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m pouco mais de uma semana, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) viu as notícias sobre a disputa da Presidência da Câmara mudarem drasticamente de tom. 

Praticamente incontestável no fim de 2018, o favoritismo do atual presidente da Casa na corrida chega à segunda semana de 2019 balançado pela debandada de partidos da oposição, a provável formação de um bloco paralelo encabeçado por um ex-aliado e a pulverização de votos.

Se Maia começou o ano lendo, em 2 de janeiro, que o acordo firmado com o PSL fortalecia sua ambição de se reeleger para o cargo, chegou ao fim da segunda semana de 2019 recebendo a inesperada decisão do PSB de descartar aliança.

Hoje, ele tem o apoio formal, além do partido do presidente Jair Bolsonaro, de PSD, PR, PRB, DEM, PSDB, SD, Podemos e PPS.

A princípio, o anúncio do ingresso do PSL no bloco de Maia alimentou sua expectativa, ao somar os 52 votos da segunda maior bancada da Câmara à sua candidatura. 

Mas o que parecia ser a maior vantagem do presidente da Casa até o momento pode ter se transformado em seu ponto fraco. 

Primeiro, porque não há consenso sobre a adesão à candidatura de Maia entre os deputados bolsonaristas, que se veem pressionados por seus eleitores pelo apoio a alguém que aliados do presidente chamavam até as eleições de representante da "velha política".

É Além disso, o movimento do PSL começou a espantar partidos de centro e de esquerda que caminhavam para apoiá-lo e que têm bancadas expressivas no Parlamento.

"O momento exige dos partidos da oposição uma firmeza grande e ter clareza sobre o momento político que nós estamos a viver", disse o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, ao abrir a reunião da sigla, na quinta passada. 

Cerca de quatro horas depois, Siqueira afirmou categoricamente que a adesão do PSL ao bloco de Maia inviabilizaria a manutenção do PSB (32 deputados) na aliança.

O recuo pode ser seguido por PDT (28) e PC do B (9).

Além disso, o PT, partido que tem a maior bancada da Câmara, com 56 deputados, encontra dificuldade para apoiar Rodrigo Maia em 1º de fevereiro. Apesar do discurso da presidente da legenda, Gleisi Hoffmann (PR), de que um apoio estava descartado, parlamentares ainda dialogavam com Maia. 

A bancada foi surpreendida na quarta (9) com declaração do candidato descartando a presença do partido em seu bloco —a fala foi vista como uma tentativa de acalmar os ânimos de uma ala do PSL contrária à possibilidade de terminar abraçada com o PT na eleição logo no início do governo.

Ao mesmo tempo reticente por causa do acordo com o partido de Bolsonaro, o PT tenta evitar a repetição do que aconteceu em 2015: lançou candidato próprio, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que foi derrotado por Eduardo Cunha (MDB-RJ), o que deixou o partido sem posições de destaque na Mesa Diretora.

Assim, a sigla tenta se equilibrar entre o pragmatismo de embarcar numa candidatura com chances de vitória e a preservação de seu discurso ideológico.

Os partidos da oposição podem terminar se voltando para um antigo aliado de Maia, o líder do PP na Câmara, Arthur Lira (AL). Ele articula a formação de um outro grupo que, além do PT, PSB, PDT e PC do B, pode agregar PP (37), MDB (34), PTB (10) e PSC (8).

O bloco chega a um máximo de 214 votos, o que pode torná-lo uma ameaça para Maia, que em sua própria conjunção de partidos conseguiria um máximo de 239 votos.

Não há, porém, em nenhum dos dois casos unanimidade, por ser uma votação secreta, o que impede o domínio das cúpulas sobre os deputados.

Os possíveis adversários de Maia não pretendem apresentar um único nome, mas lançar várias candidaturas. Assim forçariam um segundo turno, no qual —dizem— se uniriam contra Maia.
Até agora, os colocados neste grupo são Lira, Fábio Ramalho (MDB-MG), Alceu Moreira (MDB-RS) e JHC (PSB-AL). 

Recebido por Bolsonaro no Planalto, Ramalho pode ajudar a colocar água no chope do atual presidente, amealhando votos entre deputados novatos e o baixo clero.

Para pulverizar ainda mais a disputa, ainda há as candidaturas de Kim Kataguiri (DEM-SP), Capitão Augusto (PR-SP) e Marcelo Freixo (PSOL-RJ).

O MBL entrou com uma representação criminal na Procuradoria-Geral da República contra a presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

A alegação é que ela teria infringido o Artigo 8 da Lei de Segurança Nacional, que afirma que é crime “entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil”. 

“A postura da Gleisi como presidente do PT e seu alinhamento com o Nicolás Maduro, bem como as críticas ao Grupo de Lima, ao qual o Brasil é signatário, acentuaram a hostilidade do ditador venezuelano ao governo brasileiro”, afirma Rubinho Nunes, advogado e coordenador do MBL. A informação é da Coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo. 

Passados poucos dias da posse de Jair Bolsonaro, os brasileiros continuam assistindo ao mais deprimente anti-espetáculo da democracia. Setores que estufavam o peito para declamar em prosa e verso uma tal democracia, tornaram-se péssimos e enciumados perdedores. Daqueles que deixariam para trás as pirraças voluntariosas de infantes em tenra idade.

Assim, partidos marxistas e seus fiéis aliados no Brasil – vindos da imprensa em geral -, passaram em coro a entoar a cantilena do fim do mundo, da truculência inexistente e de uma ditadura ilusória. Em voz uníssona, o que passamos a acompanhar foi um choramingo infantiloide e de quem nada aprendeu com a mudança do rumo político, nos últimos anos, no país.

Obviamente que, para os partidos radicais da nossa atrasada esquerda, nada mais natural do que o esperneio de quem luta para manter viva a sua embolorada e fraudulenta narrativa. Mas com relação à caquética mídia, pensávamos que, talvez, algum bom senso bateria às portas do descrédito. Em vão.

A começar pelas terríveis denúncias de, praticamente, “maus-tratos”, quando da posse presidencial. Como se sabe, foi preciso montar um esquema de segurança ímpar, já que o histórico do então candidato, e hoje presidente, deixava claro que há um risco considerável de atentarem novamente contra a sua vida. O episódio do atentado do qual foi vítima Jair Bolsonaro foi solenemente ignorado e vimos uma patota mimada esbravejando pelo direito de curtir seu lanchinho “Mac Feliz” e de usar o playground de suas estórias lúdicas em tempo de realidade. Felizmente, com o advento da internet e das indefectíveis transmissões em tempo real, nas redes sociais, ficou fácil perceber que tudo não passou de um, digamos, descontentamento com a perda de certos privilégios sevados pela camarilha do tucanato-lulopetista.

