A nota de R$ 200, com a imagem do lobo-guará, começa a circular hoje (2). Segundo o Banco Central (BC), será a sétima cédula da família de notas do Real. Serão produzidos neste ano 450 milhões de unidades. Ainda não foi divulgada a imagem da nova cédula.

A cerimônia de lançamento das novas cédulas será às 13h30 de hoje e será transmitida pelo canal do BC no YouTube.

O lobo-guará foi escolhido em pesquisa realizada pelo BC em 2001 para eleger quais espécies da fauna brasileira deveriam ser estampadas nas cédulas do país.

De acordo com o Banco Central, o lançamento da nova nota é uma forma de a instituição agir preventivamente para a possibilidade de aumento da demanda da população por papel moeda.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
 

A força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba já tem definido o sucessor de Deltan Dallagnol. A partir de agora a função de coordenador passa a ser de responsabilidade de Alessandro José Fernandes de Oliveira. Ele é procurador da República desde 2004 e trabalha no Paraná há nove anos.

O novo coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Paraná é um dos integrantes mais antigos da Procuradoria da República no Estado, de acordo com comunicado divulgado pelo Ministério Público Federal (MPF) na tarde desta terça-feira, 1º. Além disso, Oliveira já demonstrou “interesse e disponibilidade para coordenar os trabalhos” da operação, afirma o MPF.

“Os trabalhos na força-tarefa prosseguirão da mesma forma”

Oliveira assume o posto com apoio da equipe da força-tarefa. Em nota, o time fala em “apoio e confiança” ao novo coordenador. “Os trabalhos na força-tarefa prosseguirão da mesma forma como nos últimos anos”, pontua trecho do comunicado divulgado pelo MPF.

Formação e experiência

O mais novo coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Paraná é graduado em segurança pública pela Academia Policial Militar do Estado do Paraná e em direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Além disso, conta com mestrado em direito das relações sociais pela mesma UFPR.

Fora o trabalho prestado como procurador, Alessandro José Fernandes de Oliveira é professor universitário desde 1996. Atualmente dá aulas na Escola Superior do Ministério Público da União. Trabalha com as disciplinas de direito criminal e processo penal, por exemplo.

Na carreira como procurador, Oliveira faz parte de quatro grupos de trabalhos: Lava Jato na Procuradoria-Geral da República, Medidas Cautelares Reais, Câmara Criminal e Câmara de Combate à Corrupção. Antes de chegar à coordenação da força-tarefa da Lava Jato, ele foi:

  • Conselheiro do Conselho Penitenciário do Estado do Paraná (2011-2013);
  • Coordenador da Rede de Controle da Gestão Pública no Estado do Paraná (2012-2016);
  • E Procurador Regional Eleitoral no Estado do Paraná (2013-2017).

FONTE: REVISTA OESTE

 

A divulgação de dados dos Estados Unidos e da China e o anúncio do envio da reforma administrativa ao Congresso fizeram o mercado financeiro ter um dia de otimismo. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (1º) vendido a R$ 5,385, com recuo de R$ 0,096 (-1,75%). A cotação está no menor nível desde 13 de agosto, quando a divisa havia fechado em R$ 5,367.

No mercado de ações, o dia foi de recuperação das últimas sessões. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), subiu 2,82% e fechou aos 102.168 pontos. Ontem (31), o indicador tinha fechado abaixo dos 100 mil pontos.

Mesmo a queda de 9,7% no Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) no segundo trimestre não desanimou o mercado. O dólar abriu em queda; e a bolsa, em alta depois da declaração do presidente Jair Bolsonaro de que pretende enviar a proposta de reforma administrativa ao Congresso na quinta-feira (3).

O anúncio da prorrogação do auxílio emergencial com a metade do valor também contribuiu para o otimismo nas negociações. A retomada da agenda de reformas que reduzam os gastos obrigatórios nos próximos anos é considerada pelo mercado financeiro como caminho para que os juros de longo prazo caiam. As taxas longas funcionam como um indicador do mercado do grau de desconfiança em relação ao país.

