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Na tarde do último sábado (11), a Polícia Civil de São Paulo prendeu em flagrante 14 pessoas por furto de testes de coronavírus no bairro Ipiranga, na zona sul da capital paulista.

Os agentes foram informados que 15 caixas, contendo testes laboratoriais para a Covid-19, haviam sido furtadas na noite de quarta-feira (8) do terminal de cargas do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Durante as diligências, os policiais descobriram que o material furtado tinha sido transportado para um galpão e uma pessoa estaria vendendo os produtos clandestinamente.

Um delegado de polícia se passou por um comprador dos produtos para chegar à carga. No local, diversos suspeitos foram encontrados e alguns deles estavam armados.

Ao todo, 15 caixas com 14.500 kits foram localizadas, assim como um machado, uma faca, moedas chinesas, dólares e reais.

Cinco armas de fogo, sendo uma carabina calibre .40, uma espingarda calibre 12 e três pistolas calibre .380 também foram encontradas. Além disso, havia também 435 caixas de máscaras descartáveis contendo mais de 2 milhões de unidades. Todos os objetos foram apreendidos. Os bandidos pretendiam vender os produtos por R$ 3 milhões.

Líder da quadrilha, Marcos Zheng é representante chinês

O jornalista José Luiz Datena conversou durante o Brasil Urgente deste sábado, 11, com Elisabete Sato delegada-geral adjunta, que confirmou que Marcos Zheng, líder da quadrilha que efetuou o roubo, é representante do governo chinês.

Marcos Zheng apresentava-se como presidente da Câmara de Comércio de Xangai e já participou de reuniões com diversas autoridades públicas brasileiras, incluindo o prefeito de Mogi das Cruzes (SP) e o ex-governador Geraldo Alckmin.

A delegada lembrou que Zheng já havia sido sequestrado meses atrás por um ex-funcionário de própria empresa.

Elisabete recordou que à época da sequestro, recebeu telefonemas da Consulado em São Paulo e da Embaixada da China no Brasil pedindo um esforço adicional resgatar Marcos Zheng.

“Recebemos ligações de pessoas importantes politicamente para que pudéssemos conduzir a investigação com celeridade”, declarou.

FONTE: TERÇA LIVRE

Depois de abordar um homem com uma caixa de álcool em gel de origem suspeita em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, policiais civis da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes da cidade descobriram uma central de distribuição para embalar e fracionar o produto, além de shampoos falsificados. O homem abordado disse que havia comprado o produto para seu uso e indicou o local da compra.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a central funcionava em uma casa no bairro do Jaraguá, na capital paulista. Durante o flagrante foram apreendidas 15 caixas fechadas contendo 25 frascos de álcool em gel de 500 ml falsificados, 11 galões de 50 litros com substância para envasar os frascos vazios, além de diversos outros materiais de insumo para manipulação dos produtos. Um homem foi preso.

“O morador da residência, de 33 anos, confessou aos policiais a manipulação das mercadorias para posterior venda. O autor foi indiciado por falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. Ele foi encaminhado à Cadeia Pública, onde permanece à disposição da Justiça”, informou a Secretaria de Segurança.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

A Polícia Civil de São Paulo desmantelou nesta terça-feira (17) uma quadrilha especializada em falsificar medicamentos de alto custo usados no tratamento contra o câncer.

A ação da polícia paulista ocorreu em apoio à do Piauí, que investigava a facção há cerca de dois meses.

A operação de hoje, que resultou na prisão de cinco pessoas em São Paulo, contou com a participação de agentes piauienses e equipes da 1ª Delegacia de Polícia Antissequestro (DAS), do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) de São Paulo.

Cinco pessoas foram presas temporariamente. Na operação, a polícia apreendeu caixas de medicamentos, celulares e arquivos de computador.