A imprensa desempenha papel importantíssimo na investigação, fiscalização e no confronto dos homens públicos. Sua liberdade de ação é absolutamente primordial para a democracia. Já a imprensa do Brasil, terra das jabuticabas, em representação considerável, torce contra a democracia, faz tudo para que a vontade do povo seja desconsiderada, ignorada. O que se espera dela é a informação, fatos e não ações em bloco de cunho meramente panfletário e/ou partidário. Ela estava muito mal-acostumada, pois, há décadas, regia soberana, regada a muito dinheiro público, e, sem quaisquer óbices, fazia sua propaganda ideológica. Propaganda esta que, sem dúvida alguma, colocou-nos no estágio atual do nosso atraso.

Uma imprensa que, com o passar dos anos, recusou-se a enxergar a natureza conservadora do povo brasileiro e os anseios de uma nação. Uma imprensa que se trancou no cinema de suas próprias fantasias.

Coincidentemente, tivemos ciência de que milionários contratos privilegiaram jornalistas do “jet set” Global. Uma montanha de dinheiro queimada com palestras de temas duvidosos, pagas com o dinheiro dos pobres brasileiros, e que, certamente, em nada contribuíram para que o país avançasse um milímetro sequer. Aliás, dinheiro público não deveria ser usado para tais propósitos, afinal, somos um país que nem ao menos uma elementar rede de esgoto oferece aos seus habitantes. Contratos feitos com jornalistas que, descaradamente, opõem-se a qualquer tipo de mudança, e que fazem o possível para deixar claro e evidente que o Brasil necessário é o Brasil socialista. Aquele pensamento de 50, 60 anos atrás, desconsiderando o retumbante fracasso da utopia cafona do marxismo. Desprezam fatos, índices econômicos vergonhosos, milhões de cadáveres e crimes, agarrando-se a uma narrativa capenga, capaz de hipnotizar apenas os olhos de seus pares e partidários camaradas.

A voz de comando é atacar todo e qualquer indivíduo que tenha uma outra visão de mundo e que queira tirar o mofo ideológico que infestou o Brasil. Não somente o presidente, mas todos os seus colaboradores viraram alvos móveis dos nossos ativistas, muito bem pagos, diga-se de passagem, disfarçados de jornalistas. Surgiu uma verdadeira força-tarefa para boicotar o novo governo e apoiar os planos dos derrotados. Fazem de uma mosca um elefante. Concentram-se destemperadamente em falas miúdas, metáforas, argumentos enviesados, tudo para convencer seus desconfiados leitores de que o Brasil está à deriva e comandado por perigosos agentes. Uma simples brincadeira pode ser pinçada de um vídeo qualquer, a qual se transforma em um novo “escândalo nacional”, digno de uma encenação de crianças de seis anos.

Montou-se um verdadeiro pelotão de fuzilamento (cuidado, metáfora!) de ideias difusas. A todo instante, publicam matérias que parecem ter saído de revistas de fofocas e sites de intrigas mexicanas. O jornalismo do país tornou-se, lamentavelmente, uma mistura de revista em quadrinhos sem graça com um panfleto da ex-Guerra Fria – em que o inimigo imaginário está prestes a destruir o esplendor da nossa democracia e pujança desenvolvimentista conquistada a duras penas com o sangue e suor dos nossos heróis das redações nacionais. A torpeza ganhou contornos de “Contos da Candinha”, tamanho o rebaixamento de uma classe. Classe que passou a se autopromover, auto-elogiar e se portar de forma incompatível com aquilo que mais bradava: a luta pela democracia.

Paradoxalmente, quem mostra a fúria dos leões na defesa da ideologia que lhes move se diz “atacado” após a mais reles crítica ou mesmo pela confecção de um perfil satírico nas redes sociais. Uma sensibilidade que não combina com suas implacáveis investidas para destruir a reputação de seus desafetos ideológicos. Querem continuar com o monopólio dos ataques e, de preferência, sem quaisquer interferências externas, um misto de soberba e a certeza da impunidade no julgamento do mau jornalismo.

O veneno não anda produzindo efeitos satisfatórios. O Brasil acordou e sabe de que lado a mídia está. Sabe que ela se tornou um partido descarado, capaz de vestir as cores da sua revolução incompleta. E como tal está disposta a defender os interesses da autoridade central. Esteja ela na cela de uma certa prisão, no naufrágio do inferno cubano ou no ignorado genocídio da vizinha Venezuela. Não interessa! A palavra de ordem é atacar, desmerecer, criar factoides, ridicularizar e posar de vanguardista na terra dos mais de 60 mil homicídios anuais e do progresso que nunca se atreveu a chegar.

O vale-tudo vale contra todos. A realeza dos pasquins que perdeu – completamente – o poder de influenciar opiniões e ditar comportamentos não poupa ataques vis e direcionados àqueles que a destronaram. Tal qual fez, de forma deselegante e desarrazoada, a jornalista Lúcia Guimarães, diretamente do conforto e da segurança ‘ianque-trumpista’, que atacou o site Senso Incomum, como se isso fosse fazer alguma diferença para seus leitores e colunistas (como esta que agora vos escreve). Mostrando, assim, que não pode perder a oportunidade de se fazer ainda mais decadente e resistente aos novos ventos que sopram no país.

A realidade é dura, cruel e costuma castigar os teimosos que insistem em negá-la. Não haverá autocrítica, nem tampouco haverá mudança de postura! Morrerão todos juntos (olha a figura de linguagem aí de novo), de mãos dadas, no ostracismo do descrédito profissional – ninguém soltará a mãozinha de ninguém – numa resistência de tolos decrépitos, que, de tanto clamarem pelo futuro e mudanças, não conseguiram perceber que ele finalmente chegou, pelo menos no Brasil da informação, e que hoje existem dois reinos distintos: o Reino da Realidade e a Bolha Míope do Champanhe Real.

Quem viver verá.

Passados poucos dias da posse de Jair Bolsonaro, os brasileiros continuam assistindo ao mais deprimente anti-espetáculo da democracia. Setores que estufavam o peito para declamar em prosa e verso uma tal democracia, tornaram-se péssimos e enciumados perdedores. Daqueles que deixariam para trás as pirraças voluntariosas de infantes em tenra idade.

