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Em um dia classificado como histórico por parlamentares mexicanos, o Senado do país aprovou a legalização da maconha para usos recreativo, científico, médico e industrial, o que pode criar o maior mercado de cannabis do mundo em uma nação assolada pela violência dos cartéis do narcotráfico.

Agora, a chamada Lei Geral para Regulamentação da Cannabis deve ser votada na Câmara dos Deputados antes do término da atual legislatura, em 15 de dezembro.

O Movimento para Regeneração Nacional (Morena), que compõe o governo, e seus aliados contam com maioria nas duas Casas Legislativas.

A iniciativa proposta pelo Morena inclui, entre outros pontos, a criação do Instituto Mexicano para a Regulação e Controle da Cannabis, um órgão descentralizado da Secretaria de Saúde do país.

A nova entidade poderá emitir cinco tipos de licenças para controlar algumas das atividades relacionadas com o cultivo, a transformação, venda, pesquisa, exportação e importação da maconha. 

Em seu primeiro artigo, a nova lei, aprovada com 82 votos a favor, 18 contra e sete abstenções, diz que busca "melhorar as condições de vida" dos mexicanos e "contribuir com a redução da incidência de delitos vinculados ao narcotráfico".

"Finalmente chegou a hora de um tema vital para o desenvolvimento do país", disse o senador independente Emilio Álvarez Icaza em discurso. "É um tema que devemos discutir há muitos anos".

Desde que assumiu a Presidência em dezembro de 2018, o presidente Andrés Manuel López Obrador colocou em pauta o tema da descriminalização da maconha e de outras drogas como parte de sua estratégia para combater o poderoso crime organizado.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
 

O ministro da Saúde da França, Olivier Véran, disse hoje (17) que se a vacina da Pfizer contra o novo coronavírus for eficaz e segura, a vacinação no país será gratuita e deverá começar no início do próximo ano.

"Se forem validadas, teremos as primeiras vacinas no início do ano", explicou Véran, em entrevista ao canal BFMTV, acrescentando estar confiante de que a Pfizer e sua parceira BioNtech transmitirão às agências de saúde todos os dados experimentais "até daqui a três semanas", para serem examinados.

O ministro também lembrou que a Comissão Europeia já fez uma pré-encomenda, que implica o equivalente a cerca de 30 milhões de doses para a França, e que a administração das vacinas será gratuita, assim como os testes de detecção de covid-19.

Olivier Véran recusou-se a avançar com datas para a reabertura do comércio e a comentar informações divulgadas por alguns meios de comunicação, que indicam que o governo analisa a hipótese de manter os bares e restaurantes fechados até meados de janeiro.

"Queremos reabrir as lojas em boas condições para não termos de as fechar novamente", disse, recusando repetidamente apontar datas concretas.

O ministro da Agricultura, Julien Denormandie, avançou, entretanto, em entrevista à Rádio RMC, que vai ser autorizada, a partir da próxima sexta-feira (20), a venda de árvores de Natal, mas apenas em espaços abertos.

A França está em regime de confinamento domiciliar desde 30 de outubro, devendo a condição durar até, pelo menos, 1º de dezembro, mas o governo já avisou que algumas restrições serão mantidas além dessa data, continuando a ser obrigatório utilizar documentos de autorização para fazer viagens e mantendo-se o fechamento de bares e restaurantes.

A França contabiliza cerca de 45 mil mortos devido à covid-19 desde o início da pandemia e, apesar de os indicadores de disseminação do vírus estarem melhorando no país, o primeiro-ministro sinalizou, na segunda-feira, a vários líderes religiosos que as celebrações só devem voltar a ser autorizadas a partir de 1º de dezembro.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.319.561 mortos, resultantes de mais de 54,4 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo balanço da agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no fim de dezembro de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto que proíbe aportes norte-americanos em empresas chinesas. Os alvos são companhias ligadas às forças militares a serviço do Partido Comunista. A medida reforça as pressões sobre o governo Xi Jinping, que tem demonstrado simpatia por Joe Biden, considerado pela mídia vencedor das eleições dos EUA. O decreto pode impactar algumas das maiores empresas da China, como China Telecom, China Mobile e a fabricante de equipamentos de vigilância Hikvision. Trump quer dissuadir firmas de investimentos, fundos de pensão e outros investidores americanos de negociar ações de 31 empresas chinesas que o Departamento de Defesa considera hostil.