O mercado financeiro global também teve um dia de otimismo. Durante a madrugada, notícias sobre o crescimento da produção industrial chinesa animou os investidores. O clima positivo aumentou com a divulgação de crescimento da atividade manufatureira nos Estados Unidos. Índices de Wall Street, como o Nasdaq (das empresas de tecnologia) e o S&P 500 voltaram a bater recorde.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
 

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (1º) o texto-base do novo marco regulatório do setor de gás natural. O Projeto de Lei 6407/13 muda o regime de exploração de gasodutos no Brasil, que passará de concessão para autorização. A proposta também quebra o monopólio dos estados na distribuição do gás natural.

Neste momento, parlamentares analisam propostas que ainda podem modificar trechos da matéria.

Segundo o relator da matéria, deputado Laércio Oliveira (PP-SE), com as novas regras, o custo do botijão de gás vai diminuir para o consumidor. “A nova Lei do Gás vai reindustrializar o Brasil, aumentar a receita dos governos e reduzir o custo do gás nas empresas, nos comércios e até nas residências. Daqui a alguns anos, quando o brasileiro estiver em casa cozinhando com seu botijão, que ele conseguiu comprar mais barato, saberemos que este foi o resultado de uma escolha importante que fizemos neste dia”, disse.

De acordo com a proposta, as empresas com sede no Brasil poderão atuar nesse mercado por meio de autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação prevê que as empresas se submetam a um leilão de concessão da ANP para atuar no setor.

Com o novo marco, as empresas poderão atuar, com base num processo de chamada pública, em serviços de transporte, importação, exportação, estocagem subterrânea, acondicionamento, escoamento, tratamento, liquefação, regaseificação e atividades de construção, ampliação de capacidade e operação de unidades de processamento ou tratamento de gás natural.

Também fica extinta a exclusividade dos estados na atividade de distribuição de gás natural, além de permitir a exploração desse serviço pelas concessionárias privadas de energia elétrica. De acordo com Laércio Oliveira, a expectativa da indústria é gerar R$ 60 bilhões de investimentos por ano e triplicar a produção industrial.

Divergência

Parlamentares oposicionistas tentaram adiar a votação da matéria e criticaram a proposta por considerar que a proposta de livre concorrência no setor pode não gerar a diminuição do preço do gás ao consumidor.

“Eu queria que houvesse livre concorrência, para diminuir o preço do gás. Isso seria importante para nós, seria positivo. Só que eu já ouvi essa cantilena. Olhem o caso das passagens aéreas: disseram que iam abrir a concorrência, só que aumentaram os preços das passagens, disseram que as bagagens seriam mais baratas, mas estão muito mais caras. Então, temos a questão das passagens mais a das bagagens, e agora estão cobrando pelas conexões. Olhem aí: é a liberdade de preço”, argumentou o deputado Pompeu de Matos (PDT-RS).

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu hoje (1º) que a mudança na data das eleições devido à pandemia de covid-19 beneficia candidatos que estariam impedidos de disputar o pleito com base na Lei da Ficha Limpa. Por maioria de votos, os ministros entenderam que os candidatos não estão mais inelegíveis com a alteração. 

O caso foi decidido por meio de uma consulta feita pelo deputado federal Célio Studart (PV-CE), questionando se um candidato cuja inelegibilidade vencia em outubro, quando se realizaria a eleição, pode ser considerado elegível para disputar o pleito em 15 novembro, nova data da eleição estabelecida pelo Congresso.

O parlamentar argumentou que, na nova data, já estaria vencido o prazo de oito anos de inelegibilidade para os condenados por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2012, por exemplo. Isso porque, nesses casos, conforme deliberado pela própria Justiça Eleitoral, a contagem teve como marco inicial o dia 7 de outubro, data do primeiro turno da eleição daquele ano.

Devido à pandemia da covid-19, o Congresso promulgou emenda constitucional que adiou o primeiro turno das eleições deste ano de 4 de outubro para 15 de novembro. O segundo turno, que seria em 25 de outubro, foi marcado para 29 de novembro.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
 

Um dos temas de maior preocupação nas discussões sobre Inteligência Artificial (IA) são os impactos que a tecnologia pode ter nas atividades profissionais. Pesquisas apontam para previsões e tendências diversas, desde as que indicam riscos de substituições de muitos postos de trabalho a outras que defendem um efeito positivo com a criação de novas ocupações. Em meio às divergências, ganha força o consenso de que se para o bem ou para o mal, a IA mudará parte das profissões como as conhecemos e demandará a requalificação dos trabalhadores.