O foco das investigações agora será a identificação e prisão de outros envolvidos no esquema.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Mais 34 Crimes Violentos Letais Intencionais (homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte) foram registrados em todo o Ceará neste sábado (22), segundo a secretaria estadual de Segurança Pública e Defesa Social. Com isto, subiu para 122 o total de mortes violentas registradas desde a última quarta-feira (19), depois que parte dos policiais militares começaram a ocupar quartéis e esvaziar pneus de viaturas em protesto contra a proposta de reajuste salarial que o governo cearense apresentou para a categoria.

Em nota, a secretaria compara o número de crimes violentos registrados dia a dia, ao longo da última semana, para demonstrar o impacto de cinco dias de motim policial no estado. Na segunda-feira (17), véspera do início dos protestos militares, foram registrados apenas três crimes violentos letais intencionais. Na terça-feira (18), foram contabilizados cinco casos. Na quarta-feira (19), o número de ocorrências saltou para 29. Na quinta-feira (20) foram 22 registros. E na sexta-feira, houve o maior número de vítimas até o momento: 37.

Legalmente, policiais militares são proibidos de fazer greve, motivo pelo qual os protestos da categoria são classificados como motim. Na sexta-feira (21), o governo cearense afastou por 120 dias 167 policiais militares que participam da paralisação. Os agentes deverão entregar identificações funcionais, distintivos, armas, algemas, além de quaisquer outros itens que os caracterizem nas suas unidades e ficarão fora da folha de pagamento a partir deste mês de fevereiro.

Os inquéritos militares instaurados contra os agentes afastados serão julgados pela Justiça Militar. Já os procedimentos administrativos disciplinares serão realizados pela Controladoria-Geral de Disciplina (CGD) da própria Polícia Militar.

A pedido do governo cearense, mais de uma centena de policiais da Força Nacional desembarcaram em Fortaleza na última quinta-feira para reforçar a segurança. No mesmo dia, o presidente Jair Bolsonaro autorizou o emprego de até 2,5 mil militares das Forças Armadas no estado. O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União e vale pelo período de 20 a 28 de fevereiro. Policiais rodoviários federais também reforçarão o patrulhamento ostensivo.

No Twitter, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, informou que participará da comitiva com os ministros da Defesa, Fernando Azevedo, e da Advocacia-Geral da União (AGU), André Mendonça. “É tempo de superar a crise e serenar os ânimos. Servir e proteger acima de tudo”, escreveu Moro na rede social.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

A Polícia Federal informou, em nota, que um suspeito de envolvimento na morte de um policial federal no Rio de Janeiro foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ele seria o chefe da milícia nas comunidades do Rola e Antares, na zona oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a PF, a prisão ocorreu na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, na madrugada de sábado (15).

Em patrulhamento na rodovia, por volta das 4h policiais rodoviários federais desconfiaram dos ocupantes de um carro. “Havia dois homens e duas mulheres no veículo. Durante a revista, os policiais encontraram duas pistolas, calibre .40, carregadores e uma granada”, dia a nota.

Ao consultarem os sistemas de segurança pública, os policias constataram que um dos ocupantes do carro era foragido da Justiça, responsável por uma milícia que atua em comunidades da zona oeste. “O homem estaria fugindo de Santa Cruz, pois é suspeito de envolvimento na morte do policial federal Ronaldo Heeren, ocorrido na quinta-feira (13), na comunidade do Rola”, informa o comunicado.

De acordo ainda com a Polícia Federal, o homem seria um dos chefes da milícia conhecida como Bonde do Ecko, “criminoso integrante da lista de procurados do Ministério da Justiça e Segurança Pública”.

A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral afirmou que seu vice-governador e, posteriormente, governador Luiz Fernando Pezão recebia propina desde antes do período de seu governo. Pezão negou e disse que é totalmente inocente, vítima de um complô de delações premiadas. Ambos foram interrogados, nesta segunda-feira (3), pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, no âmbito da Operação Boca de Lobo, um desdobramento da Lava Jato.