Assim, partidos marxistas e seus fiéis aliados no Brasil – vindos da imprensa em geral -, passaram em coro a entoar a cantilena do fim do mundo, da truculência inexistente e de uma ditadura ilusória. Em voz uníssona, o que passamos a acompanhar foi um choramingo infantiloide e de quem nada aprendeu com a mudança do rumo político, nos últimos anos, no país.

Obviamente que, para os partidos radicais da nossa atrasada esquerda, nada mais natural do que o esperneio de quem luta para manter viva a sua embolorada e fraudulenta narrativa. Mas com relação à caquética mídia, pensávamos que, talvez, algum bom senso bateria às portas do descrédito. Em vão.

A começar pelas terríveis denúncias de, praticamente, “maus-tratos”, quando da posse presidencial. Como se sabe, foi preciso montar um esquema de segurança ímpar, já que o histórico do então candidato, e hoje presidente, deixava claro que há um risco considerável de atentarem novamente contra a sua vida. O episódio do atentado do qual foi vítima Jair Bolsonaro foi solenemente ignorado e vimos uma patota mimada esbravejando pelo direito de curtir seu lanchinho “Mac Feliz” e de usar o playground de suas estórias lúdicas em tempo de realidade. Felizmente, com o advento da internet e das indefectíveis transmissões em tempo real, nas redes sociais, ficou fácil perceber que tudo não passou de um, digamos, descontentamento com a perda de certos privilégios sevados pela camarilha do tucanato-lulopetista.

A imprensa desempenha papel importantíssimo na investigação, fiscalização e no confronto dos homens públicos. Sua liberdade de ação é absolutamente primordial para a democracia. Já a imprensa do Brasil, terra das jabuticabas, em representação considerável, torce contra a democracia, faz tudo para que a vontade do povo seja desconsiderada, ignorada. O que se espera dela é a informação, fatos e não ações em bloco de cunho meramente panfletário e/ou partidário. Ela estava muito mal-acostumada, pois, há décadas, regia soberana, regada a muito dinheiro público, e, sem quaisquer óbices, fazia sua propaganda ideológica. Propaganda esta que, sem dúvida alguma, colocou-nos no estágio atual do nosso atraso.

Uma imprensa que, com o passar dos anos, recusou-se a enxergar a natureza conservadora do povo brasileiro e os anseios de uma nação. Uma imprensa que se trancou no cinema de suas próprias fantasias.

Coincidentemente, tivemos ciência de que milionários contratos privilegiaram jornalistas do “jet set” Global. Uma montanha de dinheiro queimada com palestras de temas duvidosos, pagas com o dinheiro dos pobres brasileiros, e que, certamente, em nada contribuíram para que o país avançasse um milímetro sequer. Aliás, dinheiro público não deveria ser usado para tais propósitos, afinal, somos um país que nem ao menos uma elementar rede de esgoto oferece aos seus habitantes. Contratos feitos com jornalistas que, descaradamente, opõem-se a qualquer tipo de mudança, e que fazem o possível para deixar claro e evidente que o Brasil necessário é o Brasil socialista. Aquele pensamento de 50, 60 anos atrás, desconsiderando o retumbante fracasso da utopia cafona do marxismo. Desprezam fatos, índices econômicos vergonhosos, milhões de cadáveres e crimes, agarrando-se a uma narrativa capenga, capaz de hipnotizar apenas os olhos de seus pares e partidários camaradas.

A voz de comando é atacar todo e qualquer indivíduo que tenha uma outra visão de mundo e que queira tirar o mofo ideológico que infestou o Brasil. Não somente o presidente, mas todos os seus colaboradores viraram alvos móveis dos nossos ativistas, muito bem pagos, diga-se de passagem, disfarçados de jornalistas. Surgiu uma verdadeira força-tarefa para boicotar o novo governo e apoiar os planos dos derrotados. Fazem de uma mosca um elefante. Concentram-se destemperadamente em falas miúdas, metáforas, argumentos enviesados, tudo para convencer seus desconfiados leitores de que o Brasil está à deriva e comandado por perigosos agentes. Uma simples brincadeira pode ser pinçada de um vídeo qualquer, a qual se transforma em um novo “escândalo nacional”, digno de uma encenação de crianças de seis anos.

Montou-se um verdadeiro pelotão de fuzilamento (cuidado, metáfora!) de ideias difusas. A todo instante, publicam matérias que parecem ter saído de revistas de fofocas e sites de intrigas mexicanas. O jornalismo do país tornou-se, lamentavelmente, uma mistura de revista em quadrinhos sem graça com um panfleto da ex-Guerra Fria – em que o inimigo imaginário está prestes a destruir o esplendor da nossa democracia e pujança desenvolvimentista conquistada a duras penas com o sangue e suor dos nossos heróis das redações nacionais. A torpeza ganhou contornos de “Contos da Candinha”, tamanho o rebaixamento de uma classe. Classe que passou a se autopromover, auto-elogiar e se portar de forma incompatível com aquilo que mais bradava: a luta pela democracia.

Paradoxalmente, quem mostra a fúria dos leões na defesa da ideologia que lhes move se diz “atacado” após a mais reles crítica ou mesmo pela confecção de um perfil satírico nas redes sociais. Uma sensibilidade que não combina com suas implacáveis investidas para destruir a reputação de seus desafetos ideológicos. Querem continuar com o monopólio dos ataques e, de preferência, sem quaisquer interferências externas, um misto de soberba e a certeza da impunidade no julgamento do mau jornalismo.

O veneno não anda produzindo efeitos satisfatórios. O Brasil acordou e sabe de que lado a mídia está. Sabe que ela se tornou um partido descarado, capaz de vestir as cores da sua revolução incompleta. E como tal está disposta a defender os interesses da autoridade central. Esteja ela na cela de uma certa prisão, no naufrágio do inferno cubano ou no ignorado genocídio da vizinha Venezuela. Não interessa! A palavra de ordem é atacar, desmerecer, criar factoides, ridicularizar e posar de vanguardista na terra dos mais de 60 mil homicídios anuais e do progresso que nunca se atreveu a chegar.

O vale-tudo vale contra todos. A realeza dos pasquins que perdeu – completamente – o poder de influenciar opiniões e ditar comportamentos não poupa ataques vis e direcionados àqueles que a destronaram. Tal qual fez, de forma deselegante e desarrazoada, a jornalista Lúcia Guimarães, diretamente do conforto e da segurança ‘ianque-trumpista’, que atacou o site Senso Incomum, como se isso fosse fazer alguma diferença para seus leitores e colunistas (como esta que agora vos escreve). Mostrando, assim, que não pode perder a oportunidade de se fazer ainda mais decadente e resistente aos novos ventos que sopram no país.

