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O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, pediu que o líder norte-coreano, Kim Jong-Un, aja rapidamente para que cheguem a um acordo de desnuclearização. O presidente americano escreveu "vejo você em breve!" nas redes sociais.

A mensagem foi enviada após a Coreia do Norte ter chamado o ex-vice-presidente dos EUA Joe Biden de "cão raivoso", que precisa ser eliminado por difamar Kim.

Nesse domingo (17), Trump escreveu que Biden, "na verdade, é um pouco melhor que isso". O presidente acrescentou que é o único que pode dar a Kim o que ele precisa.

Trump e Kim concordaram, em sua terceira cúpula em junho deste ano, que os dois países reiniciariam negociações em poucas semanas.

Entretanto, elas estagnaram, já que os EUA demandaram uma desnuclearização completa da Coreia do Norte. Pyongyang buscou uma redução das sanções impostas pelos EUA em troca do processo rumo à desnuclearização.

Autoridades de alto escalão se reuniram na Suécia no mês passado, mas, após o encontro, a Coreia do Norte disse que as negociações tinham sido rompidas.

O secretário de Defesa americano, Mark Esper, afirmou que exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul foram suspensos para apoiar a diplomacia com a Coreia do Norte.

Esper pediu que Pyongyang retorne à mesa de negociações.

*Emissora pública de televisão do Japão

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

A polícia disparou hoje (17) gás lacrimogêneo contra manifestantes na Universidade Politécnica de Hong Kong, no momento em que a oposição parlamentar critica as Forças Armadas chinesas que, no sábado (16) retirou escombros das ruas.

Hoje, um grande grupo de pessoas voltou a tentar limpar uma estrada cheia de escombros perto do campus da instituição, mas foi advertido pelos manifestantes de que devia se afastar.

A polícia chegou a algumas centenas de metros e disparou várias granadas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes, que se abrigavam atrás de uma "parede" de guarda-chuvas.

O incidente ocorreu horas depois de intensos confrontos durante a noite desse sábado, em que os dois lados trocaram bombas de gás lacrimogêneo e bombas incendiárias que deixaram focos de incêndio na rua.

Muitos manifestantes entraram para o interior do campus, onde montaram pontos de controle de acesso.

Os manifestantes, que ocuparam vários campus importantes durante a passada semana, recuaram quase por completo, à exceção de um contingente que permanece na Universidade Politécnica.

O mesmo grupo também bloqueia o acesso a um dos três principais túneis rodoviários que ligam a Ilha de Hong Kong ao resto da cidade.

Em outros lugares, trabalhadores e voluntários - incluindo um grupo de soldados chineses que saíram da guarnição - limparam estradas repletas de entulhos no sábado.

Houve incidentes dispersos de manifestantes discutindo e confrontando as pessoas que limpavam as estradas.

Líderes da oposição divulgaram declaração, na qual criticam os militares chineses por se juntarem às operações de limpeza. Os militares têm permissão para ajudar a manter a ordem pública, mas apenas a pedido do governo de Hong Kong.

O governo disse que não havia solicitado a assistência dos militares, descrevendo-a como uma atividade voluntária da comunidade.

*Emissora pública de televisão de Portugal

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

O México concedeu hoje (11) asilo político ao ex-presidente da Bolívia Evo Morales. Por meio de sua conta na rede social Twitter, o chanceler mexicano, Marcelo Ebrard, confirmou a informação. O líder boliviano renunciou ao cargo ontem (10) após uma onda de protestos que já durava 21 dias.

“Faremos valer o direito de asilo que o México sempre promoveu e exerceu em diferentes circunstâncias históricas que caracterizam nossa política externa”, destacou nota divulgada pelo governo mexicano. O comunicado cita que o país vai pedir uma reunião urgente com a Organização dos Estados Americanos (OEA) para tratar dos recentes acontecimentos na Bolívia.

Além de Evo, também renunciaram ao cargo o vice-presidente do país, Álvaro García Linera, o presidente da Câmara de Deputados, Víctor Borda, e a presidente do Senado, Adriana Salvatierra. Cabe agora ao Legislativo escolher um novo presidente do Senado, para que possa acatar a renúncia de Morales e dar início ao processo de novas eleições.

FONTE: TERÇA LIVRE

O presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciou hoje (10), em um pronunciamento transmitido a partir da cidade de Cochabamba, sua renúncia ao cargo, em meio à escalada dos protestos que se seguiram à eleição de 20 de outubro no país.

