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O Vasco é o novo líder do Campeonato Brasileiro. A equipe carioca venceu o Ceará por 3 a 0 e pulou na dianteira da tabela, com os mesmos nove pontos do Internacional, mas com melhor saldo de gols. Apesar de um jogo a menos, o time do técnico Ramon Menezes venceu a terceira partida consecutiva nesta quinta-feira (20) em Fortaleza. O próximo adversário dos cruzmaltinos, no domingo (23), será o Grêmio, em São Januário. Nos outros dois jogos da rodada realizados nesta noite o São Paulo empatou em 1 a 1 com o Bahia, enquanto o Santos derrotou o Sport por 1 a 0.

Na Arena Castelão, os donos da casa começaram melhores, mas o primeiro tempo terminou sem gols. Na segunda etapa, a tônica se repetia até que os visitantes abriram o placar, aos 22, com Germán Cano. O Vasco ampliou com um lindo chute de fora da área de Fellipe Bastos 10 minutos depois. Já no final da partida, nos acréscimos, Ribamar, que havia acabado de entrar no lugar do artilheiro argentino, fechou o placar e catapultou o Gigante da Colina ao topo da classificação.

No Morumbi, o duelo dos tricolores terminou sem vencedores. Os baianos saíram na frente com Rossi, aos 20 do primeiro tempo. Minutos antes, Gilberto perdeu um pênalti, defendido pelo goleiro Tiago Volpi. Na segunda etapa, o técnico Fernando Diniz colocou Luciano para estrear com a camisa são-paulina. Aos 39, o atacante correspondeu as expectativas, empatando de cabeça.

Quem também está subindo na tabela é o Santos. Jogando fora da Vila, na Ilha do Retiro, em Recife, o Peixe superou o Sport por 1 a 0. O gol do triunfo do Alvinegro praiano veio dos pés de Marinho, aos 30 do segundo tempo. A equipe de Cuca saltou para a quinta posição do campeonato e enfrenta o Palmeiras, ao meio-dia de domingo, na próxima rodada do Brasileirão.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 

O Ministério da Economia parabenizou a Câmara dos Deputados pela manutenção do veto que impede a concessão de reajustes a servidores públicos até o fim de 2021. Em nota, a pasta também elogiou os senadores que ontem (19) votaram pela manutenção do veto, mas foram derrotados.

Segundo o ministério, uma eventual derrubada do veto teria impacto fiscal relevante nas contas públicas, principalmente dos governos locais.

“O Ministério da Economia parabeniza todos os deputados envolvidos na manutenção do veto do presidente Jair Bolsonaro, que impediu temporariamente a concessão de reajustes a servidores. A possível derrubada traria graves consequências para as contas públicas, em especial de estados e municípios. Neste momento importante da democracia, é preciso elogiar, da mesma forma, os senadores que votaram favoravelmente à manutenção do veto, apesar do resultado negativo”, destacou o ministério em nota.

Articulação

Em sessão do Congresso hoje (20) à noite, a Câmara manteve o veto por 316 votos a favor e 165 contra. Como um veto precisa ser derrubado pelas duas Casas, a decisão de ontem do Senado, que havia derrubado o veto, não terá nenhum valor.

O congelamento do salário dos servidores tinha sido pedido pelo governo como condição para o pacote de ajuda de R$ 135 bilhões aos estados e municípios afetados pela pandemia do novo coronavírus. O Congresso, no entanto, tinha aprovado um destaque que excluía categorias na linha de frente ao enfrentamento à covid-19, como profissionais da saúde, da segurança pública, da educação, de carreiras periciais, de limpeza urbana e de serviços funerários.

O presidente Jair Bolsonaro vetou a lista de exceções, acarretando o congelamento dos salários do serviço público em nível federal, estadual e municipal até dezembro de 2021. Ficaram de fora da restrição, no entanto, os aumentos aprovados antes do estado de calamidade pública, como o concedido aos militares das Forças Armadas.

Ao derrubar o veto ontem, a maioria dos senadores entendeu que os profissionais da linha de frente atuaram direta ou indiretamente no combate à pandemia, mantendo serviços básicos e essenciais durante o confinamento. Por isso, justificaram a derrubada afirmando que esses profissionais merecem ter o reajuste previsto, a despeito da crise econômica. A manutenção do veto pela Câmara exigiu a articulação do governo com os deputados.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
 

A aprovação do presidente Jair Bolsonaro continua crescendo em meio à pandemia do vírus chinês.

