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O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, deixou a unidade de terapia intensiva do hospital onde está internado em Londres, à medida que se recupera da covid-19, informou o gabinete do premiê.

Johnson, de 55 anos, deu entrada no Hospital St Thomas na noite de domingo (5) com febre e tosse persistentes, sendo transferido na segunda-feira para a UTI, onde passou três noites. Ele continua em observação no hospital.

"O primeiro-ministro foi transferido dos cuidados intensivos de volta para o quarto, onde receberá monitoramento rigoroso durante a fase inicial de sua recuperação", disse um porta-voz do governo em comunicado enviado por e-mail. "Ele está de extremo bom humor."

Johnson foi o primeiro líder mundial a ser hospitalizado com covid-19, o que o forçou a passar o comando do país, que tem a quinta maior economia do mundo, ao ministro das Relações Exteriores, Dominic Raab, exatamente no momento em que o Reino Unido se aproxima do pico da doença.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou no Twitter que a melhora no estado de saúde de Johnson é uma "ótima notícia".

A saída do premiê britânico da UTI desencadeou leve recuperação no valor da libra esterlina frente ao dólar.

No entanto, o comunicado do governo não forneceu detalhes sobre quando Johnson poderá retomar a liderança do país. Dominic Raab  ressaltou a importância de que o primeiro-ministro foque agora em sua recuperação.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

O maior especialista em doenças infecciosas dos Estados Unidos (EUA) alertou nesta sexta-feira (10) que, embora locais duramente atingidos pelo coronavírus, como o estado de Nova York, estejam mostrando resultados positivos na luta contra a doença, é cedo demais para amenizar as restrições aos norte-americanos.

O alerta de Anthony Fauci veio depois de as principais autoridades econômicas do governo do presidente Donald Trump dizerem, no dia anterior, que acreditam que a economia do país pode começar a voltar à atividade normal em maio, apesar de especialistas de saúde pedirem a manutenção do distanciamento social para derrotar o coronavírus.

Trump, republicano que pretende se reeleger em 3 de novembro, deixou claro que quer reativar a economia o mais cedo possível.

"Com sorte, recomeçaremos muito, muito, muito, muito em breve, espero", disse ele nessa quinta-feira (9) durante a entrevista diária sobre o novo coronavírus na Casa Branca.

"O que estamos vendo neste momento são alguns sinais favoráveis", disse Fauci em entrevista à CNN, citando avanços em Nova York.

Mas antes de reabrir a sociedade, acrescentou, "gostaríamos de ver um indício claro de que estamos indo muito, muito clara e fortemente, na direção certa. Porque exatamente aquilo que não queremos fazer é sair prematuramente e acabar na mesma situação".

Como muitos norte-americanos comemoram o feriado da Páscoa cristã no domingo, Fauci disse que é importante manter as medidas de distanciamento social em vigor.

"Agora não é hora de recuar", afirmou.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Igrejas de todo o mundo estão realizando cultos online durante a pandemia do COVID-19, mas essa ação permanece ilegal na China.

Segundo informou o Bitter Winter em 5 de abril, pouquíssimas organizações, e "apenas aquelas que possuem licenças emitidas pelo Estado", podem transmitir serviços religiosos online na China.

"Não podemos nos reunir por causa da pandemia", disse o pastor de uma igreja subterrânea na província de Jiangxi ao Bitter Winter.

O pastor tentou transmitir um sermão em 9 de fevereiro através de um aplicativo, mas foi interrompido.

"Nossa primeira e única reunião online foi bloqueada pelo governo logo após o início", disse o pregador.

Nesse mesmo dia, outro pastor da igreja doméstica, na província de Shandong, também tentou transmitir serviços online.

"A reunião foi interrompida menos de 20 minutos após o início", relatou Bitter Winter.

Uma lei chinesa de 2018 proíbe serviços de streaming.

“Nenhuma organização ou indivíduo poderá transmitir ao vivo ou transmitir suas atividades religiosas, incluindo orar, cantar, ordenações, ler as escrituras, adorar ou receber batismo online na forma de texto, foto, áudio ou vídeo”, diz a lei comunista.

Fim das transmissões

Em 23 de fevereiro, os Dois Conselhos Cristãos Chineses da província de Shandong, aprovados pelo governo, emitiram um aviso "exigindo que todas as igrejas da província parassem de transmitir seus serviços imediatamente", informou Bitter Winter.

Em 28 de fevereiro, o Departamento de Trabalho da Frente Unida do distrito de Nanhu, em Jiaxing, uma organização governamental na província de Zhejiang, disse que investigaria todas as atividades online de igrejas aprovadas pelo estado.

As igrejas na China devem se registrar no governo e participar do Movimento Patriótico dos Três Autos (Three Self) ou da Associação Católica Patriótica Chinesa. Mas como essas igrejas aprovadas pelo estado enfrentam severas restrições, milhões de cristãos adoram em igrejas clandestinas ilegais.