Ao lado de Morales, o vice-presidente Alvaro García Linera também anunciou que deixa seu posto. Posteriormente, o ex-presidente boliviano falou sobre o assunto em suas redes sociais.

“Queremos preservar a vida dos bolivianos”, disse Morales no pronunciamento. Ele disse que decidiu deixar o cargo “para que não continuem maltratando parentes de líderes sindicais, prejudicando a gente mais humilde. Estou renunciando e lamento muito esse golpe”.

Imagens de TV mostraram oposicionistas comemorando nas ruas de La Paz. A pressão sobre Morales aumentou depois que o comandante das Forças Armadas bolivianas, William Kaiman, sugeriu, na tarde deste domingo, que Morales renunciasse para permitir a “pacificação e a manutenção da estabilidade, pelo bem da nossa Bolívia”.

Mais cedo, Morales havia anunciado a realização de novas eleições e a substituição dos integrantes do Tribunal Superior Eleitoral boliviano, mas não conseguiu melhorar os ânimos dos adversários. Na ocasião, ele disse que sua “principal missão é proteger a vida, preservar a paz, a justiça social e a unidade de toda a comunidade boliviana”.

O anúncio da nova eleição foi feito depois de a Organização dos Estados Americanos (OEA) ter divulgado um informe sobre uma auditoria do processo eleitoral, em que o órgão recomendou a realização de um novo pleito.

Antes da renúncia de Morales, a imprensa boliviana noticiou a realização neste domingo de diversos ataques a residências, incluindo casas de familiares de Morales, e a prédios públicos. No Twitter, o ainda presidente havia denunciado que “fascistas” tinham incendiado a casa dos governadores de Chuquisaca y Oruro, e também de sua irmã, Esther Morales, em Oruro. Emissoras de rádio e TV estatais, como a Bolívia TV, foram alvo de protestos.

Depois que manifestantes atacaram a sua casa, o presidente da Câmara dos Deputados, Víctor Borda, também renunciou ao cargo neste domingo.

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Evo Morales durante transmissão televisiva da renúncia - Reuters/Direitos Reservados

Eleição polêmica

As eleições presidenciais bolivianas ocorreram em 20 de outubro. Morales obteve 47,07% dos votos, enquanto seu principal concorrente, Carlos Mesa, alcançou a 36,51%. Pelas regras eleitorais bolivianas, Morales foi declarado eleito, por ter obtido mais de 10% de votos além de Mesa.

A apuração dos votos, no entanto, foi acompanhada por polêmica, com acusações de ambos os lados. Uma missão de observação da Organização dos Estados Americanos (OEA) apontou problemas como a falta de segurança no armazenamento das urnas e a suspensão da apuração.

Diante da polêmica, Morales e líderes oposicionistas sugeriram que a Organização dos Estados Americanos (OEA) auditasse o resultado das eleições – e Morales convidou países como Colômbia, Argentina, Brasil e Estados Unidos a participarem do processo. Desde então, os protestos populares se acirraram, com oposicionistas chegando a estabelecer um prazo para que Morales deixasse o cargo.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Ao menos cinco pessoas foram esfaqueadas nesta quarta-feira (6) em Jerash, na Jordânia, informou a agência de notícias Reuters. Segundo as autoridades, um guia local e um segurança ficaram feridos. Um homem foi preso.

Inicialmente, a informação das autoridades jordanianas era de que três turistas espanholas tinham sido feridas e levadas ao hospital, mas uma fonte no ministério de Relações Exteriores da Espanha afirmou que não havia cidadãos do país entre os feridos.

Vídeos postados nas redes sociais mostram uma mulher sangrando no chão e outra mulher em pânico com uma camiseta manchada de sangue, segundo a Reuters.

Jerash, que fica cerca de 50km ao norte da capital jordaniana, Amã, é conhecida por suas ruínas romanas. A Jordânia tem visto um aumento no turismo europeu nos últimos dois anos, e é considerada um dos destinos turísticos mais seguros do Oriente Médio.

Esta reportagem está em atualização.

FONTE: G1

Os Estados Unidos acusaram hoje (4) a China de imperialismo e intimidação para ficar com os recursos naturais do Sudeste Asiático, numa referência à disputa territorial do Mar do Sul da China que Pequim mantém com vários países da região.

