
Objetivo é fortalecer a franquia bancária do HSBC no Reino Unido. O banco Silicon Valley Bank quebrou na última sexta-feira (10). Banco HSBC
Reprodução/TV Globo
O banco HSBC anunciou nesta segunda-feira (13) a compra da subsidiária britânica do Silicon Valley Bank, que quebrou na última sexta-feira (10). A operação movimentou apenas 1 libra.
De acordo com o CEO do HSBC Group, Noel Quinn, o objetivo é fortalecer a franquia bancária do HSBC no Reino Unido. Os clientes do antigo banco vão continuar a fazer transações bancárias como de costume, mas com os mecanismos de segurança de um dos maiores bancos do mundo.
“Esta aquisição faz um excelente sentido estratégico para nossos negócios no Reino Unido. Ele fortalece nossa franquia de banco comercial e aumenta nossa capacidade de atender empresas inovadoras e de rápido crescimento, inclusive nos setores de tecnologia e ciências da vida, no Reino Unido e internacionalmente”, afirmou Quinn.
O ministro das Finanças britânico, Jeremy Hunt, disse que a operação estava sendo realizada “sem o apoio do contribuinte”.
“O HSBC é o maior banco da Europa e os clientes do SVB do Reino Unido devem se sentir confortáveis com sua solidez”, acrescentou.
O ministro comemorou ter “chegado a uma solução em tão pouco tempo”, após um fim de semana de reuniões e negociações, por exemplo, com o setor de tecnologia, já que muitas dessas empresas eram clientes do SVB e temiam ficar sem liquidez.
Na sexta-feira, 10 de março, o SVB do Reino Unido tinha empréstimos de cerca de 5,5 bilhões de libras (US$ 6,65 bilhões) e depósitos de cerca de 6,7 bilhões de libras (cerca de US$ 8 bilhões), segundo o HSBC, que disse que “os ativos e dívidas das empresas controladoras do SVB do Reino Unido estão excluídos da transação”
Quebra da Silicon Valley Bank
Autoridades americanas anunciaram na sexta-feira (10) ter encerrado as atividades do Silicon Valley Bank (SVB), um banco que trabalha apoiando o setor tecnológico. Ele foi criado em 1983 e fornecia crédito a várias startups.
O Silicon Valley Bank tinha cerca de US$ 209 bilhões em ativos até o fim de 2022, o que o tornava o 16º maior banco dos EUA, segundo o Federal Reserve – o banco central norte-americano.
A mídia americana relata que um dos fatores que resultou na falência do SVB é o aumento na taxa de juros dos EUA, que passou de 0,25%, em 2020, para 4,75%, em fevereiro deste ano.
O banco atendia principalmente startups e financiadores. Como o setor de tecnologia começou a desacelerar nos últimos meses, com os constantes aumentos na taxa de juros para frear a inflação, as empresas atendidas pelo SVB começaram a retirar dinheiro mais rápido do que o esperado.
De acordo com o “The Wall Street Journal” essa foi a segunda maior falência bancária da história dos Estados Unidos. Além disso, a instituição é a maior a quebrar desde o colapso no sistema financeiro americano em 2008, que, à época, gerou uma crise mundial.
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