A partir de 11 de janeiro, está proibida qualquer transação de investidores americanos com as ações dessas empresas. Também a nova política da Casa Branca proíbe os norte-americanos de comprar e vender valores mobiliários de uma empresa chinesa 60 dias depois de ela ter sido considerada uma empresa militar chinesa. Os investidores têm até novembro de 2021 para se desfazerem de investimentos que contenham algum desses ativos chineses. “A China está cada vez mais explorando o capital dos EUA para obter recursos e possibilitar o desenvolvimento de seu poder militar, sua inteligência e outros aparatos de segurança”, informa trecho do decreto de Trump, divulgada à imprensa na quinta-feira 12.

FONTE: REVISTA OESTE

 
 

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que minimizou a ameaça da pandemia do novo coronavírus por meses, anunciou nesta sexta-feira (2) que ele e a primeira-dama Melania Trump, tiveram teste positivo para covid-19 e entrarão em quarentena.

"Vamos começar nossa quarentena e processo de recuperação imediatamente. Vamos passar por isso JUNTOS!", escreveu o presidente em um tuíte nas primeiras horas da manhã.

Trump, de 74 anos, faz parte do grupo de risco para a covid-19 tanto por causa de sua idade quanto porque é considerado como alguém que tem sobrepeso. Ele manteve boa saúde durante o mandato, mas não é conhecido por exercitar-se regularmente, nem por manter dieta saudável.

Trump minimizou a gravidade da pandemia no início e, por várias vezes, previu que ela iria embora. Ele raramente usa máscara em público e critica as pessoas - incluindo o candidato democrata na eleição presidencial de 3 de novembro, Joe Biden - que usam.

Mais de 200 mil pessoas morreram por causa da covid-19 nos EUA, com os idosos e portadores de condições pré-existentes sendo atingidos mais duramente.

Republicano, Trump pediu que os estados reabrissem as economia abaladas pela pandemia,mesmo com a alta no número de casos, e atacou governadores democratas que adotaram medidas para controlar a disseminação do vírus.

O resultado positivo de Trump significa que outras pessoas nos altos escalões do governo norte-americano podem ter sido expostas ao vírus e também terão de entrar em quarentena.

Uma autoridade da Casa Branca disse que o rastreamento de contatos do presidente estava em andamento.

O médico de Trump, Sean Conley, disse esperar que o presidente cumpra seus deveres "sem interrupções" enquanto se recupera.

"O presidente e a primeira-dama estão bem neste momento e planejam permanecer em casa, dentro da Casa Branca, durante sua convalescença", escreveu Conley em comunicado distribuído à imprensa.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 

A Microsoft atendeu ao governo dos Estados Unidos e entrou na “briga” do 5G no país.

A empresa reformulou a plataforma em nuvem Azure, que permitirá a operadoras de telecomunicação montar redes de próxima geração de internet móvel mais rapidamente.

O 5G também vai facilitar o funcionamento de carros autônomos, a cirurgia remota e maior automatização fabril, por exemplo.

De acordo com a Microsoft, a Azure reduzirá os custos de infraestrutura, dará flexibilidade para adicionar serviços sob demanda e usar inteligência artificial para automatizar operações.

Já há parcerias firmadas nos Estados Unidos — que baniram o 5G chinês da Huawei — com as operadoras de telecomunicações Verizon e AT&T e com as empresas de equipamentos de rede Samsung e Mavenir.

Assim, Nokia e Ericsson ganham concorrentes na nova tecnologia.

