobre a fraude e Speranzini foi demitido após uma investigação interna, segundo os documentos.

Ele foi contratado pela GE alguns meses depois de deixar a Philips. Investigadores dizem ter fortes evidências de que Speranzini continuou com o esquema enquanto estava na GE.

A GE se recusou a comentar sobre a contratação ou saída da Speranzini da empresa. 

Uma perseguição com troca de tiros entre criminosos deixou quatro pessoas baleadas, na tarde desta sexta-feira (3), no bairro da Fazenda Grande do Retiro, em Salvador.

De acordo com a Polícia Civil, as vítimas são dois passageiros de um ônibus, um policial militar de folga e um suspeito.

O caso ocorreu por volta de 13h30. Conforme a polícia, o suspeito baleado estava na garupa de uma motocicleta que estava sendo perseguida por um grupo de criminosos. Na ação, o homem foi atingido e caiu na pista.

O policial militar, que estava no local, interviu no caso e também acabou atingido. Na confusão, segundo a polícia, dois disparos atingiram um ônibus que passava no local.

Os passageiros do coletivo foram socorridos e levados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Caetano. O PM foi para o Hospital Geral Ernesto Simões Filho. Já o suspeito foi encaminhado para o Hospital Geral do Estado(HGE).

Os baleados não tiveram os nomes divulgados. Não há detalhes sobre o estado de saúde das vítimas. O caso será investigado pela Polícia Civil.

O radialista Gustavo de Moraes, da Melodia FM, foi baleado, no Rio de Janeiro, informou nesta sexta-feira (3) seu irmão, Laércio de Moraes, nas redes sociais.

Gustavo havia desaparecido na quinta (2), logo após deixar a sede da emissora, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, e seu irmão o encontrou gravemente ferido no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, Zona Norte.

De acordo com Laércio, o radialista está internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Segundo ele, Gustavo foi baleado no olho e no abdômen.

Outra irmã, Rosana, diz que Gustavo foi baleado em uma tentativa de assalto.

Não há informações sobre o estado de saúde do radialista.

Um homem e um adolescente morreram e um mulher ficou ferida após serem baleados, na noite de sábado (27), em Camaçari, na região metropolitana de Salvador. Conforme a Polícia Militar (PM), ninguém foi preso.

De acordo com informações da PM, o homem, identificado como Ednei Silva Braga, morreu no local. Já o adolescente, de 16 anos, foi levado junto com a mulher para o Hospital Geral de Camaçari, mas não resistiu. Não há informações sobre o estado de saúde dela.

Segundo a Polícia Militar, o caso aconteceu por volta das 23h30, na Rua D, no condomínio Sítio Verde. A autoria e a motivação são investigados pela Polícia Civil.

O delegado José Carlos Mastique foi morto por policiais militares na madrugada deste domingo (28) em Itabuna, no Sul da Bahia. Mastique estava dentro de um Honda City em um posto de gasolina, no centro da cidade, e reagiu a uma abordagem da PM, segundo registro do 15º Batalhão da Polícia Militar (BPM). O Sindicato dos Policiais Civis (Sindpoc) divulgou nota contestando a versão e acusando os militares de simularem socorro para acobertar um crime.

De acordo com informações do 15º BPM, o delegado estava com o carro estacionado no Posto Jequitibá, onde funciona também uma loja de conveniências. Um morador que passou no local, por volta das 4h, estranhou o carro parado, e viu que havia um homem armado no veículo.

A testemunha então entrou em contato com a PM informando que suspeitava de que um assalto iria ocorrer no posto. Uma equipe foi enviada ao local e tentou abordar o delegado que, segundo o 15º BPM, estava "alterado" e sacou a arma. Os militares atiraram, sem saber que se tratava de um delegado de polícia. Mastique foi baleado no peito. A própria guarnição da PM o socorreu para o Hospital Base de Itabuna, mas o delegado não resistiu ao ferimento e morreu.