"Pequim usou a intimidação para impedir que os países da Asean (Associação das Nações do Sudeste Asiático) explorassem os seus recursos naturais.

A região não tem interesse em regressar à era imperial", disse o assistente do presidente Donald Trump em temas de segurança nacional, Robert O'Brien, em Bangcoc, onde é realizada a reunião da Asean.

A China reivindica quase todo o Mar do Sul da China, apesar das reivindicações dos países vizinhos.

Nos últimos anos, construiu sete recifes em ilhas artificiais, capazes de receber instalações militares. As novas ilhas ficam próximas de outras ocupadas pelo Vietnã, Filipinas e Taiwan.

Malásia e Brunei são outros territórios que disputam a jurisdição sobre ilhas e recifes, ricos em pesca e potenciais depósitos de combustíveis fósseis.

Na ausência do presidente Trump, O'Brien leu uma declaração, na qual destacou que os EUA e os países do bloco regional "compartilham os mesmos valores" e convidou os seus líderes a visitarem os Estados Unidos para uma reunião, a ser realizada no primeiro trimestre do próximo ano.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

O corpo do líder do Estado Islâmico, Abu Bakr Al-Baghdadi, foi lançado ao mar. A informação foi dada por uma fonte oficial norte-americana às agências de notícias internacionais, sem acrescentar mais detalhes. Não há informação sobre quando e onde ocorreu a operação.

Aparentemente, foi um procedimento semelhante ao que foi adotado em relação a Osama Bin Laden, líder da Al Qaeda, depois de ter sido morto, no Paquistão, por uma unidade de elite das forças norte-americanas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que pretende revelar vídeos da operação militar em que morreu o líder do Estado Islâmico.

O Partido Democrata pede explicações. Alega que a Rússia e a Turquia souberam da operação antecipadamente, mas que o Congresso norte-americano nem sequer foi avisado.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Com 99,99% das urnas apuradas agora de manhã, os resultados das eleições na Bolívia dão a vitória a Evo Morales. O atual presidente contabiliza 47,07% dos votos e Carlos Mesa, seu principal opositor, 36,51%. A diferença entre os candidatos é de 10,56%. Pela legislação eleitoral boliviana, para vencer no primeiro turno, é preciso conquistar mais de 40% dos votos com pelo menos 10% de diferença do segundo colocado.

As eleições presidenciais bolivianas ocorreram no último domingo (20), e a apuração foi acompanhada por polêmica. Em cenário polarizado entre Evo Morales e Carlos Mesa, não faltaram acusações de ambos os lados. Morales acusou Carlos Mesa de delinquente. Carlos Mesa afirma que Morales fraudou o pleito.

A Missão de Observação da Organização dos Estados Americanos (OEA) apontou problemas como a falta de segurança no armazenamento das urnas e a suspensão da apuração e defendeu a realização de segundo turno no país, devido à pouca diferença de votos entre os candidatos. Segundo o coordenador do Departamento de Observação Eleitoral, Gerardo de Icaza, a credibilidade da Justiça Eleitoral no país estaria em dúvida e, por isso, mesmo que alcançada a diferença de 10%, deveria ser assegurado o segundo turno.

Caso haja segundo turno, ele será realizado no dia 15 de dezembro. A posse será em 22 de janeiro de 2020.

Até o momento, no site do Órgão Eleitoral Plurinacional (OEP) da Bolívia, onde a contagem dos votos pode ser acompanhada, Evo Morales contabiliza 2.889,074 votos, enquanto Carlos Mesa tem 2.240,894 votos. A última atualização foi feita às 8h de hoje.

Se confirmado, será o quarto mandato consecutivo de Evo Morales, a primeira votação em que ele não alcança uma margem superior a 50% dos votos. Sua candidatura à reeleição é amplamente questionada.

Em fevereiro de 2016, Morales perdeu nas urnas um referendo sobre a possibilidade de reeleição. Os bolivianos votaram "não", com 51,3% dos votos. No entanto, uma decisão do Tribunal Constitucional, em 2017, habilitou Morales a seguir concorrendo à reeleição indefinidamente, alegando que é um direito humano o de "eleger e ser eleito". A oposição afirma que Morales está desrespeitando o voto e a escolha dos cidadãos no referendo de 2016.