Pesquisa do PoderData desta quarta-feira (19) indica alta de 7 pontos percentuais na aprovação do governo em relação ao último levantamento, realizado 15 dias antes. Passou de 45% para 52%. É o maior percentual registrado em 2020.

A taxa de rejeição manteve-se em queda. Caiu 5 pontos no período. Há pouco mais de 2 meses, a administração federal era rejeitada por 50% dos brasileiros. Hoje, são 40% os que desaprovam o governo.

FONTE: TERÇA LIVRE

 
 

O Senado derrubou o veto do presidente da República ao projeto que autoriza o reajuste salarial a profissionais de saúde e trabalhadores da educação pública durante o período da pandemia da Covid-19. O veto ainda será analisado pela Câmara dos Deputados em sessão prevista para a noite de hoje (20).

Em 28 de maio, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que trata da ajuda financeira a estados, municípios e o Distrito Federal para o combate aos efeitos da pandemia do novo coronavírus, com vetos ao reajuste a trabalhadores da educação, saúde e segurança pública, servidores de carreiras periciais, profissionais de limpeza urbana e de serviços funerários.

O presidente alegou que as exceções que autorizam reajuste de salários violam o interesse público ao diminuir a economia estimada com a suspensão dos reajustes.

Ao derrubar o veto, a maioria dos senadores entendeu que essas categorias atuaram direta ou indiretamente no combate à pandemia, mantendo serviços básicos e essenciais em um período em que parte da sociedade se mantinha em casa, protegendo-se do vírus. Por isso, justificaram a derrubada afirmando que esses profissionais merecem ter o reajuste previsto, a despeito da crise econômica.

‘Crime contra o Brasil’

Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, a decisão do Senado de permitir reajuste salarial a servidores públicos durante a pandemia da Covid-19 é um “crime contra o Brasil”.

“Pegar dinheiro de saúde e permitir que se transforme em aumento de salário para o funcionalismo é um crime contra o país”, declarou Guedes durante entrevista coletiva.

“Injetamos muitos recursos na crise da saúde. E o Senado deu um sinal muito ruim permitindo que o dinheiro destinado à epidemia possa se transformar em aumento de salário. Isso é um péssimo sinal. Temos que torcer para a Câmara conseguir segurar a situação”, acrescentou.

FONTE: TERÇA LIVRE

 

O Botafogo derrotou o Atlético-MG por 2 a 1 nesta quinta-feira (19) no estádio Nilton Santos e levou a equipe comandada pelo técnico argentino Jorge Sampaoli a sua primeira derrota na atual edição do Campeonato Brasileiro.

Com o revés do Galo no jogo da quarta rodada da competição, a liderança foi assumida pelo Internacional, que tem os mesmos nove pontos conquistados dos mineiros, mas que está melhor no saldo de gols, cinco contra três.

Mesmo sendo o mandante do jogo, o Botafogo preferiu adotar uma postura reativa diante de um adversário de maior qualidade técnica. O time do técnico Paulo Autuori se fechou atrás e, sempre que surgia a chance, partia em velocidade no contra-ataque.

E foi justamente desta forma que a equipe carioca construiu seu triunfo. Ainda no primeiro tempo, o Botafogo abriu o marador aos 25 minutos quando Luis Henrique partiu em velocidade pela esquerda, se livrou de um adversário com um corte seco e bateu forte para o meio da área, onde Luiz Henrique apenas escorou para vencer o goleiro Rafael.

O 2 a 0 veio apenas no segundo tempo, já aos 41 minutos. Após boa trama com Bruno Nazário, Matheus Babi cruza para o volante Caio Alexandre chegar de carrinho e marcar.

Porém, nos acréscimos da partida o Galo conseguiu descontar com o zagueiro Igor Rabelo. Primeira vitória do Glorioso, que fez o Atlético-MG perder a liderança do Brasileiro.

Triunfo do Corinthians

Quem também venceu em casa foi o Corinthians, que superou o Coritiba por 3 a 1. Na partida realizada na arena da equipe paulista o time paranaense ficou com um jogador a menos logo aos 15 minutos de partida, quando Yan Sasse deu uma cotovelada em Araos.

Aos 28 minutos o Corinthians tem a chance de abrir o marcador, quando Jô cobra pênalti duvidoso . O centroavante chuta, mas o goleiro Wilson pega. O juiz manda voltar, e o arqueiro volta a defender chute do atacante.

Mas, com um homem a mais, o time paulista continuou pressionando, e abriu o placar ainda no primeiro tempo, aos 37 minutos, com Léo Natel.

