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O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, disse ontem (19/6), que Donald Trump “não quer uma guerra” com o Irã, mas ressalta que o país deve estar em “capacidade para responder” a um eventual ataque ou “má decisão” de Teerã.

As declarações do secretário de Estado norte-americano foram feitas após os Estados Unidos anunciarem o envio de mil soldados para o Médio Oriente, como reforço de segurança às atividades americanas na área.

Pompeo assegura que o presidente Trump “não quer uma guerra e essa será a mensagem repetida, ao mesmo tempo que é feito o necessário para proteger os interesses norte-americanos na região“.

Na terça-feira (18/8), o presidente iraniano, Hassan Rohani, afirmou que o Irã não pretende “lançar-se no combate contra qualquer outra nação“, ao mesmo tempo que disparou novas críticas contra os Estados Unidos, afirmando que “os que se opõe ao Irã […] são um grupo de políticos inexperientes“.

As tensões entre Irã e os EUA e os receios de um confronto direto aumentaram na passada semana, depois do ataque contra dois petroleiros no Golfo de Omã. Washington acusou Teerã, que negou as acusações.

O parlamento de Moscovo aprovou nesta terça-feira (18/6) a lei para suspender o Tratado de Forças Nucleares, assinado com os Estados Unidos durante a Guerra Fria (1987).

O departamento de Estado norte-americano acusa a Rússia de violar o acordo. Moscou nega e retribui as acusações. A troca de acusações foi constante nos últimos tempos.

Desde os anos 2000, os Estados Unidos, utilizaram veículos aéreos não tripulados que se enquadram perfeitamente na definição de “mísseis de cruzeiro”, conforme consta do artigo 2º do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário.”, disse Sergei Ryabkov, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia.

Vladimir Putin suspendeu em março a participação da Rússia no tratado e anunciou o desenvolvimento de novos tipos de mísseis terrestres até 2021.

Moscou justifica a saída do tratado como “resposta” à decisão do presidente americano, Donald Trump, de deixar o acordo. (Por Euronews)

O  psicólogo clínico canadense, Dr. Jordan Peterson, vai lançar uma nova rede social chamada Thinkspot, em tradução literal: “Local de Pensamento”.

Peterson explicou que a rede será um espaço onde os criadores de conteúdo poderão monetizar seus trabalhos e os usuários engajarem debates e pensamentos “sem se preocupar com a onipresente censura que aflige usuários de centro-direita em plataformas como Twitter, Facebook e Youtube”, segundo o site Daily Wire.

O Thinkspot manterá ainda princípios da liberdade de expressão: “Uma vez que você está na plataforma, nós não o removeremos, a não ser com mandado da justiça”, disse Jordan ao popular apresentador de podcast e comediante Joe Rogan.

Usuários interessados na rede social já podem se cadastrar na lista de espera para a versão Beta, que deve ser lançada em breve, pelo  www.ts.today.

Conservadores censurados

O Thinkspot poderá ser uma alternativa para diversos usuários que já foram banidos das redes sociais tradicionais, como os conservadores Paul Joseph Watson e Milo Yiannopoulos, acusados de discurso de ódio, além de tantos outros perfis brasileiros que já foram retirados do ar.

Mesmo com a desmonetização de canais de direita, frequentemente relatada pelos usuários, o Youtube anunciou em junho que iria estreitar ainda mais os filtros para atitudes consideradas discurso de ódio, “proibindo de forma específica os vídeos que aleguem que um grupo é superior para justificar a discriminação, segregação, ou exclusão baseada na idade, gênero, raça, casta, religião, ou orientação sexual”, informa nota publicada no blog oficial da plataforma.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), as exportações brasileiras cresceram 10% em maio deste ano, em comparação com maio do ano passado. O destaque foi as vendas para os Estados Unidos, que cresceram 72% no mês, na comparação com o mesmo período de 2018.

O aumento das exportações para os Estados Unidos pode ser explicado pela alta nas vendas de óleo bruto de petróleo (492%) e semimanufaturados de ferro e aço (322%) para aquele país. Os dois produtos responderam por 24% do total exportado pelo Brasil para o mercado norte-americano.

Porém, as exportações para a Argentina e a China tiveram queda. O comércio com a Argentina, que está em crise econômica, está caindo desde o início do ano. As vendas para a China vêm desacelerando desde março.