FONTE: REVISTA OESTE

 
 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o candidato democrata Joe Biden travaram uma dura batalha sobre o histórico de Trump na pandemia do novo coronavírus, na área de saúde e na economia em um primeiro debate caótico e tenso para as eleições presidenciais norte-americanas. O encontro foi marcado por insultos e constantes interrupções de Trump contra seu adversário.

Trump agiu de forma truculenta nos 90 minutos de debate, buscando provocar Biden a cada vez que o rival falava, alegando que os democratas querem roubar a eleição presidencial de novembro próximo com votação pelo correio e se recusando a condenar supremacistas brancos quando lhe pediram que o fizesse.

O moderador Chris Wallace, da Fox News, nunca conseguiu estabelecer controle do debate, com Trump repetidamente ignorando seus pedidos para permitir que Biden falasse. Os dois pretendentes à Casa Branca falaram um em cima do outro e dispararam insultos em um duelo que tornou difícil para qualquer um deles expor um tema.

Em determinado momento, um exasperado Biden disse após as repetidas interrupções de Trump: "Você vai calar a boca, cara? Isso é tão não presidencial".

Wallace tentou em vão conter Trump, que ignorou seus limites de tempo e falou por cima de Biden.

"Acho que o país seria melhor servido se permitíssemos que os dois falassem com menos interrupções. Estou fazendo um apelo, senhor, para que faça isso", disse Wallace.

Voto antecipado

Até a noite de terça-feira (29), mais de 1,3 milhão de norte-americanos já haviam votado antecipadamente. Como o tempo para mudar opiniões ou influenciar a pequena parcela de eleitores indecisos está se esgotando, as apostas eram enormes quando os dois candidatos à Casa Branca subiram ao palco a cinco semanas da eleição de 3 de novembro.

Para Trump, de 74 anos, o debate representou uma de suas últimas chances de alterar a trajetória de uma corrida que a maioria das pesquisas de opinião revela o presidente perdendo, já que a maioria da população desaprova a maneira como ele trata tanto a pandemia quanto os protestos contra a injustiça racial.

Biden, de 77 anos, vem mantendo uma vantagem constante sobre Trump em pesquisas nacionais de opinião, mas sondagens nos estados-chaves, que decidirão a eleição, mostram uma disputa muito mais acirrada. É difícil determinar se o debate fará alguma diferença.

Trump tentou várias vezes, e sem sucesso, confundir Biden e levá-lo a cometer uma gafe, mas praticamente não apresentou nenhum argumento para dizer por que é o melhor candidato para cuidar de questões fundamentais para a eleição.

O presidente tem mais debates com Biden agendados para outubro. O vice-presidente, Mike Pence, e a companheira de chapa de Biden, Kamala Harris, debaterão na semana que vem.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 

Os líderes chineses estão prestes a endossar uma meta de crescimento econômico mais baixa para seu próximo plano quinquenal em comparação com o período de 2016 a 2020, à medida que as autoridades enfrentam desafios crescentes alimentados por um conflito cada vez maior com os Estados Unidos, disseram fontes.

O presidente da China, Xi Jinping, e outros líderes devem discutir e aprovar o plano de desenvolvimento econômico e social da China para 2021 a 2025 em uma importante reunião do Partido Comunista em outubro, disseram as fontes à Reuters.

A agência de notícias estatal Xinhua disse nesta segunda-feira (28) que a reunião será realizada de 26 a 29 de outubro.

As autoridades acreditam que estabelecer uma meta de crescimento quinquenal é vital para conduzir a segunda maior economia do mundo para além da “armadilha da renda média”, disseram as fontes, após um debate interno sobre se o governo deve abandonar essas metas para permitir mais flexibilidade.

A meta também mantém os governos locais focados nos objetivos de desenvolvimento em um momento de aprofundamento do conflito entre a China e os Estados Unidos em uma ampla gama de questões, disseram. Institutos de pesquisa do governo e economistas fizeram recomendações para que as metas para o Produto Interno Bruto anual, incluindo “em torno de 5%, 5%-5,5% a 5%-6%".