Porém, cinco minutos depois o Coritiba ensaia uma reação, quando Sassá marcou ao escorar cruzamento de Willian Matheus.

No entanto, o time paulista tomou conta da partida na etapa final e conseguiu virar com gols de Jô, aos 3 minutos, e de Gustavo Mosquito, aos 41.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 

A derrubada, pelo Senado, do veto do presidente Jair Bolsonaro ao reajuste de salários de servidores da saúde e da educação  representou “um péssimo sinal”, disse hoje (19) à noite o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, os senadores cometeram “um crime contra o país”.

O veto será votado pela Câmara dos Deputados amanhã (20). Tradicionalmente, as derrubadas de vetos são votadas em sessão conjunta pelos deputados e senadores, mas a apreciação pelos deputados foi adiada para que o Ministério da Economia tente articular a manutenção do veto.

“Colocamos muito recurso na crise da saúde e o Senado deu um sinal muito ruim permitindo que justamente recursos que foram para a crise da saúde possam se transformar em aumento de salário. Isso é um péssimo sinal. Temos que torcer para a Câmara conseguir segurar a situação”, disse Guedes após reunião com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Para o ministro, existe o risco de perda de até R$ 120 bilhões de recursos com a derrubada do veto. “Pegar dinheiro de saúde e permitir que se transforme em aumento de salário para o funcionalismo é um crime contra o país”, disse.

Guedes acrescentou que o veto pelo presidente Bolsonaro foi um gesto de responsabilidade porque tinha como objetivo garantir que o pacote de ajuda aos estados e aos municípios seja aplicado no enfrentamento à pandemia de covid-19, sem ser revertido em aumentos de salários. O congelamento dos salários dos servidores tinha sido definido pela equipe econômica como contrapartida para o socorro aos governos locais.

Casa Verde Amarela

A reunião teve como objetivo articular o lançamento do programa habitacional Casa Verde Amarela. Segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, o programa será lançado na próxima semana.

De acordo com Marinho, a redução de cerca de meio ponto percentual da remuneração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviços (FGTS) permitirá diminuir os juros do novo programa habitacional e incluir cerca de 1 milhão de famílias nos financiamentos.

“Estamos utilizando a própria gestão do fundo de garantias para diminuir a remuneração do fundo, porque nesse momento o fundo está pagando 5% [ao ano] contra uma taxa Selic de 2%. Não estamos reduzindo nada substancialmente, vai ser meio por cento mais ou menos”, afirmou.

Atualmente, o FGTS rende 3% ao ano mais a distribuição de parte dos lucros ao trabalhador. Nos últimos 12 meses, a remuneração somou 4,9%, após o Conselho Curador do FGTS aprovar o repasse de dois terços dos lucros de 2019 aos cotistas.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
 

O Governo Federal considera prorrogar o auxílio emergencial até março de 2021, a despeito de algumas objeções da área econômica.

Para que a proposta tenha êxito e seja viável, seria necessário reduzir o valor do benefício, que passaria dos atuais R$600,00 para um valor entre R$ 200,00 e R$ 300,00.

Outro ponto em análise é a renovação do decreto de calamidade pública. Para que o auxílio seja prorrogado até março, o decreto precisará ser renovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

A validade do decreto precisa ser estendida para que o governo não cometa crime de responsabilidade, ao não atender o teto de gastos e a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Essa prorrogação, se efetivada, irá pesar ainda mais a máquina pública, fomentando um Estado deteriorado.

FONTE: TERÇA LIVRE

 

A PGR aceitou hoje (19) a denúncia contra João Doria, governador do estado de São Paulo. A iniciativa é de um grupo de deputados da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

O grupo autor da denúncia é composto pelos deputados estaduais Douglas Garcia, Gil Diniz, Valéria Bolsonaro, Major Mecca, Frederico D’Ávila e Castello Branco. A denúncia foi entregue à Procuradoria Geral da República (PGR) na segunda-feira (17).

A investigação aceita pela Procuradoria é no âmbito do Covidão: possíveis crimes cometidos no contexto da pandemia do vírus chinês, o novo coronavírus.

Segundo Douglas Garcia, que esteve pessoalmente em Brasília para entregar à PGR a denúncia, há indícios de que Doria cometeu crimes e que solapou direitos fundamentais.

FONTE: TERÇA LIVRE
 

O Ministério de Justiça da Bolívia abriu investigação contra o ex-presidente Evo Morales após denúncia de pedofilia envolvendo o comunista.

