Advogados tinham até às 20h34 para justificar a Moraes o pedido de asilo de Bolsonaro
A defesa de Jair Bolsonaro (PL) informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, nesta sexta-feira (22/8), que o ex-presidente deixou de trocar mensagens com o filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), em 17 de julho, dia em que o magistrado lhe impôs medidas cautelares. O motivo: obedecer a decisão.
Uma das restrições definidas por Moraes na ocasião foi justamente vedar a comunicação de Bolsonaro com Eduardo e investigados dos quatro núcleos da trama golpista, além de embaixadas e de autoridades estrangeiras. Outras medidas foram o monitoramento por tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar, proibição de uso de redes sociais e busca e apreensão pessoal e domiciliar.
“De toda a forma, o que está presente nas trocas e mensagens, ainda que não tenha sido destacado pelo trabalho policial, é que a conversa com Eduardo termina quando Vossa Excelência proíbe o Peticionário de falar com o filho, em mais uma demonstração de obediência às decisões desta C. Suprema Corte”, escreveram os advogados.