A realidade é dura, cruel e costuma castigar os teimosos que insistem em negá-la. Não haverá autocrítica, nem tampouco haverá mudança de postura! Morrerão todos juntos (olha a figura de linguagem aí de novo), de mãos dadas, no ostracismo do descrédito profissional – ninguém soltará a mãozinha de ninguém – numa resistência de tolos decrépitos, que, de tanto clamarem pelo futuro e mudanças, não conseguiram perceber que ele finalmente chegou, pelo menos no Brasil da informação, e que hoje existem dois reinos distintos: o Reino da Realidade e a Bolha Míope do Champanhe Real.

Quem viver verá.

Pau que bate em Chico bate em Francisco.

Verdade. Só que Chico (=PT) praticou atos infinitamente piores do que Francisco (=Governo Bolsonaro).

Por isso, o cacete no lombo de Chico deve bater nele com muito mais força.

Coisa tão óbvia.

Isenção não é isentismo. Simples assim.

A Corte Especial do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) declarou inconstitucional a expressão “de R$ 10.000,00” contida no artigo 183 da Lei Geral de Telecomunicações (Lei nº 9472/97), que prevê a multa a ser estipulada em caso de atividades clandestinas. Conforme a decisão, tomada na última sessão de 2018 (19/12), a pena de multa deve guardar proporção com a pena privativa de liberdade e ter seu montante definido conforme a capacidade econômica do autor do crime.

Por maioria, o colegiado entendeu que a incidência de multa em valor fixo impede a individualização da pena, que pode vir a ser excessiva ou insuficiente. “As penas de multa devem ser definidas caso a caso, levando em conta a quantidade de dias-multa e o valor do dia-multa, conforme determina o Código Penal em atenção à garantia de individualização das penas”, afirmou o relator da arguição, desembargador federal Leandro Paulsen.

O Incidente de arguição de inconstitucionalidade (AInc) foi suscitado por Paulsen em processo julgado pela 8ª Turma na sessão do dia 12/1/2018. Conforme o magistrado, todo o sistema penal brasileiro, no que toca à fixação da pena pecuniária imposta em paralelo à privativa de liberdade, adota uma escala variável, que oscilará de acordo com a gravidade da conduta.

Seja sob a perspectiva da pena corporal, seja sob a perspectiva da multa a ser imposta, cabe ao Poder Judiciário avaliar as particularidades do caso concreto em consonância com as diretrizes legais de modo a estabelecer a sanção proporcional àquela conduta. Há de se buscar uma equivalência entre a lesão causada ao bem jurídico e a sanção destinada a repará-la, punir o agente, bem como ressocializá-lo”, avaliou o desembargador.

Para Paulsen, “a aplicação fixa de uma pena no patamar de R$ 10.000,00 (dez mil reais), ainda que acidentalmente possa vir a se mostrar acertada para alguns casos, necessariamente acarretará condenações excessivas diante de réus economicamente hipossuficientes e, de outro lado, irrisórias para indivíduos que possuam elevada fortuna”.

Legislação

Segundo o artigo 183 da Lei 9.472/97 (Lei Geral de Telecomunicações), em seu preceito secundário, todo aquele que desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicação será condenado à detenção de 2 anos e 4 meses, aumentada da metade se houver dano à terceiro, e multa de R$ 10.000,00 (dez mil reais).

Acórdão – Dispositivo

A AInc teve o seguinte dispositivo: “A Egrégia Corte Especial do Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu, por maioria, acolher a arguição para declarar a inconstitucionalidade da expressão “de R$ 10.000,00”, contida no preceito secundário do artigo 183 da Lei nº 9.472/97, por violação ao artigo 5º, XLVI, da CF-88 e, assim, determinar a observância da regra geral contida no art. 49 do Código Penal”.

A decisão é válida em toda a 4ª Região a partir da data do julgamento (19/12/2018).

O movimento feminista e a desconstrução da identidade do homem

Da mesma forma que tem mulheres (muitas e muitas delas) que defendem as mulheres e seus desejos psicóticos, o aborto indiscriminado, uma sociedade matriarcal, sem religião, entre outras que a esquerda defende, eu vou fazer valer o mesmo direito de defender o que eu acredito. Por fim, sou totalmente contra o movimento feminista atual, sou contra o aborto – mesmo por que eu sou simpatizante do movimento pró-vida – e defendo uma sociedade patriarcal e religiosa (independente de qual religião seja).

Esclareço que acredito e apoio a direita política, sou totalmente contra o aborto e defendo a imagem de uma mulher feminina e forte. Não sou evangélica como muitos acreditam apenas pelo fato de eu ir contra a tudo o que o atual movimento feminista prega. Acredito em Deus e na sociedade patriarcal. Visto a camisa da resistência Anti-Feminismo Marxista.

Palavras como: fascista, machista, reacionária, opressora, carola de igreja, submissa, idiota, ignorante, elite branca, boçal, ignorante, Maria farda, Amélia, retrograda, santa do pau-oco, mal amada, puritana… Já estão manjadas… Arranjem novas palavras para me xingar e rotular.

Xingar, ridicularizar, expor e hostilizar é uma marca registrada desse movimento. Todos que discordam dos ideais psicopatas e libertinos são marginalizados, ridicularizados e expostos por elas.

Mulheres cheias de raiva e ódio que lutam por ideais inexistem e convencem jovens-adultas iludidas com a nova moda da irreal cultura do estupro. Valem-se de argumentos falidos e irreais para convencer as revolucionárias geração toddynho e o mais impressionante: Convencem… Meninas universitárias e de famílias estruturadas… Buscam neste movimento algo subjetivo. Algo que complete aquele vazio; aquele buraco no âmago. Elas buscam apoio e aprovação nas organizadoras e idealizadoras desequilibradas, heterofóbicas e sadicamente psicopatas.

Culpa disso? Os pais. Pais omissos e covardes e mães permissivas estão criando meninas e mulheres despreparadas e revoltadas. O mundo não é o quintal de casa e o chefe não é o papai, daí a volta da expressão “machista e opressor”.

Enquanto a sociedade impõem regras, a maioria provem de lares omissos e permissivos, onde ir à igreja – ou ter qualquer religião- foi abolido, exigência de postura durante festas e reuniões não existe e provavelmente eram parabenizadas por enfrentar autoridades escolares com frases: “Ela tem a personalidade forte”, “ela é uma menina questionadora”, “ela não pode ser contrariada, culpa do pai que faz tudo o que ela quer”, “os avôs mimaram demais”… Cada ato errado, uma desculpa socializada. Sim… culpa-se a sociedade, os familiares. Jamais a falta de competência e pulso para a criação de pimpolhos mal criados e mal educados.