Entenda

No domingo, depois de encerrada a votação, teve início a apuração. Um dos métodos adotados pelo OEP consiste em uma transmissão rápida de resultados preliminares, apelidada de “Trep”. Ainda no domingo, o “Trep” apontou uma soma preliminar com 83% dos votos apurados, com Morales à frente de Mesa por uma diferença de cerca de 8%.

A atualização no Trep foi interrompida, enquanto a contagem geral, manual, continuou. Um dos integrantes do Tribunal Supremo Eleitoral renunciou, avaliando a suspensão do Trep como decisão “desatinada”. A contabilização utilizando o Trep foi retomada na noite de segunda-feira (21). No novo cenário, Morales havia ampliado ligeiramente sua vantagem, chegando na casa dos 10% necessários para sua vitória no 1º turno. Nessa quinta-feira (24), 95% dos votos haviam sido registrados no sistema preliminar, faltando 5% dos votos das áreas mais afastadas.

Começaram protestos por todo o país, com grupos atacando e queimando a sede da Justiça Eleitoral em seis estados. O candidato opositor, Carlos Mesa, acusou a Justiça Eleitoral e o governo de estarem promovendo uma fraude massiva e disse que não reconheceria o resultado. Morales condenou a violência e acusou a tentativa de um golpe no país para inviabilizar a eleição. Diante dos atos de violência, tribunais regionais tiveram dificuldade de continuar a apuração dos votos.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Um diplomata sueco declarou que seu país continua disposto a sediar reuniões a nível de trabalho entre Estados Unidos e Coreia do Norte sobre a desnuclearização de Pyongyang.

O enviado especial da Suécia para a Península Coreana, Kent Härstedt, fez o comentário durante uma coletiva de imprensa quarta-feira (23) em Seul.

Com relação as reuniões realizadas em Estocolmo em 5 de outubro, Härstedt declarou que o diálogo se prolongou mais que inicialmente planejado e ofereceu uma boa oportunidade de ambos ouvirem um ao outro.

Ao ser perguntado sobre a possibilidade de um novo encontro ainda este ano, o enviado respondeu ter esperança de sua realização. Declarou ainda que nenhum dos lados disse querer dar fim às negociações.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Algumas imagens do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, montado em um cavalo branco passeando na neve do Monte Paektu, a montanha sagrada do país, localizada na fronteira com a China, provocaram rumores sobre um importante anúncio político nas próximas horas.

Segundo a agência, "vai acontecer uma grande operação que surpreenderá o mundo e significará um passo adiante na revolução coreana".

Kim Jong-un, da Coreia do Norte, em imagem divulgada no dia 16 de outubro de 2019 — Foto: KCNA/via Reuters

Prenúncio de mudanças

Os analistas consideraram que o passeio a cavalo poderia ser o prenúncio de mudanças importantes.

"No passado, Kim foi ao Monte Paektu sempre antes de uma importante decisão política", recorda Shin Beom-chul, do Instituto Asan de estudos políticos de Seul.

Por exemplo, Kim esteve na montanha em dezembro de 2017, antes de um processo de abertura diplomática que permitiu, entre outras coisas, uma reunião de cúpula histórica com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

No entanto, as negociações não avançaram nos últimos meses. A Coreia do Norte aumentou a tensão diplomática com uma série de testes de mísseis.

Para B.R. Myers, especialista em propaganda norte-coreana e professor da Universidade Dongseo da Coreia do Sul, as imagens carregam um valor imperial e falam de um líder protetor da pureza da nação contra as forças estrangeiras que querem corrompê-la. O pai e o avô de Kim também gostavam desses passeios a cavalo entre picos nevados.

"A situação em nosso país é difícil devido a sanções incessantes e pressão de forças hostis", disse Kim, segundo a agência.
 
Líder da Coreia do Norte aparece montado em um cavalo branco em imagens divulgadas pelo governo no dia 16 de outubro de 2019 — Foto: KCNA/via Reuters

Negociações sem conclusão

A Coreia do Norte é alvo de várias sanções da ONU por seus programas de armas nucleares e de mísseis.

As negociações iniciadas na Suécia entre Pyongyang e Washington sobre o programa nuclear norte-coreano foram interrompidas no início deste mês sem chegar a qualquer conclusão.

A Coreia do Norte acusa os Estados Unidos pelo fracasso do diálogo, enquanto Washington considerou a reunião positiva. Um novo encontro poderá ocorrer antes do final de outubro, de acordo com os EUA.

 

 

FONTE: G1

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