Cabral foi o primeiro a falar. Questionado por Bretas se Pezão fez parte da organização criminosa da qual ele participou e pela qual está preso, Cabral não teve dúvidas e disse que sim.

“Eu confirmo. O vice-governador e governador Luiz Fernando Pezão participou da estruturação dos benefícios indevidos desde o primeiro instante do nosso governo. Desde mesmo da campanha eleitoral e durante os oito anos em que eu fui governador. Eu estabeleci, junto com o Pezão, o percentual [de propina junto às empreiteiras] de 5%. [Sendo] 3% para o meu núcleo, 1% para o núcleo dele e 1% para o Tribunal de Contas do Estado, para aprovação das licitações”, disse Cabral.

Segundo Sérgio Cabral, foi Pezão quem inventou o termo “taxa de oxigênio”, como era batizada a propina. O ex-governador Cabral disse ainda que, além desse percentual fixo, era destinada uma mesada, que chegou a R$ 150 mil, entregue diretamente a ele.

Pezão

 O ex-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão deixa a 7ª Vara Criminal

O depoimento de Cabral durou 1h10. Em seguida, após Cabral deixar a sala de audiência, foi a vez de Pezão falar, pela primeira vez, a Bretas. O ex-governador, que, após ficar preso por um ano, atualmente está em regime domiciliar, com uso de tornozeleira, negou veementemente as acusações feitas por Cabral, fazendo o que classificou como um desabafo.

Ao final, Pezão conversou com os repórteres, do lado de fora do prédio da Justiça Federal.

“É a primeira vez que eu estou falando. Eu fui julgado, condenado, preso e nunca tive a chance de falar. Só tem quatro pessoas que falam contra mim, um grupo que viveu a vida inteira junto. Estão correndo atrás de benefícios em cima de mim, quatro pessoas que já estão condenadas. Os maiores construtores do país estiveram aqui e ninguém falou de mim. Claro que eu sou inocente, eu tenho 36 anos de vida pública, e a única coisa que eu vou ter é a minha aposentadoria do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social]. É o dinheiro com o que eu vou viver”, disse Pezão.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

O número de mortes em consequência da explosão em uma casa do Complexo do Alemão, em Ramos, zona norte do Rio, subiu para três. Jânio Pereira da Costa, que estava internado no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, morreu na noite de ontem (1º).

Wallace da Rocha Lourenço, Clébio Serzedelo Morais de Abreu e Murilo Fernandes da Silva permanecem em estado grave na mesma unidade. Ontem já tinha sido confirmada a morte de Fábio Daniel Diomedes Ferreira. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, ele chegou morto ao hospital.

No Hospital Salgado Filho, no Méier, zona norte do Rio, outras três vítimas da explosão seguem internadas com quadro grave de saúde. Ontem também foi confirmada a morte de uma pessoa que foi levada para a mesma unidade. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) não informou os nomes dos pacientes, mas acrescentou que outras vítimas tinham sido atendidas na UPA do Alemão e já foram liberadas.

Investigação

A explosão que ocorreu na noite do dia 31 está sendo investigada pela 22ª DP (Penha). Segundo o Corpo de Bombeiros, o chamado para o atendimento foi registrado às 22h. Na chegada da equipe não havia mais incêndio e os bombeiros começaram a transportar as vítimas para o Getúlio Vargas. Equipes da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) foram acionadas naquela noite para atender uma ocorrência de explosão.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Um homem esfaqueou e feriu cinco pessoas na casa de um rabino, ontem (28) à noite, na cidade de Monsey, a cerca de 50 quilômetros ao norte de Nova York.
 
O incidente ocorreu durante uma celebração da festa religiosa Hanukkah. Os feridos foram levados para o hospital. Segundo a polícia, o suspeito foi capturado duas horas mais tarde em Nova York.
 