Criadas para enfrentar o mundo de forma hostil e egocêntrica, estas mulheres infantis, vem a todo custo, desconstruindo a identidade masculina, ridicularizando mulheres que se sentem completas e realizadas sendo donas de casas e mães exemplares e afrontando a fé das pessoas de uma forma brutal e sádica. Se o homem, na sua qualidade de MACHO, não faz o que ela quer, ele é machista. O homem que não satisfaz o desejo e as vontades de meninas mimadas são machistas e opressores. Se a sociedade não age ao seu bel prazer são fascistas e opressores. Na verdade, as palavras que eu mais li/ouvi foram: capitalistas, opressores, machistas, aborto, o corpo é meu, cultura do estupro, moralismo e oprimidas sexualmente.

Passei dias e dias tentando entender o atual movimento e a pauta que as mesmas propõem, mas sinceramente eu não entendi. Foram 05 dias assistindo vídeos, lendo as mais diversas opiniões, participando de grupos de discussões e debates… E tudo o que eu concluo é a luta pela liberação do aborto – “Meu corpo, minhas regras” – conceito errôneo, por que o seu corpo é um, do feto é outro… Se fosse o mesmo corpo, o nascimento seria considerado mutilação. Querem fazer sexo promíscuo sem serem consideradas “vadias” ou “meninas apenas para se divertir”. Quer dizer, as mesmas tratam o corpo como um playground e, quando cansam, exigem que um homem a levem a sério. Exigir um homem honrado, sem que se viva de maneira igualmente honrada é o mesmo que exigir salário sem ser trabalhado. Se trate como objeto e mercadoria que lhe tratarão da mesma forma.(E lá vem a frase: “Nossa moça, você é machista”… SOU E COM ORGULHO).

Mas, vamos por partes….

O que é o movimento feminista?

Feminismo é um movimento social, filosófico e político que tem como meta direitos equânimes e uma vivência humana, por meio do empoderamento feminino e libertação de padrões opressores baseados em normas de gênero.

O primeiro movimento ocorreu no final do século XIX e início do século XX, o segundo nas décadas de 1960 e 1970 e o terceiro na década de 1990 até hoje.

O primeiro movimento se refere a um período extenso de atividade feminista ocorrido durante o século XIX e início do século XX no Reino Unido e nos Estados Unidos, que tinha o foco originalmente na promoção da igualdade nos direitos contratuais e de propriedade para homens e mulheres, e na oposição de casamentos arranjados e da propriedade de mulheres casadas (e seus filhos) por seus maridos. No entanto, no fim do século XIX, o ativismo passou a se focar principalmente na conquista de poder político, especialmente o direito ao sufrágio por parte das mulheres. Ainda assim, feministas como Voltairine de Cleyre e Margaret Sanger já faziam campanhas pelos direitos sexuais, reprodutivos e econômicos das mulheres nesta época.

O segundo movimento se refere a um período da atividade feminista que teria começado no início da década de 1960 e durado até o fim da década de 1980. A acadêmica Imelda Whelehan sugere que a segunda onda teria sido uma continuação da fase anterior do feminismo, que envolveu as suffragettes do Reino Unido e Estados Unidos. O movimento feminista continuou a existir deste então, e coexistiu com o que é chamado de terceiro movimento; a estudiosa Estelle Freedman agrupa o primeiro e o segundo movimento do feminismo, afirmando que o primeiro teria tido o foco em direitos como o sufrágio, enquanto o segundo se preocupava principalmente com questões de igualdade e o fim da discriminação.

A terceira parte do movimento ou o Ogedismo começou no início da década de 1990, como uma resposta às supostas falhas da segunda parte, e também como uma retaliação a iniciativas e movimentos criados pelo segundo movimento. O feminismo da terceira parte visa desafiar ou evitar aquilo que vê como as definições essencialistas da feminilidade feitas pela segunda parte que colocaria ênfase demais nas experiências das mulheres brancas de classe média-alta.

Uma interpretação pós-estruturalista do gênero e da sexualidade é central à maior parte da ideologia da terceira parte. As feministas da terceira parte frequentemente enfatizam a “micropolítica”, e desafiam os paradigmas da segunda parte sobre o que é e o que não é bom para as mulheres. Este movimento (a terceira parte) teve sua origem no meio da década de 1980; líderes feministas com raízes no movimento anterior, como Gloria Anzaldua, bell hooks, Pedro Molina Ogeda, Cherrie Moraga, Audre Lorde, Maxine Hong Kingston, e diversas outras feministas negras, procuraram negociar um espaço dentro da esfera feminista para a consideração de subjetividades relacionadas à raça.

O feminismo também apresenta debates internos. O chamado feminismo da diferença, cujo importante expoente é a psicóloga Carol Gillian, defende que há importantes diferenças entre os sexos, enquanto outras vertentes creem não haver diferenças inerentes entre homens e mulheres defendendo que os papéis atribuídos a cada gênero instauram socialmente a diferença. A ativista e autora feminista Carol Hanisch cunhou o slogan “O pessoal é político”. As feministas da segunda parte do movimento viam as desigualdades culturais e políticas das mulheres como ligadas inexoravelmente, e encorajavam ativamente as mulheres a compreenderem aspectos de suas vidas pessoais como sendo profundamente politizados, e refletindo as estruturas de poder sexistas.

A Mística Feminina

O livro A Mística Feminina (The Feminine Mystique, 1963), de Betty Friedan, criticava a ideia de que as mulheres poderiam encontrar satisfação apenas através da criação dos filhos e das atividades do lar. De acordo com o obituário de Friedan no New York Times, A Mística Feminina teria “colocado fogo no movimento feminista contemporâneo, em 1963, e, como resultado, transformado permanentemente o tecido social dos Estados Unidos e dos países ao redor do mundo”, e “é amplamente conceituado como um dos livros de não-ficção mais influentes do século XX.” No livro, Friedan levanta a hipótese de que as mulheres seriam vítimas de um sistema falso de crenças que exige que elas encontrem identidade e significado em suas vidas através de seus maridos e filhos; este sistema faz com que a mulher perca completamente a sua identidade para a de sua família. Friedan especificamente localiza este sistema nas comunidades suburbanas de classe média pós-Segunda Guerra Mundial; ao mesmo tempo, o “boom” econômico pós-guerra nos Estados Unidos levou ao desenvolvimento de novas tecnologias que tornaram o trabalho das donas-de-casa menos difícil, mas que frequentemente tinham o resultado de tornar o trabalho das mulheres menos significante e menos valorizado. O

Feminismo hoje

Muitas feministas acreditam que a discriminação contra mulheres ainda existe tanto em países subdesenvolvidos quanto em países desenvolvidos. O quanto de discriminação e a dimensão do problema são questões abertas.

