×

Aviso

JUser: :_load: Não foi possível carregar usuário com ID: 1018
JUser: :_load: Não foi possível carregar usuário com ID: 930
Mundo

Mundo (307)

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, proclamou neste domingo sua vitória nas eleições presidenciais em um grande ato ao ar livre perto do Kremlin. "A Rússia está fadada ao sucesso. Devemos manter a unidade", disse Putin perante milhares de pessoas reunidas na praça Manezh, apesar dos 12 graus negativos marcados pelos termômetros. Putin, de 65 anos, agradeceu às dezenas de milhões de pessoas que votaram nele e lhe permitiram ser reeleito para outro mandato de seis anos. "Muito obrigado pelo apoio. Muito obrigado pelo resultado. Vocês são nossa equipe e eu sou membro da equipe de vocês e todos os que votaram hoje formam nosso grande time nacional", destacou. Segundo a Comissão Eleitoral Central (CEC), Putin obteve mais de 75,01% dos votos, após a apuração de 50% dos votos emitidos. Putin interpretou esses resultados como "o reconhecimento de tudo o que foi realizado durante os últimos anos em condições muito difíceis" e "da confiança e da esperança" no futuro. "O êxito nos espera. É muito importante atrair para o nosso lado aqueles que podem ter votado em outros candidatos. Necessitamos dessa unidade para avançar. E para avançar devemos sentir o ombro de cada cidadão deste país", comentou. De acordo com a CEC, em segundo lugar aparece o candidato comunista, o milionário Pavel Grudinin, com 13,39%, muito à frente do líder ultranacionalista Vladímir Khirinovski, na terceira posição com 6,34%. Em quarto lugar aparecia a única mulher candidata, a jornalista Ksenia Sobchak, com 1,42%, enquanto os outros quatro candidatos não conseguiram sequer 1%. O apoio ao presidente russo foi ainda maior em lugares como a Crimeia, onde, com 21% da apuração concluída, teria recebido 91,69% dos votos. Na península anexada há exatamente quatro anos, seus habitantes participaram hoje pela primeira vez de eleições presidenciais e 1,5 milhão de eleitores teria dado apenas 2,23% dos votos a Grudinin. Putin também obteve cifras estratosféricas de apoio na república caucasiana da Chechênia, 93%, e na do Tartaristão, mais de 97%, segundo a CEC. Em Moscou e em São Petersburgo, as duas principais cidades do país e redutos da oposição extraparlamentar, Putin atingiu um apoio muito mais amplo do que o esperado, superior a 70%. A presidenta da CEC, Ella Panfilova, assegurou que estas foram "eleições transparentes", enquanto a defensora pública, Tatiana Moskalkova, rejeitou que tivesse havido denúncias de irregularidades em massa. No entanto, o opositor Alexei Navalny, que estava inabilitado para concorrer às eleições, denunciou algumas irregularidades na jornada eleitoral. No mesmo sentido, o candidato Grudinin qualificou estas eleições como "as mais sujas que aconteceram no período pós-soviético".
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manteve neste sábado (3), a pressão sobre os parceiros comerciais ao ameaçar as montadoras europeias com uma tarifa sobre importações se a União Europeia retaliar contra seu plano de adotar tarifas sobre alumínio e aço. O tuíte de Trump mostrou que ele se recusa a ceder aos interesses de empresas dos EUA e de parceiros comerciais estrangeiros alarmados com a perspectiva de uma guerra comercial que afetou os mercados financeiro esta semana. “Se a UE quiser aumentar mais suas já fortes tarifas e barreiras às empresas dos EUA que fazem negócios lá, vamos simplesmente aplicar um imposto sobre seus carros que entram livremente nos EUA”, escreveu Trump no Twitter. “Eles impossibilitam que nossos carros (e mais) sejam vendidos lá. Grande desequilíbrio comercial!”.
O presidente russo Vladimir Putin disse nesta quinta-feira (1º) que o país desenvolveu uma nova linha de armas nucleares que incluem mísseis que não podem ser detectados pelos sistemas de defesa. O anuncio foi feito em seu discurso sobre o Estado da Nação, que foi transmitido pela TV para todo o país. Segundo Putin, a decisão russa de ampliar seu arsenal nuclear foi tomada depois que os Estados Unidos decidiram deixar um acordo antimísseis assinado em 1972. "Na ocasião, vocês não ouviram nosso país. Então nos ouçam agora", disse ele, em um recado direto para Washington. "Nós consideraríamos qualquer uso de armas nucleares contra a Rússia ou aliados como um ataque nuclear contra o nosso país. A resposta seria imediata", disse ele. Putin disse ainda que o novo míssil pode atingir qualquer lugar do mundo e pediu que os russos sugiram um nome para o equipamento. Ele anunciou ainda um drone capaz de carregar uma ogiva nuclear e que pode ser usado embaixo da água. De acordo com ele, os dois equipamentos estão sendo testados desde o fim de 2017. A fala foi feita 17 dias antes da eleição presidencial, na qual Putin é amplo favorito para conquistar seu quarto mandato no comando do país. Além das declarações sobre as armas, o discurso teve ainda promessas de melhoria da economia russa.