As análises variam e tratam também do emprego da inteligência artificial combinada com outras tecnologias como automação. Na adoção de IA nas atividades econômicas, uma das aplicações intimamente relacionadas é a robótica. Embora nem toda máquina deste tipo funcione com um sistema inteligente, os dois domínios tecnológicos vêm crescendo e sendo empregados de forma articulada, especialmente nas linhas de montagem na indústria.

Essa atuação conjunta é impulsionada pelo aumento do número de robôs. Segundo a federação internacional da área, entre 2012 e 2018, o número de unidades fabricadas anualmente quase triplicou, saindo de 150 mil para 430 mil ao longo do período.

As previsões sobre o potencial da inteligência artificial e de tecnologias associadas sobre os empregos variam bastante conforme os estudos. Um dos mais notórios, dos pesquisadores Carl Frey e Michael Osbourne, divulgado em 2013, apontava 47% dos empregos nos Estados Unidos como passíveis de substituição por máquinas inteligentes. Outro estudo, dos pesquisadores Melanie Arntz, Terry Gregory e Ulrich Zierahn ,em 2016, estimou que o potencial de substituição seria de apenas 9%.

Relatório da consultoria McKinsey de junho de 2019 estima um equilíbrio no saldo de empregos até 2030, com perdas de 20% e ganhos na mesma proporção, com pequenas variações. Contudo, se a diferença nominal não se alterar, as mudanças devem ser robustas. Entre 40 e 160 milhões de mulheres e 60 e 275 milhões de homens podem ter que mudar de ocupação.

Outro estudo da consultoria, ouvindo gestores de diversos países em novembro de 2019, identificou uma previsão maior de redução (34%) do que ampliação (21%) dos seus postos de trabalho na estimativa desses empresários. Outros 28% preveem uma alteração não muito representativa (com variação de cerca de 3%).

Em relatório de 2018, o Fórum Econômico Mundial, apoiador dos aspectos positivos do que chama de 4a Revolução Industrial, pontua a inteligência artificial como um dos quatro fatores de mudança do trabalho – além da conectividade móvel, coleta massiva de dados e computação em nuvem.

Metade dos empresários ouvidos no documento previu mais perdas do que ganhos em número de empregos. Enquanto em 2018 a proporção em tarefas humanas e desempenhadas por máquinas era de 71% para 29%, a expectativa era que em 2022 essa diferença caísse para 58% a 42%. Mas na projeção consolidada as transformações ensejariam um saldo positivo até 2022 de 58 milhões de postos de trabalho.

A inteligência artificial traz soluções para os labores mais complexos, potencializando a adoção de soluções automatizadas. A capacidade de processar dados permite a entrada em áreas onde hoje predomina a atividade humana, como realização de diagnósticos, elaboração de textos, relação com clientes e operacionalização de vendas ou transações financeiras. As ocupações mais suscetíveis são aquelas de tarefas de rotina tanto físicas quanto cognitivas.

Já atividades que demandam formas mais complexas de juízo e decisão são mais desafiadoras. Mas a medida que o desenvolvimento da tecnologia evolua no sentido da aproximação de habilidades intelectuais humanas (como avaliação ou tomada de decisão), os sistemas podem adquirir capacidade de substituir tarefas mais complexas. Conforme o relatório da McKninsey, as atividades com maior risco de substituição serão trabalhadores de serviços (30%), operadores de máquinas (40%). Já os ganhos maiores devem ocorrer nas áreas de saúde (25%) e manufatura (25%).

Já de acordo com o relatório de 2019 da consultoria, no segmento de transporte e logística, 19% dos ouvidos previram uma diminuição acima de 10% dos empregos, e 25% dos entrevistados indicaram uma queda entre 3% e 10%. No setor de telecomunicações, os percentuais ficaram em 18% e 37%; e no automotivo, em 18% e 28%. Já os com prospecto otimista são os de infraestrutura, serviços profissionais e alta tecnologia.

Entre os otimistas, as previsões de substituição são exageradas. “Até agora, as conversas sobre o impacto da inteligência artificial em empregos, e na economia mais largamente, é dominada por comentários alarmistas. Essas discussões precisam ser baseadas em fatos e medidas”, argumentou o principal economista da maior rede social profissional do mundo, o Linkedin, em entrevista ao AI Index.