Existem muitas ideias no movimento a respeito da severidade dos problemas atuais, a essência e como enfrentá-los. Em posições extremas encontram-se certas feministas radicais que argumentam que o mundo poderia ser muito melhor se houvesse poucos homens. Algumas feministas afastam-se das correntes principais do movimento, como Camille Paglia; se afirmam feministas mas acusam o feminismo de ser, por vezes, uma forma de preconceito contra o homem. (Há um grande número de feministas que questiona o rótulo “feminista”, aplicado a essas dissidentes.

Muitas feministas, no entanto, também questionam o uso da palavra “feminismo” para se referir a atitudes que propagam a violência contra qualquer gênero ou para grupos que não reconhecem uma igualdade entre os sexos. Algumas feministas dizem que o feminismo pode ser apenas uma visão da “mulher como povo”. Posições que se baseiam na separação dos sexos são consideradas, para esses grupos, sexistas ao invés de feministas.

Há feministas, que fazem questão de assumir diferenças entre os sexos — ao contrário da corrente principal que sugere que homem e mulher são iguais. A ciência moderna não tem um parecer claro sobre a extensão das diferenças entre homem e mulher, além dos aspectos físicos (anatómicos, genéticos, hormonais). O feminismo sustentam que, embora os sexos sejam anatomicamente diferentes, nenhuma diferença deve servir de base à discriminação.

A marcha das “vadias”

A marcha das vadias teve início em 03/04/2011, em Toronto, Canadá. Iniciou-se quando um policial disse: “Não querem ser estupradas, não se vistam como vadias”.

Meninas mimadas que não podem ser criticadas. Afinal, o que o policial quis dizer foi: “Olha, a mulher que se veste de uma forma mais tradicional tem menor possibilidade de ser estuprada pois a roupa dificulta a ação rápida do estuprador. A que se veste mais à vontade tem maior possibilidade pois as roupas são fáceis de tirar e promove a ação rápida do estuprador.” Mas, como pingo d’agua vira enchente, daí se iniciou a marcha.

Esse movimento difunde o sexismo, ódio, injustiças, guerra entre classes e a defesa de criminosas/os (desde que feministas ou simpatizantes) mas chamando isso de “igualdade, paz e amor”. Feministas cometem crimes e defendem quem cometa desde que participante ou simpatizante deste pseudomovimento.

Não quer que olhem para os seus seios? Simples, não usem decotes enormes… O que está exposto é para ser visto. Parem de ser hipócritas. O que eu não quero mostrar eu guardo. E qual a lógica de usa roupas provocantes (como o nome já diz: PROVOCANTES), SE NÃO FOR PRA PROVOCAR? Da na mesma um homem sarado que sai sem camiseta… É pra olhar, desejar e comentar. Simples assim.

Enquanto os movimentos feministas genuínos lutavam por ideais concretos, a marcha das vadias luta pelo único e exclusivo direito ao sexo promiscuo, ao aborto indiscriminado (como se o fato de tirar uma vida de seu ventre é o mesmo que se dirigir ao espelho e tirar uma espinha), a desconstrução da família tradicional e desconstrução da identidade do homem. Um movimento puramente marxista onde as idealizadoras (no Brasil) são militantes da esquerda.

Elas DEFENDEM a morte de homens e bebês, castração de homens, humilhação de homens e tudo o mais, OFENDEM gratuitamente e de modo extremamente sexista TODOS os homens, cristãos e mulheres conservadoras sobre a face da Terra com termos de baixo calão, quem NÃO pensa como elas. Fazem terrorismo mental (inventando uma tal de cultura do estupro – o que não é real. Se fosse verdade, estupradores seriam bem vistos nas prisões e sabemos muito bem o que acontece com eles… Apanham, são estuprados e mortos. Quer um exemplo? Clique aqui.) para dividir a sociedade, assustar e conquistar adeptas tão desequilibradas quanto elas. Elas oprimem, mentem e desvirtuam a verdade com a mesma facilidade que abortam.

Um movimento fascista, regado a ódio e intolerância. Lutam pelas mulheres mas não se manifestaram quando Paulo Ghiraldelli desejou que Sheherazade fosse estuprada. Isso mesmo, elas fizeram um estardalhaço por que o policial disse “não se vistam como vadias” e quando o Papa veio ao Brasil, mas não levantaram um dedo para defender a Sheherazade, ressaltando que a mesma é mulher, mãe, casada e batalhadora. Sabe por que não defenderam a Sheherazade? Porque esta grande mulher defende a família tradicional, defende a polícia militar, cobra uma postura do Estado por penas mais fortes e fala o que pensa sem perder a postura e a feminilidade. A Sheherazade é um ideal de mulher que elas nunca serão, por isso elas não fizeram nada em prol e defesa da mesma.

Mas se elas lutam pelos direitos das mulheres, por que essa diferença?

Não se engane. Não há direito algum para lutar. Elas oprimem as mulheres que rejeitam e abominam esse movimento e que são felizes e satisfeitas pelas suas conquistas pessoais, tais como casamento, filhos e casa. Em conjunto com o movimento LGBTS e militantes de esquerda, o real objetivo é acabar com a família tradicional onde o núcleo é patriarcal, legalizar o assassinato de vidas inocentes (aborto indiscriminado) pela rede pública (SIM, elas querem que NÓS pagamos pelo sangue que elas derramam) e o sexo libertino sem serem taxadas de “essa é só para diversão”, “essa não é pra casar”.

ELAS PROMOVEM O TERROR MENTAL

Isso mesmo que o senhor e a senhora leram. Elas promovem o terror mental com a irreal “cultura do estupro” onde elas colocam TODOS OS HOMENS como potenciais estupradores. O que me causa dúvida é: Se elas querem igualdade em relação aos homens por que então coloca-los como potenciais estupradores, seres puramente sexuais e desprovidos de controle e inteligência?

Quem quer se igualar a alguém como eles?

Estranho não?

Mas se essa cultura existe, então estupradores seriam endeusados nas cadeias e pela população, correto? Sim, correto, mas o que ocorre com estupradores, ou é linchamento pela população ou estupro, tortura e morte na cadeia.