O prefeito da cidade de San Buenaventura, ao Norte de La Paz, na Bolívia, foi amarrado por moradores a um instrumento de tortura conhecido como berlinda, usado na Idade Média. Ele é acusado de não cumprir promessas feitas na campanha eleitoral. Apontado como um mau gestor, Javier Delgado teve a perna direita presa à berlinda por moradores da comunidade de San José de Uchupiamonas, a 50 quilômetros da prefeitura. Imagens da "punição" estão circulando nas redes sociais. Segundo a imprensa local, o prefeito ficou preso durante aproximadamente uma hora, no último fim de semana. Ele já teria passado por duas situações semelhantes, em 2015 e 2016. Ao jornal local "El Deber", o prefeito disse que "foi uma total confusão, uma distorção de informações motivada por pessoas com interesses pessoais e políticos que estariam buscando revogar meu mandato", disse o gestor. "Tenho os vídeos em que me pedem desculpas em público. Se trata de uma intransigência por informações falsas, por desinformação intencional". A ideia do prefeito era visitar comunidades para entender suas necessidades, mas moradores de San José, insatisfeitos com a gestão de Delgado, decidiram castigá-lo. Ele estava lá para entregar um galpão construído pela prefeitura, segundo a rádio "Fides Trinidad". Finalizada a punição, os moradores se reuniram para conversar com o prefeito. Delgado não fez menção de responsabilizar as pessoas criminalmente pelo que aconteceu, mas disse ter sentido "uma profunda tristeza que a população não está informada". Ele também afirmou que aquela foi uma punição "mais do que física, moral".
O Conselho de Segurança da ONU aprovou neste sábado (24) por unanimidade uma resolução que pede uma trégua de 30 dias na Síria para permitir a entrada de ajuda humanitária e médicos no enclave rebelde de Ghouta Oriental, bombardeado há uma semana por tropas leais ao ditador Bashar al-Assad. A Rússia, aliada de Damasco, se opunha até aqui à adoção do texto, o que levou a sua votação a ser adiada algumas vezes desde o começo das discussões nas Nações Unidas, na quinta (22). O número de mortos desde que teve início a ofensiva do regime contra Ghouta, no domingo (18), já passa de 500 ---127 das vítimas são crianças. Há ainda mais de 2.400 feridos. A região (formada por uma série de cidades-satélites e fazendas a leste de Damasco) está sob cerco das forças oficiais desde 2013, quando Assad foi acusado de usar gás sarin em um ataque ao local, matando cerca de 1.300 pessoas —o governo nega o emprego da arma química. A população ali é de cerca de 400 mil habitantes. O embaixador russo na ONU, Vassily Nebenzia, havia dito que a ideia de um cessar-fogo imediato na região não era realista —a proposta inicial era que o armistício começasse em 72 horas. Por isso, Suécia e Kuwait alteraram o documento, que, na versão aprovada, “pede que todas as partes interrompam as hostilidades sem demora”, mas não especifica uma data exata para que isso aconteça. Antes da votação, o embaixador sueco na ONU, Olof Skoog, afirmara que a resolução poderia ajudar a distender o clima na região e a salvar vidas: "Os comboios e equipes de evacuação da ONU estão prontos para ir para lá". O Observatório Sírio de Direitos Humanos, com sede em Londres, informou que aviões de guerra alvejaram Ghouta na noite de sábado apenas alguns minutos depois da adoção da resolução pelas Nações Unidas. O bombardeio, segundo a entidade, atingiu a cidade de Shifouniyeh.