Em nota, o Sindpoc chamou a ação de "desastrosa" e afirmou que Mastique foi morto ao tentar intervir e impedir que um cabo da PM agredisse a própria namorada. Diz ainda que ele se identificou, assim como um colega que estava com ele, e foi baleado ao tentar entregar sua arma. Leia a nota:

O  Sindpoc repudia a ação desastrosa perpetrada por uma guarnição de policiais militares, onde o cabo da PM Cleomario, assassinou o delegado da Polícia Civil Mastique, após a vítima tentar evitar uma agressão de um policial militar de folga contra a sua acompanhante. Os policiais civis Mastigue e Figueiredo ao serem abordados se identificaram serem policias e estarem armados. O delegado ao pegar a arma, para entregar aos policiais militares foi alvejado, vindo a óbito no local, com objetivo de modificar o cenário do ocorrido,  simularam Socorro a vítima.

Os investigadores da Polícia  Civil iniciaram a investigação para esclarecer a sociedade com a verdade dos fatos, responsabilizando  o autor dessa truculência que ceifou a vida do nosso colega.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o caso será investigado pela Coordenadoria Regional de Polícia do Interior de Ilhéus.

Durante a madrugada desta sexta-feira, um homem que estava custodiado na delegacia da cidade do Conde, na Linha Verde, Região Metropolitana de Salvador, conseguiu fugir da carceragem, atear fogo em duas motocicletas e furtar uma viatura da unidade policial.
Informações iniciais apontam que o homem, que teria transtornos mentais e não teve a identidade divulgada, teria arrombado a porta da delegacia. Em seguida, pegou a chave da viatura (modelo picape Ford/Ranger) e deixou o lugar sentido BA-099.
 
Após comunicado de fuga via Cicom, equipes da polícia se mobilizaram e uma guarnição do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv) interceptou o fugitivo no trecho de Guarajuba, já próximo à cidade de Salvador, após percorrer cerca de 115 quilômetros.
Uma operação integrada para combater o tráfico de drogas, na Região Metropolitana de Salvador, localizou cerca de 60 kg de maconha, na tarde de sexta-feira (26). Três criminosos acabaram presos em flagrantes.
 
A localidade de Vila de Abrantes, município de Camaçari, foi o alvo da ação conjunta. Denúncias anônimas e ações de inteligência levaram os policiais até um terreno, em uma área denominada Mutirão.
 
Com ajuda de cães farejadores da Coordenação de Operações Especiais (COE), os entorpecentes foram encontrados enterrados. Além dos 60 kg de maconha, os policiais apreenderam também balanças e embalagens plásticas.
 
 
Participaram da operação equipes da 59ª CIPM e da 26ª DT, ambas de Vila de Abrantes, da Rondesp RMS e da COE

O vigilante Almiro Santos Pacheco de Jesus, 46 anos, foi morto com um tiro na cabeça na tarde de quinta-feira (25) no município de Mata de São João.

De acordo com a Polícia Civil o crime aconteceu no Condomínio Santa Rita, que fica no distrito de Amado Bahia. De acordo com a polícia a vítima foi visitar um parente e acabou surpreendido por um homem, que disparou tiros em sua cabeça.

A Polícia Militar informou que a 53ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) foi informada sobre um homicídio por volta das 15h50 de quinta-feira (25), no Condomínio Santa Rita, bairro Amado Bahia, em Mata de São João. "Almiro Santos Pacheco de Jesus foi atingido por disparos de arma de fogo e não resistiu", disse a PM em nota. 
 
A Polícia Civil investiga a autoria e motivação do crime.

Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, morreu após ter seu carro atingido por pelo menos 80 tiros de fuzil disparados por militares do Exército, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, nesse domingo (7/4). Evaldo estava acompanhado da esposa, filho de 7 anos, sogro e uma mulher. Todos iam para um chá de bebê.

Segundo a primeira nota divulgada pelo Comando Militar do Leste (CML), os militares foram atacados por criminosos que estavam realizando um assalto e, por isso, atiraram contra eles matando um cidadão que seria um assaltante, mas na verdade era um músico e segurança pai de família.

Os disparos ainda deixaram dois feridos, o sogro da vítima e um pedestre. Após realizar uma perícia no local, a Polícia Civil informou que não havia assaltantes no carro.

O novo diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Adriano Furtado, avisou na quarta-feira (6/12) durante coletiva que haverá foco da instituição na repressão ao crime organizado.

Adriano será responsável pela agenda de modernização e reorientação do policiamento ostensivo.

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