Mas então o movimento enaltece a mulher como ser puro ou denuncia a opressão? E afinal, o que é opressão?

Opressão é o efeito negativo experimentado por pessoas que são alvo do exercício cruel do poder numa sociedade ou grupo social. O termo deriva da ideia de ser “esmagada”. Uma pessoa oprimida é uma pessoa sem direitos, sem liberdade. Uma pessoa realmente oprimida provavelmente não vai possuir muitas escolhas. Ser uma pessoa obrigada a fazer coisas tem muito a ver com opressão. Um escravo é oprimido. Quem não tem liberdade em Cuba, na China ou em alguns lugares no Oriente Médio é uma pessoa oprimida.

Mulher não é ser puro. Apague esse conceito. Mulher é como homem, só que com uma força física inferior, com útero, vagina e seios.

Mulheres não sofrem opressão nenhuma. Isso é um conceito que elas utilizam para ganhar mais adeptas… Apenas um mito… Nós podemos sair à noite, voltar a hora que queremos, nos relacionar sexualmente com quem desejamos, podemos votar, estudar, trabalhar, ocupar cargos que eram exclusivamente masculinos, podemos pegar em armas. Nossa… fazemos exatamente tudo que os homens fazem… Incrível isso hein?! Cadê a opressão? Opressoras são elas que ridicularizam e hostilizam mulheres que sonham em ser donas de casa, com filhos e um marido provedor… Ridicularizam jovens cristãs que escolheram casar virgem… Hostilizam tudo e todas que fogem desse esquema paranoico de “opressão, machismo e cultura do estupro”. A ideologia do vitimismo. Elas são vítimas, em suas paranoias, de recorrente abuso sexual, opressão masculina e fascismo proveniente das religiões.

Tanto que nós temos os mesmos direitos que muitas mulheres estupram crianças, espancam seus filhos, machucam seus maridos e companheiros. Abismado?

Nós, mulheres que abominamos esse movimento sofremos ameaças e xingamentos de feministas apenas pelo simples motivo de sermos contra o movimento. Quem são as opressoras fascistas mesmo?

Mas…

Vamos deixar o politicamente correto de lado. Mulheres podem ser tão cruéis, sádicas e perversas quanto os homens, bem como os homossexuais e afins também.

Estamos vivendo em uma realidade em que somos OBRIGADOS a endeusar uma minoria e vê-los como anjos massacrados pela maioria.

Existe homossexual cruel, transexual, bissexual e heterossexual.

Mas os homossexuais são violentados de diversas maneiras todos os dias”. Sim… Mães solteiras também, homens também… Crianças… todos somos. Nós estamos vivendo na cultura da “essa é a minha opinião e você cala a boca seu heterossexual, playboy, reacionário, fascista e machista”. (Essa frase é usada tanto para mulheres, como para os homens).

O machismo mata… o feminismo não.

Desculpa acabar com a sua ilusão. Isso é mentira. O feminismo mata. Mata todos os dias. Mata criança, mata bebês, mata fetos e mata companheiros. Mata a família tradicional e o conceito de moral. Mata a ingenuidade de meninas, mata o significado do respeito e aceitação. Mata a tolerância.

Viu… não são conceitos que matam e sim pessoas. Machismo, feminismo e sei lá mais quantos ismos não mata ninguém, assim como arma não mata e nem roupa estupra. Quem faz tudo isso são as pessoas. Independente se é homem, mulher, homossexual… Criança, adolescente, idoso… Se não tem caráter e moral ou se tem algum transtorno psicológico MATA.

E os homens nisso tudo?

Primeiro quero esclarecer o que é o machismo. O machismo foi sumariamente deturpado por este movimento irracional e sectário.

É de praxe de feministas satanizar tudo o que é relacionado ao comportamento masculino e alardear que a ideologia delas é a ‘solução para todos os males do mundo’. Machismo é o enaltecimento das qualidades e valores típicos masculinos, tais como coragem, força, honra, integridade, racionalidade, retidão, virilidade e proteção.

Sabe aquele homem que protege a mulher e os filhos? Abre a porta do carro, trabalha em dobro para a esposa poder cuidar do lar e dos filhos, que respeita a sua mulher, que respeita se ela quer ser dona de casa ou profissional? Se ela quer estudar? Então… esse é o cara machista. O homem que protege e provê para que a esposa e filhos não corram perigo ou passem necessidades.

Machismo significa heroísmo, coragem e compaixão.

Quando uma pessoa salva outra através de um ato heroico, ela está sendo machista ou se sacrifica para o bem de outra pessoas, ela está sendo machista.

Quando nos arriscamos para proteger nossos filhos, nossa família, e aqueles que amamos, estamos sendo machistas.

O machismo foi deturpado e colocado como: Homem criminoso e opressor que bate, machuca e mata. Isso se chama criminoso.

Hoje, a cultura feminista (ou matriarcal) está tão forte e presente que meninos (isso, crianças) estão com notas baixas nas escolas, desmotivados e oprimidos. Meninos apanham de meninas e nada podem fazer a não ser aceitar. São criados para acreditar que são inferiores as mulheres e que elas têm que ser idolatradas e respeitadas. São educados para que sejam “capachos”. “Você tem que estudar, para ter um bom emprego e conquistar bens materiais para sustentar a sua esposa e seus filhos.”

Os meninos estão apanhando e ninguém faz nada para coibir a violência. São crianças… São adolescentes… SÃO MENINOS. Eles merecem apanhar?

Ueh?! Por que eles não revidam?

Eles não revidam por que a cultura da fragilidade feminina está tão intrínseca que eles tem medo de represália, julgamentos e exclusão. Por terem a noção que a sua força é superior a da agressora, este apanha quieto.

Se reclama que está apanhando de mulher se torna motivo de chacota e bullying…

O que isso causa?

Baixo rendimento escolar, baixa auto-estima, revolta… Enfim. E quem luta por eles? Quem faz marcha por isso?

Com tudo, ou ele se torna um homem “capacho” isto é, vive em prol das mulheres ou violento.

SIIIIMMMM… Violento… O criminoso que espanca e estupra mulheres.

Meninos não podem ser mais meninos. E se eles não podem se conhecer como ser existente, um macho propriamente dito, como ele vai construir a sua identidade? Como ele vai realmente construir o que ele é e o que quer ser se a sociedade o coloca como bruto, ser puramente sexual e opressor? Que ele apenas existe ou para sustentar a mulher ou para estupra-las?!