As atividades diárias dos cristãos também são monitoradas.

Membros de uma igreja de três pessoas na província de Henan receberam um aviso de seu pastor em janeiro exigindo que dissolvessem seus grupos no We Chat, um aplicativo de mídia social. Em fevereiro, um oficial da aldeia forçou um morador cristão a "mudar a foto do perfil da conta do We Chat" porque continha uma imagem de uma cruz, informou Bitter Winter.

As igrejas e seus membros são proibidos de dizer algo negativo sobre o governo ou de divulgar informações sobre a pandemia que não seja aprovada pelo governo.

"O Departamento de Segurança Pública tem informações sobre todos os membros de todos os grupos do We Chat, e são realizadas inspeções na rede, especialmente rigorosas durante a pandemia", disse um pastor de Três Eu de Shandong ao Bitter Winter.

A perseguição piorou durante a pandemia.

"Encorajadas pelo governo, muitas fábricas e locais públicos foram reabertos, mas os locais religiosos ainda são barrados", disse um crente da Three Self da província de Henan. "As reuniões religiosas são proibidas e todos os canais de comunicação religiosa e estão bloqueados."

FONTE: GUIAME.COM.BR

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, prometeu hoje (6) um pacote de estímulo econômico inédito, equivalente a 20% do Produto Interno Bruto (PIB), e disse que seu governo tomará "todas as medidas" para combater os efeitos negativos crescentes do coronavírus.

O pacote, a ser confirmado pelo gabinete amanhã (7), totalizará 109 trilhões de ienes (989 bilhões de dólares), ultrapassando aquele elaborado na esteira da crise financeira de 2009, que totalizou 56 trilhões de ienes e gastos fiscais de 15 trilhões de ienes.

"Decidimos adotar um pacote econômico de escala maciça e inédita no valor de 109 trilhões de ienes, ou 20% do PIB [a soma de todas as riquezas produzidas pelo país], após o dano imenso do novo coronavírus na economia", disse Abe, depois de se reunir com parlamentares.

Ele não deu mais detalhes, mas o montante pode incluir medidas econômicas anteriores avaliadas em 26 trilhões de ienes, que foram adotadas no fim do ano passado para lidar com os riscos da guerra comercial entre China e Estados Unidos.

Sensação de segurança

O pacote acabou sendo maior do que a quantia prevista por agentes do mercado, o que gerou uma sensação de segurança nas pessoas que enfrentam reduções na renda e confinamento, disseram analistas.

"Pode haver um impacto limitado no estímulo ao consumo, dado que muitas pessoas estão deixando de ir às compras", disse Masaki Kuwahara, economista sênior da Nomura Securities. "Mas isso pode evitar um efeito secundário no agravamento da economia".

O pacote conta com compensações em dinheiro de mais de 6 trilhões de ienes a casas e pequenas e médias empresas que estão passando por dificuldades, disse Abe, enfatizando os estragos abrangentes do vírus, que vêm causando o temor de uma recessão.

O primeiro-ministro disse que declarará um estado de emergência nesta terça-feira. Para proteger o emprego, o governo também estabelecerá arranjos por meio do pacote para permitir que pequenas e médias empresas tomem empréstimos de bancos particulares com juro zero, disse o Abe.

O pacote ainda dá às empresas em apuros um período de carência para o pagamento de impostos e injeta 26 trilhões de ienes em programas sociais para ajudá-las a manter os negócios em operação, finalizou.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

A inflação na zona do euro desacelerou de forma significativa neste mês com a queda nos preços do petróleo, sinalizando o início de possível espiral de baixa da inflação, uma vez que as medidas em resposta ao coronavírus provocam dramático enfraquecimento da atividade econômica.

A inflação nos 19 países que usam o euro caiu de 1,2% para 0,7% em fevereiro sobre o ano anterior, informou a Eurostat nesta terça-feira (31), abaixo da expectativa de 0,8%.

No entanto, o dado, que muitos economistas preveem que ficará negativo antes do meio do ano, também mascara tendências opostas que podem preocupar as famílias: preços dos alimentos muito mais altos e queda nos custos de energia.

Com o petróleo tipo Brent recuando dois terços desde o início do ano devido à guerra de preços entre Rússia e Arábia Saudita, os custos da energia caíram mais de 4% na comparação com o ano anterior.

Mas a inflação dos alimentos acelerou de 2,6% para 3,5%, ampliando a alta que deve ser agravada pelas medidas de contenção, que podem dificultar a chegada dos alimentos ao consumidor.