As primeiras informações foram reveladas pelo site espanhol OKDIÁRIO que afirmou ter tido acesso exclusivo a um relatório secreto da Polícia Boliviana, que revela conversas de WhatsApp entre Evo Morales e uma adolescente de 19 anos.

Os investigadores suspeitam que os dois mantêm um relacionamento há cinco anos, ou seja,  desde quando a jovem tinha 14 anos e ainda era menor. Nas mensagens, de acordo com o site, a menina confirma que ela e Evo Morales são namorados, além de tratar sobre questões de cunho sexual.

A Polícia Boliviana está analisado as fotos íntimas e as conversas entre a menina e o narco-cocaleiro.

Na última quinta-feira (13), a vice-presidente do Senado boliviano, Carmen Eva Gonzáles, denunciou Evo Morales no Ministério Público por  crime de pedofilia.

A investigação está em fase preliminar e foi iniciada há vinte dias no Ministério de Governo da Bolívia.

O site espanhol revela que nas mensagens é a própria adolescente quem confirma sua relação com Evo Morales.

No dia 6 de fevereiro deste ano, a jovem enviou mensagem a Evo Morales dizendo: “Amor. O melhor dia da minha vida foi aquele em que você e eu nos tornamos namorados, aquele dia 24 em que jurei ao meu coração e ao seu amor sincero para sempre.”

Ao que consta no inquérito policial, foram registradas 348 ligações perdidas do telefone pessoal de Evo Morales para o adolescente, que não atendeu às ligações.

Essas ligações ocorreram entre 4 de março e 7 de julho de 2020. O telefone de onde Evo Morales fez contato com a menina é o mesmo que está em funcionamento desde que ele se estabeleceu em Buenos Aires. Existem também várias mensagens de cunho sexual.

De acordo com o Código Penal Boliviano, se Evo Morales mantivesse relação sexual com a adolescente quando ela ainda era menor, mesmo sendo plenamente consensual, ele poderia ter cometido um crime de estupro, punível com 3 a 6 anos de prisão. Na Bolívia, as relações sexuais entre duas pessoas não são permitidas até que ambas tenham mais de 18 anos.

FONTE: TERÇA LIVRE

 

O presidente da Câmara dos Deputados, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (18) que a manutenção dos atuais R$ 600 de auxílio emergencial concedido em virtude da pandemia de covid-19 é “muito difícil”.

“O auxílio foi fundamental, teve impacto grande, mas o governo vai precisar apresentar sua posição sobre as condições de prorrogar e de qual valor do impacto nas contas públicas. prefiro aguardar o governo e todos os ministros vão opinar”, afirmou a jornalistas, em entrevista na Câmara dos Deputados. “O Parlamento tem responsabilidade. A gente sabe que a manutenção dos R$ 600 é muito difícil”, completou.

Maia voltou a defender o diálogo entre Congresso e governo para viabilizar espaço fiscal e, assim, concretizar um novo programa de renda básica, que possa substituir o Bolsa Família. Para o congressista, esses recursos não podem ter origem em flexibilização do teto de gastos ou de novos impostos, mas de corte de gastos e de reformas do Estado.

"A criação de uma renda básica maior atingindo um número de pessoas acima do Bolsa Família, tem que ser analisada dentro do teto de gastos. O mais importante é regulamentar os gatilhos e encontrar os caminhos:  quer acabar com o abono salarial, com o seguro defeso, tirar recursos do sistema S? Tem voto para isso tudo no Senado, na Câmara?", questionou Maia.

O auxílio emergencial é um benefício financeiro destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos, desempregados e pessoas de baixa renda e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do novo coronavírus. Criado para durar três meses, o benefício já foi prorrogado por mais dois meses.

Plenário

O deputado confirmou que incluirá na pauta de votações das próximas semanas o projeto que cria o Tribunal Regional Federal da 6ª região, em Minas Gerais. No entanto, Maia se posicionou contra a criação de novos tribunais, por gerar aumento de gastos públicos.

“Política não é o que você quer, é o que você constrói, e como dei a palavra, estamos pautando a matéria. Criar qualquer despesa permanente não parece o melhor caminho, mas vou pautar”, disse.

O parlamentar afirmou ainda que, neste semestre, não deve pautar propostas de privatização de empresas públicas. Segundo Maia, em virtude da pandemia, o momento não é adequado para se discutir, por exemplo, a privatização da Eletrobrás.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
 

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