O governador Andrew Cuomo condenou o atentado e determinou que o caso seja investigado por uma força-tarefa dedicada a crimes de ódio.
 
Desde sexta-feira (27), a polícia de Nova York tinha reforçado a vigilância em bairros judaicos após uma série de ataques antissemitas na localidade.
 
* Com informações da NHK, emissora pública de televisão do Japão

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

A apreensão de cocaína pela Polícia Federal (PF) mais que dobrou entre janeiro de 2016 e novembro de 2019, passando de 39 toneladas para 98,4 toneladas, um acréscimo de quase 150% em menos de quatro anos.

O resultado, que não é definitivo, foi divulgado hoje (12) durante balanço das ações realizadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública ao longo deste ano.

Os dados apresentados pelo diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, monstram que o volume da droga apreendido vem crescendo gradualmente ano após ano.

Em 2016, só a PF tirou de circulação 39 toneladas de cocaína. Em 2017, o volume atingiu 46 toneladas. Em 2018, pouco mais de 73 toneladas foram apreendidas.

Até o início de dezembro deste ano, o resultado já superava as 98,4 toneladas. A expectativa de Valeixo é que, até o fim do mês, o total supere as 100 toneladas.

“Isso demonstra acréscimo, em razão do perfil de trabalho que vem sendo desenvolvido pela unidade especializada no combate internacional ao tráfico de drogas”, afirmou o diretor-geral.

O resultado vai na contramão da apreensão de maconha pela Polícia Federal. Após um salto em 2017, quando foram confiscadas quase 326 toneladas da erva, o volume apreendido passou a cair: foram 251 toneladas em 2018 e 223 toneladas em 2019.

A queda pode ser explicada pelo maior número de pés de maconha localizados e destruídos por policiais federais, cerca de 3,4 mil toneladas. O número,  segundo Valeixo, representa um recorde e supera a soma dos resultados registrados em 2017 (1,01 tonelada) e em 2018 (1,45 tonelada).

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também registrou aumento de 26% na apreensão de cocaína durante os últimos 11 meses, em comparação ao total do ano passado, totalizando 23 toneladas apreendidas apenas nas rodovias federais.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

A apreensão de cocaína pela Polícia Federal (PF) mais que dobrou entre janeiro de 2016 e novembro de 2019, passando de 39 toneladas para 98,4 toneladas, um acréscimo de quase 150% em menos de quatro anos.

O resultado, que não é definitivo, foi divulgado hoje (12) durante balanço das ações realizadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública ao longo deste ano.

Os dados apresentados pelo diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, monstram que o volume da droga apreendido vem crescendo gradualmente ano após ano.

Em 2016, só a PF tirou de circulação 39 toneladas de cocaína. Em 2017, o volume atingiu 46 toneladas. Em 2018, pouco mais de 73 toneladas foram apreendidas.

Até o início de dezembro deste ano, o resultado já superava as 98,4 toneladas. A expectativa de Valeixo é que, até o fim do mês, o total supere as 100 toneladas.

“Isso demonstra acréscimo, em razão do perfil de trabalho que vem sendo desenvolvido pela unidade especializada no combate internacional ao tráfico de drogas”, afirmou o diretor-geral.

O resultado vai na contramão da apreensão de maconha pela Polícia Federal. Após um salto em 2017, quando foram confiscadas quase 326 toneladas da erva, o volume apreendido passou a cair: foram 251 toneladas em 2018 e 223 toneladas em 2019.

A queda pode ser explicada pelo maior número de pés de maconha localizados e destruídos por policiais federais, cerca de 3,4 mil toneladas. O número,  segundo Valeixo, representa um recorde e supera a soma dos resultados registrados em 2017 (1,01 tonelada) e em 2018 (1,45 tonelada).

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também registrou aumento de 26% na apreensão de cocaína durante os últimos 11 meses, em comparação ao total do ano passado, totalizando 23 toneladas apreendidas apenas nas rodovias federais.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

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