“Vamos conseguir automatizar vários processos manualmente. A maioria do que realizamos hoje, até mesmo de call center, serão passíveis de automatização. Na facilidade que ele traz para o mundo, reduzindo todas as atividades que são feitas, vai gerar uma revolução na forma como trabalhamos”, avalia o cientista de dados da startup Semantix Alexandre Lopes.

Em palestra na 5ª Semana de Inovação do governo federal, promovida em novembro de 2019, no Brasil, o autor de livros de sucesso, como "Homo Deus: uma Breve História do Amanhã”, e professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, Yuval Noah Harari, alertou para o desafio diante das mudanças nos empregos causada pela inteligência artificial.

“Trabalhos que são feitos hoje vão desaparecer ou mudar e outros novos vão emergir. Mas não sabemos se os novos serão suficientes e é um problema retreinar pessoas para os novos trabalhos. Se você é caminhoneiro e perde seu emprego para um veículo automático, como uma pessoa de 45 anos se reinventa como professor de ioga ou engenheiro de software? Mesmo que você faça isso, não será uma solução de longo termo”, ponderou.

O pesquisador da Fundação Konrad Adenauer e autor de livros sobre o tema Eduardo Magrani reforça essa preocupação. O avanço da inteligência artificial ao mesmo tempo que pode proporcionar um ganho econômico oferece risco de substituição de homens por máquinas. O problema da empregabilidade gera necessidade imediata de plano de ação pelos Estados para que faça trabalho de formação para empregos do futuro de modo que não seja só ameaça e que pessoas consigam se requalificar para trabalhar juntos”, defende.

Impactos econômicos

O avanço da inteligência artificial está relacionado ao seu potencial de promoção de ganhos econômicos. O levantamento da McKinsey de novembro de 2019 apontou que 63% dos ouvidos relataram algum ganho econômico com a aplicação de IA. Esses efeitos foram sentidos sobretudo nas áreas de marketing e vendas, desenvolvimento de produto e cadeia produtiva. Já a redução de custos ocorreu sobretudo na manufatura, nos recursos humanos e nas cadeias produtivas. Dos que adotaram soluções em IA, 74% disseram ter intenção de utilizar mais a tecnologia.

Os setores empresariais com maior incorporação de inteligência artificial em seus procedimentos são os de alta tecnologia (78%), automotivo (76%), telecomunicações (72%), transporte e viagens (64%) e finanças (62%). O maior crescimento entre 2018 e 2019 foi registrado nos segmentos de varejo (35%), transporte e viagens (26%), alta tecnologia (17%) e energia (16%).

Esses setores fazem usos diversos. Enquanto as companhias de alta tecnologia e telecomunicações tiveram maior implantação de soluções em aprendizagem de máquina, no setor automotivo e nos bens embalados a opção mais frequente foram os robôs físicos. Na saúde, as aplicações mais populares foram as de visão computacional (como as empregadas na leitura de exames), enquanto nas finanças proliferaram mais rapidamente iniciativas de automação de processos.

No Brasil, por exemplo, a Gerdau implementou o que chama de controle de desempenho de mil equipamentos em diversas plantas distribuídas no país em tempo real por meio de 40 mil sensores instalados. Baseada em inteligência artificial, essa tecnologia ajuda a identificar falhas nas máquinas. De acordo com a assessoria do grupo, a expectativa é que o emprego dessa solução técnica possa elevar a vida útil dos equipamentos em 20%.

Empresas de fabricação de bens embalados relataram o emprego de robôs para parte das atividades. Operadoras de telecomunicações vêm adotando agentes virtuais para relação com clientes, substituindo atendentes nos serviços de relação com clientes.

O levantamento encontrou uma distância grande entre o que chamou de principais adotantes de IA e demais setores. No alinhamento da estratégia para a tecnologia com a do restante da firma, 72% do primeiro grupo responderam positivamente, contra 15% do segundo grupo. Na promoção de treinamento em IA, a diferença foi de 35% a 10%.