As importações brasileiras (provenientes de todos os países) cresceram 12,9% em maio. O saldo da balança comercial do país foi de 6,3 bilhões de dólares no mês. No acumulado do ano, as exportações recuaram 0,9%, enquanto as importações cresceram 1,8%. O saldo acumulado é de 22,1 bilhões de dólares. (Por Agência Brasil)

O presidente americano Donald Trump usou as redes sociais para informar do cancelamento da imposição de sobretaxa aos produtos mexicano, após um acordo assinado entre os dois países. O líder dos EUA não deu detalhes sobre o acordo, que envolve a questão da imigração ilegal e tráfico de drogas no país vizinho.

Trump usou o Twitter para revelar a informação: “Tenho o prazer de informar que os Estados Unidos da América chegaram a um acordo assinado com o México. As tarifas programadas para serem implementadas pelos EUA na segunda-feira, contra o México, estão indefinidamente suspensas. O México, por sua vez, concordou em tomar medidas fortes para …”

Em outra mensagem, o chefe do executivo dos states continua: “…. deter a maré da migração através do México e para a nossa fronteira sul. Isso está sendo feito para reduzir ou eliminar enormemente a imigração ilegal vinda do México e para os Estados Unidos. Detalhes do acordo serão divulgados em breve pelo Departamento de Estado. Obrigado!”.

Nesse caso, o setor automotivo norte-americano pode respirar aliviado com o fim da sobretaxa sobre os carros e peças mexicanas. O governo de Washington tinha prometido impor uma tarifa extra de 5% sobre todos os produtos de origem no México a partir de segunda (10), aumentando gradativamente a carga tributária até atingir 25% em outubro.

Isso provocaria uma recessão nos dois países, de acordo com analistas de mercado. O impacto na indústria mexicana seria desastroso, assim como no lado norte, onde boa parte de peças e componentes são feitos no sul. O preço dos carros mexicanos nos EUA subiria em torno de US$ 8.000.

Além disso, o custo mais elevado reduziria as vendas no mercado americano em torno de 1,5 milhão de carros ao ano, o que provocaria uma crise no setor, com evidentes demissões em várias partes. Ou seja, no final, perderiam os dois, mas parece que nessa disputa, Trump conseguiu o que queria.

André Matos, ex-vocalista e fundador das bandas Angra e Shaman, morreu neste sábado (8), aos 47 anos. A morte foi confirmada pelo baterista do Angra, Ricardo Confessori, em sua conta no Instagram.

Famosos e fãs lamentaram a morte do músico que é considerado uma das figuras mais importantes do cenário do metal.

“É com profunda dor em nossos corações que nos despedimos do Andre mais uma vez, desta vez de forma definitiva”, escreveu o baterista na postagem. A causa da morte não foi informada.

Cantor, compositor, maestro e pianista, Matos estava em carreira solo desde 2006.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald J. Trump, anunciou nesta sexta-feira, 31, que começará sua corrida presidencial à reeleição de 2020.

O evento acontecerá no dia 18 de junho em Orlando, Flórida, no ginásio Amway Center com capacidade para 20.000 pessoas.

A primeira-dama Melania, o vice-presidente Mike Pence e a segunda-dama Karen Pence, também participarão do evento.

Segundo relatório oficial do Observatório Venezuelano de Conflitos Sociais (OVCS), divulgado quarta-feira (15/5), foram registrados 1.963 protestos populares na Venezuela no mês de abril.

O país governado por um ditador comunista do Foro de São Paulo, na figura do Partido Socialista Unificado de Venezuela (PSUV), passa por momentos de calamidade. O povo lota as ruas por água, eletricidade, remédios, pelo preço dos alimentos e gasolina.

protestos venezuela - observatorio

O ex-coronel Gonzalo Medina, diretor da Força Especial de Luta Contra o Crime (FELCC), uma divisão da Polícia Nacional boliviana, afirmou ter sido o advogado do presidente Evo Morales e do embaixador da Bolívia na Holanda, Eduardo Rodríguez Veltzé, que também foi presidente da Bolívia em 2005.

A afirmação foi feita em 24 de abril durante audiência com a juíza Ana Gloria Rojas, um dia após a prisão preventiva do ex-coronel pelo envolvimento com o narcotraficante internacional, Pedro Montenegro Paz.

