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DNA Laboratório lança primeira edição do Encontro Baiano de Doenças Raras

DNA Laboratório lança primeira edição do Encontro Baiano de Doenças Raras

Foto: Divulgação

Para celebrar seus 30 anos de atuação, o DNA Laboratório realizará a primeira edição do Encontro Baiano de Doenças Raras, nesta sexta-feira (17), no Hotel da Bahia by Wish, em Salvador. Com o tema “Avanços e caminhos para o diagnóstico precoce”, o evento vai reunir pesquisadores, profissionais da saúde, associações de pacientes e representantes da indústria farmacêutica de diversos estados brasileiros.

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A programação contará com palestras, painéis multidisciplinares, discussão de casos clínicos e momentos de troca de experiências e conhecimentos que passam por grandes áreas como ginecologia, oncologia, mastologia e pediatria. O principal objetivo é promover o debate sobre desafios, avanços científicos e perspectivas no diagnóstico e no tratamento de doenças, incluindo as chamadas doenças raras, em crianças e adultos.

Entre os temas em pauta estarão o futuro da medicina de prevenção, diagnósticos genéticos na infância, triagem genética em recém-nascidos, acondroplasia e neurofibromatose. O evento terá programação das 8h às 18h e, em seguida, às 19h, os convidados participarão de um coquetel comemorativo pelos 30 anos do laboratório, no Restaurante Genaro.

Para a médica geneticista Betânia Toralles, fundadora do DNA Laboratório, promover um encontro voltado aos estudos sobre diagnóstico representa um compromisso permanente com a ciência, a inovação e o cuidado centrado no paciente.

“Celebrar os 30 anos do DNA é também reafirmar o propósito que sempre guiou nossa atuação, que é contribuir, a partir da medicina laboratorial e preventiva, para que mais pessoas tenham acesso a diagnósticos precisos e cada vez mais precoces. A atuação que busca diagnósticos exige um olhar multidisciplinar, atualização constante e integração entre diferentes áreas da saúde. Ao reunir especialistas de todo o país, queremos estimular a troca de conhecimento, fortalecer as redes de colaboração e ampliar o acesso às inovações que podem transformar a vida dos pacientes”, diz a médica geneticista.

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