Morreu nesta quarta-feira (21), aos 99 anos, o evangelista americano Billy Graham, conselheiro espiritual de diversos presidentes que pregou para milhares de pessoas no mundo todo. William Franklin Graham Jr. morreu em sua casa em Montreat, na Carolina do Norte, de acordo com Jeremy Blume, porta-voz da Associação Evangélica Billy Graham. Segundo a associação que leva seu nome, Graham pregou em 185 dos 195 países do mundo e converteu ao Cristianismo mais de 3 milhões de pessoas. Cerca de 77 milhões de pessoas o assistiram pessoalmente e outras 215 milhões viram seus discursos pela TV ou por links via satélite. O reverendo se tornou capelão não oficial da Casa Branca para todos os presidentes desde Harry Truman (1945-1953), além de ter se encontrado com diversos líderes mundiais. "Não havia ninguém como ele", afirmou o presidente Donald Trump em seu Twitter depois que a morte dele foi noticiada. "Ele fará falta aos cristãos e a todas as religiões. Um homem muito especial", escreveu. O ex-presidente americano George H. W. Bush também comentou a morte de Graham, a quem classificou como um amigo pessoal e mentor de vários de seus filhos, incluindo do também ex-presidente George W. Bush. "Acho que Billy tocou os corações não só dos cristãos, mas de pessoas de todas as crenças, porque ele era um homem muito bom", afirmou.
Um avião com 66 passageiros a bordo caiu no Irã neste domingo (18). A companhia Aseman Airlines informou que não há sobreviventes. Segundo informações da imprensa local, o avião caiu nas montanhas da cordilheira de Zagros, no sudoeste do país, a cerca de 620 km de Teerã. O avião levava 60 passageiros, dois seguranças, dois comissários de bordo, piloto e copiloto. O voo saiu de Teerã e iria até a cidade de Yasuj. Helicópteros de resgate não conseguiram chegar ao local devido ao mau tempo na região e equipes tentam chegar por terra. O aiatolá Ali Khamenei, o líder supremo do Irã, e o presidente Hassan Rouhani enviaram mensagens de condolências. O Ministério do Transporte país já iniciou as investigações para descobrir a causa da tragédia.
Um dia após a renúncia do então presidente Jacob Zuma, Cyril Ramaphosa foi escolhido pelo Parlamento da África do Sul nesta quinta-feira (15) para assumir a Presidência do país até o fim do atual mandato, em 2019. O pleito foi boicotado pela oposição, que exigia a dissolução do Parlamento e a convocação de novas eleições, e contou apenas com Ramaphosa como candidato. O presidente eleito era vice de Zuma. Os dois protagonizam uma queda de braço desde dezembro, quando Ramaphosa venceu a disputa para substituir o ex-presidente no comando do CNA (Congresso Nacional Africano), partido que dirige a África do Sul desde o fim do apartheid, em 1994. Zuma, 75, enfrenta uma série de acusações de corrupção. Sua ligação com a família Gupta, acusada de subornar autoridades em troca de contratos públicos, também é alvo de escrutínio. As investigações levaram o seu partido a deixar de apoiá-lo e exigir sua renúncia.
Nem os termômetros aguentaram a queda nas temperaturas na remota região russa de Yakutia, que atingiu - 67º C em algumas áreas nesta terça (16). Nessa região, a cerca de 5.300 km de Moscou e onde vivem 1 milhão de pessoas, os estudantes costumam ir à escola mesmo quando a temperatura chega a - 40º C. Mas nesta terça as aulas foram canceladas e a polícia mandou os pais deixarem seus filhos em casa.
Pelo menos cinco pessoas morreram nesta terça-feira (9/1) na região de Montecito, no sul da Califórnia, devido às fortes chuvas que atingem o estado, provocando deslizamentos de terras, enchentes e inundações. As informações são da EFE. As autoridades do condado de Santa Bárbara, no noroeste de Los Angeles, confirmaram que os corpos de cinco pessoas foram encontrados entre os escombros durante uma operação de resgate. Várias casas de Montecito, atingida pelos incêndios no final do ano passado, foram destruídas pela força das águas, informou o porta-voz do Departamento de Bombeiros de Santa Bárbara, Mike Eliason. Isto porque o fogo destruiu a vegetação que antes continha a força das águas e impedia a ocorrência de deslizamentos. As fortes chuvas obrigaram, além disso, o fechamento de várias estradas, a evacuação de milhares de pessoas e a realização de vários resgates. Mais de 25 milímetros de chuva caíram nas últimas horas na região. As tempestades também afetaram o fornecimento de energia. A Southern Califórnia Edison informou à Agência EFE que pelo menos 20 mil pessoas ficaram sem luz.

Tela Noticia acima de tudo, representa jornalismo com seriedade em busca da verdade por trás dos fatos!

Lives Facebook

GALERIA FATO VERDADE