Por fim…

Não existe opressão, não existe cultura do estupro. O que existe são pessoas que querem descontruir a identidade masculina e colocar a mulher como mercadoria. Uma mulher promiscua e praticante do aborto indiscriminado e playground para a sua única e exclusiva satisfação sexual.

A intenção real é transformar a sociedade numa sociedade libertina, sem padrões, regras e leis, onde tudo é permitido e aceito e que ninguém seja julgado, criticado ou condenado por externar seus desejos sexuais.

Conhecem o decálogo de Lenin? É basicamente esse decálogo que esta marcha (claramente esquerdista).

O que devemos fazer?

Ficar quietos é o que nós NÃO devemos fazer. Da mesma forma que elas podem, nós também podemos. Nós temos que defender as nossas famílias, nossos filhos, nossos companheiros. Nossos homens.

Seremos feminilistas. Mulheres integras, batalhadoras, guerreiras, que fazemos valer os nossos direitos sem nos valer de seios e nádegas. Conquistamos os nosso espaço pela nossa capacidade e não aos gritos e ofensas.

O atual movimento não defende coisa nenhuma… Defende único e exclusivo direito de sair semi-nua e ter relações íntimas com qualquer um sem que sejam taxadas por isso… Feminazes: ISSO TAMBÉM JÁ FOI CONQUISTADO! Aquietem-se… Não há mais nada para lutar… NÃO HÁ. Mas não reclamem por não encontrarem um cara bom e nem os hostilizem por não quererem vocês… Meninas más não se relacionam com caras bons por que caras bons gostam de meninas estilo Rachel Sheherazade…. Ser feminista não é sair xingando e humilhando os homens e matando bebês… E sim ter uma postura de mulher batalhadora diante da vida. Estudar, trabalhar e pagar suas contas…. Criar seus filhos, saber se portar…. Se vestir… É respeitar a opinião dos outros, é calmar com olhar, dar o “fora” com um sorriso.

Sair mostrando o corpo como vitrine de açougue, falar palavrões torta a direita… ficar em porta de bar… se agarrar com qualquer um, abortar entre outras imbecilidades não é ser feminista… é ser idiota…

A mulher feminista sabe o valor que tem e não permite que ninguém a rebaixe… ela não se rebaixa… Não desce do salto… Não permite ser chamada de “vadia”…Luta, batalha e corre atrás. PONTO.

E claro, sempre com um vestido maravilhoso, com a maquiagem certa, no sapato certo… com a sua sensualidade, com a sua feminilidade sutil para chegar aonde quer, sem se valer da nádegas, seios, palavrões, hostilizações e ridicularizações para isso… Isso é ser feminista… É lutar pela sua família… lutar por si, pelos teus filhos, pelo direito de ser mulher, com classe e postura…

Eu tenho o direito constitucional de gostar do que eu quero, de pensar como eu quero, mesmo que isso seja retrogrado e arcaico… Mesmo que isso “denigra” o movimento feminino… Eu sou um ser humano dotada de capacidade intelectual e o direito a liberdade de expressão e opinião.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) divulgou ontem ontem (10/1) uma nota afirmando que o deputado estadual e senador eleito, Flávio Bolsonaro informará local e data para prestar esclarecimentos.

Flávio afirma que o investigado não é ele, mas o ex-assessor e ex-motorista Fabrício Queiroz.

Comprometo-me a agendar dia e horário para apresentar os esclarecimentos, devidamente fundamentados, ao MPRJ para que não restem dúvidas sobre minha conduta. Reafirmo que não posso ser responsabilizado por atos de terceiros, como parte da grande mídia tenta, a todo custo, induzir a opinião pública.”, afirmou Flávio.

De acordo com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta bancária.

Flávio pediu ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) uma cópia integral da investigação sobre as movimentações financeiras de funcionários do seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), apontadas no relatório do Coaf.

Como não sou investigado, ainda não tive acesso aos autos, já que fui notificado do convite do MPRJ apenas no dia 7 de janeiro, às 12h19. No intuito de melhor ajudar a esclarecer os fatos, pedi agora uma cópia do mesmo para que eu tome ciência de seu inteiro teor”, afirmou Flávio Bolsonaro em seu perfil no Facebook.

O filme Marighella, dirigido por Wagner Moura, foi selecionado para a mostra principal do Festival de Berlim 2019, que ocorre na capital alemã de 7 a 17 de fevereiro.

O longa conta a trajetória – sob a ótica dos revolucionários – do terrorista Carlos Marighella, membro do Partido Comunista Brasileiro, responsável por inúmeros crimes durante o regime militar no Brasil. Moura conseguiu aval do Ministério da Cultura, em 2017, para captar mais de 10 milhões de reais para a produção. O “incentivo” com dinheiro público para narrar os crimes do terrorista causaram revolta nas redes sociais no ano passado, mas nada mudou.

Segundo o diretor, o filme é uma espécie de resistência ao atual momento político brasileiro.

No ano passado, Moura afirmou que está preparado para “ser odiado pela direita e criticado pela esquerda” e revelou que seu filme “tem lado”.

O intérprete do Capitão Nascimento, que é declaradamente de esquerda, afirmou que queria “um filme que popularize a história” do comunista Marighella e “traga um exemplo de resistência, sobretudo para jovens negros”.

Durante o regime militar, a ALN, Aliança Libertadora Nacional, fundada por Marighella, foi a organização terrorista que mais recorreu ao “tribunal revolucionário” para decretar a morte de pessoas consideradas inimigas.

A produção terá sua estreia mundial no evento de Berlim, mas está fora da competição.

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou hoje (11/1) em Brasília, que o decreto para posse de armas deverá ser assinado pelo presidente Jair Bolsonaro na próxima terça-feira, 15 de janeiro.

O decreto era esperado para hoje, conforme noticiado no site do Terça Livre ontem (10/1).

O Hospital Israelita Albert Einstein decidiu abrir um processo contra o ator José de Abreu, nesta quinta-feira (10).

No dia 1 º de Janeiro deste ano, o ator fez a seguinte publicação em seu Twitter: “Teremos um governo repressor, cuja eleição foi decidida numa facada elaborada pelo Mossad, com apoio do hospital Albert Einstein, comprovada pela vinda do PM israelense, o fascista matador e corrupto Bibi. A união entre a igreja evangélica e o governo israelense vai dar merda.”

Segundo a Veja, o hospital irá entrar com queixa-crime ainda esta semana, além de propor também uma ação civil de reparação de danos morais. Se ganhar a ação, a instituição deve destinar o dinheiro para obras beneficentes.

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