Habilidades

Conforme relatório do Fórum Econômico Mundial de 2018, a estabilidade em habilidades deve ficar na casa dos 58% em 2022, com outros 42% demandando requalificação. No total, 54% dos trabalhadores deve desenvolver novas habilidades, sendo 35% com treinamento mínimo de seis meses, 9% de seis a 12 meses, e 10% de mais de um ano. “A importância das habilidades como design tecnológico e programação ressaltam a demanda por tipos diferentes de competências tecnológicas”, pontua o documento.

A plataforma profissional Linkedin elaborou um levantamento no qual mapeia habilidades de inteligência artificial em diversas ocupações. Um primeiro grupo de habilidades compreende aquelas pessoas que trabalharão no desenvolvimento de soluções de IA. O Índice Global de Competitividade de Talentos 2020 (GCTI), da organização INSEAD, identifica outros dois grupos de habilidades necessárias, um que será aplicado nos ambientes de trabalho e demandará a requalificação para lidar com soluções técnicas deste tipo, e outro dos trabalhadores que passarão a ter suas carreiras, admissões e demissões analisadas por sistemas inteligentes.

Entre os que postulam uma visão mais otimista do impacto da IA no trabalho, a adaptação dos trabalhadores envolveria a aquisição de habilidades híbridas. Paul Daugherty e James Wilson, autores do livro Humano + Máquina, elencam algumas delas, como trabalhar o tempo sob perspectiva humana, a integração das decisões prevalecendo a do indivíduo, identificação de formas de potencializar a ajuda das máquinas, aproveitamento dos dispositivos como extensões do corpo e estímulo ao aprendizado dos sistemas.

Desenvolvedores de inteligência artificial

O trabalho em IA vem crescendo em alguns países. O Brasil mais do que dobrou o número de contratação em relação a 2015. Nos Estados Unidos, o percentual sobre o total de empregos anunciados online saiu de 0.7% em 2010 para 0,28%. No caso de aprendizagem de máquina, o índice saiu do mesmo patamar inicial uma década atrás para 0,5%. O crescimento vem se dando sobretudo nas áreas de alta tecnologia (como o da informação), finanças e seguros, indústria e suporte à gestão de recursos.

Uma das preocupações com o trabalho em inteligência artificial envolve a crescente demanda e o deficit atual desses profissionais. Na Europa, o cálculo era que faltavam 600 mil trabalhadores em carreiras relacionadas a tecnologias da informação e comunicação. Há, também, uma disputa pelos talentos. Levantamento da União Europeia identificou 240 profissionais de países do bloco no Vale do Silício, principal sede de empresas de tecnologia dos Estados Unidos.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 

O novo marco do gás deve ir à votação na Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 1°, e promete destravar investimentos de até R$ 43 bilhões. Além disso, a medida ajudará na reindustrialização do país. A proposta em discussão no Congresso Nacional abre um setor que ainda dominado pela Petrobras. Dessa forma, com a saída da estatal do negócio de distribuição — em que é sócia de 19 de um total de 26 distribuidoras — e vender sua malha de gasodutos e estruturas essenciais, o ministro da Economia, Paulo Guedes, avalia que a chegada de novos concorrentes ao setor pode fazer com que o preço do gás caia 40%.

Caso seja aprovado pelos parlamentares, haverá mudanças no regime de exploração de gasodutos para o de autorizações. O modelo é mais simples que as atuais concessões e impede que uma empresa atue em várias etapas da produção, bem como a relação societária entre transportadores (atividade exercida por monopólio) e produtores e comercializadores (em regime competitivo). Assim sendo, a proposta assegura o livre acesso de outras empresas a infraestruturas essenciais — como gasodutos, unidades de processamento e terminais de liquefação. Por fim, prevê desburocratizar a prestação do serviço de transporte.

FONTE: REVISTA OESTE

 

Joice Hasselmann aproveitou a convenção do PSL paulistano, realizada na tarde de hoje, para criticar tucanos. Alçada à condição de candidata à prefeitura da capital paulista, ela foi além de chamar o prefeito Bruno Covas de “nulidade”. Propôs-se a analisar — sem elogios — o trabalho do governador João Doria.

De acordo com Joice, Doria errou quando esteve à frente do Executivo da maior cidade do país. “Não foi prefeito. Ele só deu uma passadinha. Foi mais marqueteiro que prefeito e deixou uma nulidade que é o Bruno Covas”, disse. Assim, a filiada ao PSL lembrou que Doria abandonou a prefeitura em menos de dois anos para se candidatar a governador. Ela, contudo, chegou a apoiar a candidatura do tucano ao governo do Estado. Foi uma das idealizadoras do movimento “bolsodoria” nas eleições de 2018.