Em um provável sinal de problemas mais profundos, o núcleo da inflação também caiu. A medida que exclui alimentos e energia teve alta anual de 1,2% e, como esperado, de 1,3% em fevereiro.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

As ações na Bolsa de Valores de Tóquio tiveram forte queda no pregão matutino desta segunda-feira (30). Ordens de venda atingiram o mercado imediatamente após a sua abertura.

Ao mesmo tempo, crescem as preocupações de que o alastramento do coronavírus (covid-19) vai forçar pessoas em muitos países a ficarem em casa por um prolongado período, o que continuará afetando a economia global.

O índice Nikkei da bolsa japonesa chegou a perder temporariamente mais de 800 pontos, e terminou o pregão da manhã com 18.762 pontos, uma queda de 626 em relação ao fechamento de sexta-feira.

Fontes do mercado dizem que importantes indicadores econômicos estrangeiros e nacionais - como o levantamento Tankan do Banco do Japão e dados sobre emprego nos Estados Unidos - serão anunciados nesta semana. 

As mesmas fontes garantem que os investidores estão cada vez mais cautelosos com efeitos econômicos que podem se tornar visíveis.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

O número de mortes pela pandemia de coronavírus na Itália subiu em 812, para um total de 11.591, informou a Agência de Proteção Civil nesta segunda-feira (30), com um aumento no número diário de mortes que reverte dois dias de queda na taxa diária.

No entanto, o número de novos casos aumentou em 4.050, o índice mais baixo desde 17 de março, atingindo um total de 101.739 em relação aos 97.689 anteriores.

Foram registrados 5.217 casos no domingo (29) e 5.974 no sábado.Dos originalmente infectados em todo o país, 14.620 haviam se recuperado totalmente na segunda-feira, em comparação com 13.030 no dia anterior. Havia 3.981 pessoas em terapia intensiva, em comparação com as anteriores - 3.906.

A Itália registrou mais mortes em decorrência do novo coronavírus do que qualquer outro país do mundo e responde por mais de um terço de todas as mortes globais pelo vírus.

O maior número diário de vítimas da epidemia de cinco semanas na Itália foi registrado na sexta-feira (27), quando 919 pessoas morreram. Houve 889 mortes no sábado e 756 no domingo.

Estabilização

O isolamento social e as demais medidas de restrição em vigência na Itália nas últimas duas semanas devem levar a uma estabilização em breve da epidemia de coronavírus no país, mas será necessário acompanhamento vigilante, disse hoje uma autoridade da Organização Mundial da Saúde (OMS).

"Esperamos que a Itália e a Espanha estejam quase lá (no pico), mas o vírus não diminui por si só, ele precisa ser eliminado por meio de esforços de saúde pública", disse Mike Ryan, principal especialista em emergências da OMS, em entrevista coletiva.

No caso da Itália, Ryan afirmou que o país deve começar a ver uma estabilização. "Os casos que vemos hoje refletem realmente as exposições há duas semanas", afirmou.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

As Forças Armadas da Coreia do Sul disseram que a Coreia do Norte lançou dois projéteis que seriam mísseis balísticos de curto alcance neste domingo (29) de manhã. Ambos teriam sido disparados em direção ao Mar do Japão.

Militares americanos e sul-coreanos têm coletado e analisado informações ligadas aos lançamentos para identificar a categoria dos projéteis. Esta é a quarta vez em março que os norte-coreanos realizam disparos do tipo. Pyongyang estaria visando aprimorar sua tecnologia com eles.

O Estado-Maior da Coreia do Sul anunciou que os lançamentos ocorreram às 6h10 da manhã (horário local), e teriam sido feitos perto de Wonsan, cidade no leste do território norte-coreano.

Os projéteis voaram cerca de 230 quilômetros e chegaram a atingir uma altitude de aproximadamente 30 quilômetros.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Mais de 680 pessoas morreram em decorrência do coronavírus na Itália nas últimas 24 horas, informou a Agência de Proteção Civil nesta quarta-feira, à medida em que crescem as preocupações de que a doença esteja se propagando mais pelo sul do país.

O número de mortos aumentou em 683 nesta quarta-feira (25). O número é menor que o pico de 743 na terça-feira (24), mas maior do que o total dos dois dias anteriores e o terceiro maior registro diário desde o surgimento do surto nas regiões do norte do país, em 21 de fevereiro.

A Itália tem registrado mais mortes do que qualquer outro país, com os números mais recentes informando que 7.503 pessoas morreram da infecção em apenas um mês.

A região norte da Lombardia, de longe a mais atingida, exibiu um declínio acentuado no número de mortes e novas infecções nesta quarta-feira, aumentando as esperanças de que a epidemia possa estar diminuindo em seu epicentro original.

No entanto, o otimismo foi atenuado pelas sinalizações do sul, onde o contágio e as mortes são muito menos difundidos, mas estão aumentando constantemente, e podem sobrecarregar um serviço de saúde muito menos bem equipado do que na rica região norte.