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, emitiu uma ordem executiva exigindo que todos os veículos de passageiros novos vendidos no estado tenham emissão zero até 2035.

Isso significa que as montadoras não seriam mais capazes de vender veículos novos com motores a gasolina e diesel na Califórnia. O pedido também não parece fazer exceções para veículos ecológicos, como híbridos plug-in .

Esse é um passo radical e o California Air Resources Board está agora sendo encarregado de desenvolver regulamentos para garantir que todos os novos carros de passageiros e caminhões vendidos no estado tenham emissões zero até 2035. O CARB também desenvolverá regulamentos semelhantes para veículos médios e pesados veículos que entrarão em vigor em 2045, "quando viável".

O gabinete do governador disse que o setor de transporte é "responsável por mais da metade de toda a poluição de carbono da Califórnia, 80 por cento da poluição formadora de fumaça e 95 por cento das emissões de diesel tóxico - tudo enquanto as comunidades na Bacia de Los Angeles e no Vale Central veem alguns dos o ar mais sujo e tóxico do país. ” Eles continuaram dizendo que mudar para veículos com emissão zero "alcançaria uma redução de mais de 35 por cento nas emissões de gases de efeito estufa e uma melhoria de 80 por cento nas emissões de óxidos de nitrogênio dos carros em todo o estado".

Embora os veículos elétricos sejam mais caros do que seus equivalentes movidos a gasolina, Newsom disse que “os veículos com emissão zero serão quase certamente mais baratos e melhores do que ... os carros movidos a combustível fóssil tradicional” quando as regras entrarem em vigor. Espera-se que isso seja verdade, pois as empresas estão trabalhando para reduzir os custos das baterias e tornar o custo dos veículos elétricos competitivo com os modelos movidos a gasolina .

As regras se aplicarão apenas às vendas de veículos novos e o gabinete do governador declarou claramente que a "ordem executiva não impedirá que os californianos possuam carros movidos a gasolina ou os vendam no mercado de carros usados".

A Califórnia é um dos maiores mercados para veículos novos nos Estados Unidos e a mudança para emissões zero provavelmente afetará as pessoas em estados distantes. Isso também afetará os fabricantes de automóveis, pois os levará a ter uma linha de emissão zero.

FONTE: CARSCOOPS

 
 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto que prevê sanções contra o Ministério da Defesa do Irã, empresas ligadas ao programa nuclear daquele país e o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, por violarem o embargo de armas à república islâmica. “Não importa quem você seja, se violar o embargo ao Irã, enfrentará sanções”, declarou o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, em entrevista coletiva, na segunda-feira 21. “Por quase dois anos, funcionários corruptos em Teerã trabalharam com o regime ilegítimo da Venezuela, para contornar o embargo de armas da Organização das Nações Unidas (ONU)”, acrescentou Pompeo. De acordo com o governo norte-americano, a postura da Casa Branca recebeu amparo da ONU, que recentemente condenou os crimes de Maduro contra a humanidade.

FONTE: REVISTA OESTE

 
 

Atolada numa crise política e econômica, a Argentina governada pelo presidente Alberto Fernández não vai nada bem no cenário externo. De janeiro a agosto deste ano, os produtores de soja do Brasil embarcaram mais de US$ 1 bilhão a portos holandeses, o dobro do valor registrado em igual período do ano passado (US$ 532 milhões), de acordo com levantamento da Secretaria de Comércio Exterior.

Dessa forma, a Holanda tornou-se o terceiro maior destino das exportações feitas pelo Brasil. Portanto, ocupando o lugar da Argentina, que caiu para a sexta posição. Entre outros produtos comprados pelo país europeu estão o petróleo e demais combustíveis, cuja soma da exportação brasileira para os holandeses chegou a US$ 834 milhões. Em suma, três vezes mais que nos oito primeiros meses do ano passado.

FONTE: REVISTA OESTE

 

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