Ele se antecipou à juíza e disse:

Yo no pedí ser tanto tiempo comandante o director de la FELCC. La última vez, el ministro de Gobierno [Carlos Romero] dijo que era una decisión política que yo me quede porque necesitaba un hombre fuerte para combatir la criminalidad en este época electoral. A mí me tocaba ser director nacional. Asumí disciplinadamente, pese a que mi derecho estaba relegado y no me correspondía”, disse Medina.

Na audiência ele declarou que trabalha como advogado e que é capaz de defender a si próprio na justiça, como conhecedor das leis, e reforçou o próprio conhecimento, somando ao currículo uma atuação como professor catedrático por 18 anos, outra atividade como diretor jurídico do Comando Geral da Polícia, de ter sido advogado do presidente, Evo Morales, e do embaixador e ex-presidente, Eduardo Rodríguez.

He trabajado insistentemente, he sido director jurídico del Comando General de la Policía y catedrático por 18 años. He sido oficial intachable, he sido abogado del presidente Evo Morales, del ministro, he sido abogado del presidente Rodríguez Veltzé”, reforçou o acusado no tribunal.

Entre as declarações feitas no tribunal, Gonzalo acrescentou o arrependimento por ter condecorado o narcotraficante, Pedro Montenegro.

Por que Eduardo Rodríguez Veltzé é importante?

Veltzé foi presidente da Bolívia por um curto intervalo de tempo, de 9 de março de 2005 até 22 de janeiro de 2006. Foi nomeado embaixador por decreto presidencialem 3 de abril de 2013, função que exerce agora na Holanda.

Houve um referendo popular na Bolívia em 21 de fevereiro de 2016 que ficou conhecido como 21F. Neste referendo o povo foi consultado se queria ou não que Evo Morales se candidatasse novamente e o resultado foi NÃO. Uma parcela de 84% da população boliviana votou. Destes, 51,3% disse não.

Eduardo Rodríguez defende, veladamente, a permanência de Evo no poder. Ele foi consultado na Corte Internacional de Justiça (TIJ) em Haia, na Holanda, sobre sua posição pessoal a respeito do referendo de 2016 e se omitiu de responder. Na Assembléia Permanente de Direitos Humanos da Bolívia (APDHB), ele novamente foi questionado e novamente se absteve.

Evo Morales luta por uma cadeira para Rodríguez na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA). No entanto, na mesma comissão encontram-se denúncias contra a participação de Evo numa possível reeleição.

Aparentemente, trata-se de uma troca de favores entre o embaixador e o presidente, na qual o povo arca com o prejuízo.

Evo nega tê-lo contratado

No Twitter, o presidente da Bolívia, Evo Morales, declarou no dia 6 de maio, jamais ter contratado os serviços do ex-coronel como advogado.

He leido en algunos medios que el excoronel Gonzalo Medina declaró que fue mi abogado. Nunca contraté sus servicios como abogado.“, twittou Morales.

 

No dia seguinte, 7 de maio, em entrevista à rádio Panamericana afirmou que existem “delinquentes e narcotraficantes que tratam de acusar de tudo“, e ratificou desconhecer Medina.

Dizer que foi advogado de Evo, não entendo o que ele quer. Quem sabe ele quer politizar sua situação, não entendo, mas não o conheço“, reforçou o mandatário.

O ex-presidente, Veltzé, também negou conhecer o ex-coronel.

O intrépido oficial teve que abaixar a bola

No dia seguinte, Abraham Quiroga, o advogado de Gonzalo, afirmou que Evo e Veltzé estavam corretos. Segundo ele houve um erro de transcrição no depoimento de Medina.

Hubo un error de taipeo (transcripción) en el acta de la audiencia cautelar, el coronel Medina manifestó que en su momento fue asesor del Comando General en la gestión del presidente Evo Morales y Eduardo (Rodríguez) Veltzé”, disse o advogado.

Yo no estoy diciendo que tuvo relaciones directas, estoy diciendo que el coronel Medina fue asesor del Comando General o Nacional en las gestiones de Rodríguez Veltzé y Evo Morales”, declarou.

Nesta quarta-feira (8/5), o ditador Nicolás Maduro, que oprime o povo venezuelano, informou que está tomando medidas especiais de precaução na fronteira com a Colômbia.

O ditador disse que havia recebido a informação que uma patrulha do exército venezuelano havia entrado no território colombiano. Após dizer que é mentira, Maduro disse que isso parte de um plano do presidente da Colômbia, Iván Duque Márquez.

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