"Nesse momento, existe a perspectiva real de que a tragédia da Lombardia esteja prestes a se tornar a tragédia do sul", escreveu Vincenzo De Luca, presidente da região da Campânia, em Nápoles, em uma carta aberta ao primeiro-ministro, Giuseppe Conte.

"Estamos às vésperas de uma grande expansão de infecções que podem não ser sustentáveis", disse ele, reclamando que o governo central falhou em fornecer à Campânia ventiladores pulmonares prometidos e outros equipamentos de suporte de vida.

Até o momento, houve 74 mortes na Campânia, a região do sul mais afetada. A região central do Lazio, ao redor da capital, Roma, registrou 95 mortes.

O número total de casos confirmados no país subiu dos 69.176 anteriores para 74.386, segundo a Agência de Proteção Civil.

A elevação em 7,5% foi a mais baixa desde o início do surto, mas apenas pessoas gravemente doentes estão sendo testadas e o chefe da agência, Angelo Borrelli, disse nesta semana que o número real de infecções era, provavelmente, 10 vezes superior ao registrado oficialmente.

Borrelli não estava presente na coletiva de imprensa costumeira para divulgar os dados porque teve febre nesta quarta-feira e estava passando por um exame de detecção do coronavírus.

Com a Itália paralisada ao longo das últimas duas semanas e sua economia de joelhos, o primeiro-ministro Conte prometeu nesta quarta um segundo pacote de estímulo em abril no valor de pelo menos 25 bilhões de euros, como o lançado em março.

Com seus índices de aprovação em níveis recordes, o primeiro-ministro apelou à oposição para apoiar os esforços do governo e interromper seus ataques ao lidar com a crise até que ela acabe.

"Haverá tempo para tudo, mas agora é tempo de ação e responsabilidade", disse ele à Câmara dos Deputados.

Uma fonte de potencial conflito para Conte foi desativada nesta quarta, quando o governo chegou a um acordo com sindicatos que ameaçavam greves porque queriam mais empresas fechadas para protegerem a saúde dos trabalhadores.

Conte concordou em estender os setores de produção que serão temporariamente paralisados, já que são considerados essenciais para a cadeia de suprimentos do país.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Hackers de elite tentaram invadir sistemas da Organização Mundial da Saúde (OMS) no início deste mês, informaram fontes à Reuters, parte do que um importante funcionário da entidade disse ter sido um aumento de mais de duas vezes nos ataques cibernéticos contra a entidade.

O vice-presidente de Segurança da Informação da OMS, Flavio Aggio, disse que a identidade dos hackers não está clara e que a tentativa de invasão não obteve sucesso. Ele alertou que as ações de hackers contra a agência e seus parceiros dispararam em meio à campanha do órgão global para combate ao coronavírus, que matou mais de 15 mil pessoas no mundo.

A tentativa de invasão da OMS foi revelada por Alexander Urbelis, especialista em segurança cibernética e advogado do Blackstone Law Group de Nova York, que monitora atividades suspeitas em registros de domínios da internet.

Urbelis disse que notou a atividade por volta de 13 de março, quando um grupo de hackers que ele monitorava ativou um site malicioso que imita o sistema de email interno da OMS.

"Percebi rapidamente que se tratava de um ataque à Organização Mundial da Saúde", afirmou.

Urbelis disse que não sabia quem era o responsável, mas duas outras fontes suspeitam de um grupo avançado de hackers conhecido como DarkHotel, que realiza operações de espionagem cibernética desde pelo menos 2007.

Quando perguntado pela Reuters sobre o incidente, Aggio, da OMS, confirmou que o site descoberto por Urbelis havia sido usado na tentativa de roubar senhas de vários funcionários da organização.

Os motivos do ataque não são claros. Agências das Nações Unidas, entre elas a OMS, são alvo regular de campanhas de espionagem digital e Aggio se recusou a dizer quem exatamente na entidade os hackers estavam tentando atacar.

Empresas de segurança cibernética, incluindo a Bitdefender, da Romênia, e a Kaspersky, com sede em Moscou, disseram ter localizado muitas das operações do DarkHotel no leste da Ásia - uma área que foi particularmente afetada pelo coronavírus. Alvos específicos incluíram funcionários governamentais e executivos de empresas de países como China, Coreia do Norte, Japão e Estados Unidos.

Costin Raiu, chefe de pesquisa e análise global da Kaspersky, não pôde confirmar que o DarkHotel era responsável pelo ataque contra a OMS, mas disse que a mesma infraestrutura maliciosa foi usada para atacar outras organizações humanitárias e de saúde nas últimas semanas.

"Em momentos como este, qualquer informação sobre curas, testes ou vacinas relacionadas ao coronavírus não tem preço e é a prioridade de qualquer organização de inteligência de um país afetado", afirmou.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

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