Bolsonaro em pauta

A candidata aproveitou o evento para falar de Jair Bolsonaro. Joice chegou a ser líder do governo no Congresso, mas rompeu com o presidente em meio a disputas internas do PSL. Ela mais uma vez analisou a possibilidade de o mandatário do país voltar ao partido (pelo qual foi eleito em 2018).

“Que [Bolsonaro] peça desculpas públicas a quem ele tentou destruir”

“Por que o presidente Bolsonaro quer voltar ao PSL? Qual a intenção? É para construir ou para destruir? É para fazer uma intervenção inquisidora?”, questionou Joice Hasselmann. “Se for para isso, que fique onde está. Se ele vier para construir, que peça desculpas públicas a quem ele tentou destruir”, prosseguiu, conforme informa o jornal O Estado de S. Paulo. Ela, que se afasta do cargo de deputada federal, colocou-se na lista de personagens atacados por Bolsonaro.

FONTE: REVISTA OSTE

 

O Ministério da Economia informou na segunda-feira 31 que a liberação de R$ 12 bilhões em recursos para o Programa de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) começa nesta semana. Conforme Antônia Tallarida, subsecretária de Desenvolvimento de Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismo e Artesanato do Ministério da Economia, a previsão é que os recursos cheguem aos bancos entre quarta e quinta-feira.

Parte dos recursos será destinada para as seguintes instituições financeiras regionais:

  • Banrisul: R$ 730 milhões;
  • Banco da Amazônia: R$ 282 milhões;
  • Banco do Nordeste: R$ 268 milhões;
  • Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais: R$ 203 milhões;
  • Agência de Fomento de Goiás: R$ 21 milhões.

O Pronampe foi uma das medidas anunciadas pelo governo para suavizar os impactos provocados pela pandemia de coronavírus. O programa é destinado a microempresas (com faturamento de até R$ 360 mil ao ano) e empresas de pequeno porte (faturamento até R$ 4,8 milhões ao ano). Além disso, abrange também profissionais liberais. No início do Pronampe, empresários reclamaram da dificuldade para ter acesso ao crédito.

FONTE: REVISTA OESTE

 

O governador em exercício do Rio de Janeiro, Claudio Castro, fez hoje à tarde (28) a primeira reunião de trabalho com a cúpula da segurança pública no estado, pouco depois de assumir o cargo. No encontro, ele reforçou a importância das ações de combate à criminalidade no Estado do Rio de Janeiro.

Durante a reunião no Palácio Guanabara, sede do governo estadual, Castro ressaltou que as Secretarias de Polícia Civil e de Polícia Militar devem trabalhar integradas para garantir a segurança da população e a redução dos índices de criminalidade. Nas últimas 24 horas, áreas do Rio de Janeiro viveram momentos de terror, com criminosos de uma facção rival tentando invadir o Complexo do São Carlos, na região central da cidade.

De acordo com o governador interino, o enfrentamento ao crime organizado, com planejamento e inteligência, será a principal diretriz da política de segurança no estado. Ele anunciou que pretende manter a equipe de segurança pública.

“Vamos continuar trabalhando ainda mais integrados para levarmos paz à população fluminense. Manteremos os comandos das secretarias, que estão fazendo trabalhos com resultados visíveis. Na última terça-feira, a Polícia Civil realizou a maior operação da história, cumprindo mandados de prisão contra 416 autores de roubo, latrocínio e receptação. O Estado do Rio também registrou o menor número de homicídios dolosos em 30 anos. Esse tipo de crime caiu 19% em julho deste ano na comparação com o mesmo mês de 2019”, destacou Claudio Castro.

Participaram da reunião os secretários de Polícia Civil, Flávio Marcos Amaral de Brito; de Polícia Militar, coronel Rogério Figueredo; e de Administração Penitenciária, Alexandre Azevedo de Jesus. Também estiveram no encontro o secretário da Casa Civil, André Moura; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Roberto Robadey; e o procurador geral do Estado, Reinaldo Frederico Afonso Silveira.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
 

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